terça-feira, 27 de abril de 2010

Reflexão sobre a história da GRIPE A


CAMPANAS - OS SINOS DOBRAN PELA GRIPE A - PORTUGUÉS from ALISH on Vimeo.

TERESA FORCADES, doutora em Saúde Pública, faz uma reflexão sobre a história da GRIPE A, dando informações científicas e enumerando as irregularidades envolvidas no assunto.

Explica as consequências da declaração de PANDEMIA e suas implicações políticas. Além disso, faz uma proposta para manter a calma, convocando-nos a ativar urgentemente os mecanismos legais e de participação cidadã relacionados ao tema.

Nossos profundos agradecimentos às pessoas que colaboraram desinteressadamente na tradução e revisão dos textos em português do Brasil.

Marise Carvalho, do Rio de Janeiro
Darley Farias Oliveira, de Porto Alegre
Darlou Farias Oliveira, de Porto Alegre
Vicente Rockenbach, de Porto Alegre

deputado federal Jair Bolsonaro diz algumas verdades

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/

O deputado federal Jair Bolsonaro diz algumas verdades sobre a contra-revolução de 1964, ataca a armadilha totalitária do PNDH-3, e ressalta a aliança entre as FARC, Fidel Castro e o PT.

 

domingo, 25 de abril de 2010

Um pouco de pedagogia: resposta a um comentário sobre homofobia

 
Definição gayzista de homofobia
@ Sérgio Vitorino
O que é homofobia? Para falarmos das coisas temos que as definir primeiro. O gayzismo ou o movimento político homossexual tem a grande preocupação em não definir conceitos para que os epítetos, rótulos e slogans possam ser utilizados de uma forma flexível e em todas as situações. “Homofobia” é “pau para toda a colher”.
Homofobia é definida como “o medo irracional em relação aos homossexuais”.

Está implícita na definição supracitada a noção de “medo racional” em contraponto ao “medo irracional”. Por exemplo, quando uma ameaça à nossa integridade física, psicológica ou moral, é real, o nosso “medo” deixa de ser irracional para ser racionalizado e consciente. Pelo contrário, quando o medo é irracional, ele subsiste apenas a nível do subconsciente ou mesmo do inconsciente, e portanto não é racionalizado.
Quando uma emoção é racionalizada, passa a ser um “sentimento”. Quando uma emoção permanece no subconsciente ou no inconsciente, é instintiva ou um “complexo”. Por exemplo, um “sentimento de culpa” não é a mesma coisa que um “complexo de culpa”; o primeiro foi racionalizado e é consciente, e o segundo mantém-se irracional ou instintivo.
A partir do momento em que uma emoção é racionalizada, ela pode ser analisada ou escrutinada pelo juízo. Por exemplo, a noção de “inteligência emocional”, parecendo um paradoxo, é racional na medida em que as emoções são sujeitas ao escrutínio do juízo. Através da inteligência emocional, os aspectos éticos, morais, culturais e práticos de uma determinada situação existencial são analisados à luz da razão que julga em função de valores. Podemos colocar em causa os valores que estão subjacentes ao juízo, mas isso dava outro postal.
Se dermos como correcta a definição, e se a homofobia é “o medo irracional em relação aos homossexuais”, quem racionalizou esse “medo” não é homófobo. O mais que essa pessoa pode ser é preconceituosa.
Porém, todos nós temos preconceitos: não existem super-homens. Os preconceitos podem ser positivos ou negativos: os primeiros são aqueles que se abrem à discussão pública, e os segundos são aqueles que se fecham em doutrina política ou mesmo em dogma.
Quando a palavra “homófobo” é utilizada para o ataque liminar ad Hominem — por exemplo: “você não tem razão porque é homófobo; além disso, você tem o nariz grande, e por isso de modo nenhum pode ter razão naquilo que defende” —, o movimento político gayzista instituiu uma forma de preconceito negativo porque não é, à partida, passível de ser discutido. O adjectivo “homófobo” passou a ter uma força política equivalente à do “herético” inquisitorial na Alta Idade Média. O homófobo é uma espécie de herético moderno actual, alguém que tem que ser (metaforicamente) queimado numa fogueira sem discussão prévia e em nome de uma doutrina política dogmática ou de um preconceito negativo.
Através da utilização preconceituosa e em sentido negativo do adjectivo “homófobo”, o movimento político gayzista pretende que a sociedade passe a ser homófila. A homofilia consiste na “aceitação moral e cultural do acto homossexual”. A aceitação da homofilia pode ser consciente ou inconsciente, mas o que o gayzismo pretende é que ela seja generalizada e imposta coercivamente (pela força da lei) a toda a sociedade.

A briga que ninguém quer comprar

Chamar isso, como a mídia o chama, de "pedofilia epidêmica", é evidentemente uma fraude, mas como pode a população percebê-lo se não tem acesso a outro critério comparativo senão aquele que lhe é fornecido pela própria mídia segundo o recorte de uma agenda politicamente interesseira?

Em cada momento do tempo, o estado geral de uma sociedade é indicado por uma série de fatores que podem ser medidos e comparados, como por exemplo a renda média, a criminalidade, o aproveitamento escolar, o número de casamentos e divórcios, etc.
A comparação entre esses fatores permite avaliar a importância relativa de cada fato -- ou série de fatos -- no conjunto da vida social. Por exemplo, o número de crimes e de vítimas, distribuído entre várias regiões, grupos sociais e faixas etárias. O conhecimento geral desse quadro desperta na população o senso das proporções que servirá de régua para medir a credibilidade das opiniões circulantes. Acima das preferências pessoais e grupais, o núcleo factual conhecido por todos é o tribunal de última instância no qual as idéias e propostas serão julgadas conforme sua adequação ou inadequação à realidade.
Ora, só há um canal por onde o conhecimento do quadro geral pode chegar à população: a mídia. O desempenho normal e saudável dessa função pelos jornais depende não somente de que eles divulguem os fatos, mas de que os selecionem e lhes confiram destaque maior ou menor conforme a sua importância real naquele quadro comparativo, de modo que os focos de atenção popular se hierarquizem segundo a importância objetiva dos fatores.
Em toda sociedade há um determinado número de estudiosos que têm acesso a fontes diretas e não dependem da mídia popular para formar sua visão das coisas. Para a população em geral, no entanto, vigora uma espécie de movimento circular: a constância e o destaque com que os fatos são noticiados na mídia tornam-se o padrão de aferição para o julgamento dos fatos subseqüentes divulgados pela mesma mídia. Em suma: a mídia cria sua própria regra de credibilidade, não havendo, para o grosso da população, nenhum outro quadro de referência pelo qual essa credibilidade possa ser julgada.
Até os anos 50-60, cada órgão de mídia neste país, malgrado a multiplicidade de interesses a que devia atender, mantinha-se razoavelmente submisso à ordem objetiva dos fatores, por saber que exageros ou distorções muito visíveis seriam, no dia seguinte, desmascarados por seus concorrentes. Até certo ponto, a imagem geral da sociedade tal como aparecia nos jornais coincidia com o quadro quantitativo real: o que merecia destaque e cobertura continuada era aquilo que, na vida social, tinha alguma importância objetiva.
Quatro fatores contribuíram para libertar a mídia nacional desses escrúpulos de realismo.
O primeiro foi a solidariedade maior entre as empresas, forjada durante o regime militar para a defesa comum contra as imposições do governo. As denúncias mútuas de fraude e de mau jornalismo desapareceram quase que por completo, colocando cada empresa jornalística na posição confortável de poder mentir a salvo de represálias dos concorrentes. Na mesma medida, a disputa de mercado praticamente cessou, distribuindo-se os leitores mais ou menos equitativamente entre as maiores publicações.
O segundo foi a diversificação das atividades lucrativas das empresas jornalísticas, que passaram a depender cada vez menos da aprovação dos leitores. A prova máxima dessa transformação é que essas empresas se tornaram formidavelmente mais ricas e poderosas sem que a tiragem de seus jornais aumentasse no mais mínimo que fosse. Com a escolaridade crescente, o número de leitores potenciais subiu de ano para ano, mas os maiores jornais brasileiros não vendem, hoje em dia, mais exemplares do que nos anos 50. É um fenômeno único no jornalismo mundial.
Em terceiro lugar, a obrigatoriedade do diploma universitário promoveu a uniformização cultural e ideológica da classe jornalística, de modo que já não há diferenças substantivas entre os climas de opinião nas várias redações de jornais e revistas. Na homogeneidade geral, as exceções individuais tornam-se irrelevantes.
Por último, as influências intelectuais que vieram a dominar as faculdades de jornalismo, deprimindo a confiança nos velhos critérios de objetividade e enfatizando antes a função dos jornalistas como "agentes de transformação social", acabaram transmutando maciçamente as redações em grupos militantes imbuídos de uma agenda político-cultural e dispostos a implementá-la por todos os meios. Por isso é que, de milhares de profissionais de mídia que ocultaram a existência do Foro de São Paulo por dezesseis anos, só um, um único, mostrou algum arrependimento. Os outros, inclusive os autonomeados fiscais da moralidade jornalística alheia, preferiram, retroativamente, ocultar a ocultação - e não perderam um minuto de sono por isso.
Some-se a tudo isso um quinto fator, de dimensões internacionais: o tremendo desenvolvimento, nas últimas décadas, das técnicas de engenharia social e da sua aplicação pelos meios de comunicação.
Quem pode impedir que empresas mutuamente solidárias, libertas até mesmo do temor ao público, tendo a seu serviço uma massa bem adestrada de "transformadores do mundo" e um conjunto de instrumentos de ação tão discretos quanto eficientes, mandem às favas todo senso objetivo das proporções e se empenhem em criar uma "segunda realidade", uma nova ordem dos fatores, totalmente inventada, legitimando de antemão qualquer nova mentira que lhes ocorra distribuir amanhã ou depois?
Nessas condições, toda presunção de "objetividade jornalística", personificada ou não nessa moderna versão do bobo-da-côrte que é o ombudsman, tornou-se hoje apenas um adorno publicitário sem qualquer eficácia real na prática das redações.
O total desprezo pelos critérios quantitativos de aferição da importância das notícias tornou-se, portanto, a norma usual e corriqueira em todas as maiores publicações. Não havendo padrão de medida exterior pelo qual o jornalismo possa ser julgado, os jornais passaram a viver de um noticiário autofágico e uniforme, publicando todos as mesmas coisas, com igual destaque, e confirmando-se uns aos outros no auto-engano comum.
Não há um só jornal ou grande revista, por exemplo, que gradue o destaque dado à denúncias de padres pedófilos pelo exame comparativo de casos similares em outros grupos sociais. Esse exame mostraria, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que o número de delitos é muito, muito menor entre padres católicos do que em qualquer outra comunidade humana, embora o destaque dado na mídia a esses casos induza a população a crer o contrário. Em artigo recente, o sociólogo italiano Massimo Introvigne mostrou que, num periodo de várias décadas, apenas cem sacerdotes foram denunciados e condenados na Itália, enquanto seis mil professores de educação física sofriam condenação pelo mesmo mesmo delito. Introvigne citou os professores de educação física apenas como grupo-controle. Poderia ter mencionado dezenas de outros: no conjunto, os casos de padres pedófilos revelariam ser as raridades que são, contrastando dramaticamente com a disseminação alarmante do crime de pedofilia na sociedade em geral. Eu mesmo, examinando as estatísticas alardeadas pela campanha anticlerical na Irlanda, e tirando delas as conclusões aritméticas que os autores do documento maliciosamente se recusavam a tirar, mostrei que, em cada escola católica daquele país, ocorrera não mais de um caso de pedofilia a cada dezesseis anos. Chamar isso, como a mídia o chama, de "pedofilia epidêmica", é evidentemente uma fraude, mas como pode a população percebê-lo se não tem acesso a outro critério comparativo senão aquele que lhe é fornecido pela própria mídia segundo o recorte de uma agenda politicamente interesseira?
Mutatis mutandis, o número e a gravidade das ocorrências entre os Legionários de Cristo - mesmo sem contar as peculiaridades organizacionais que destaquei no meu artigo anterior -- são tão maiores que os dos casos registrados em qualquer outra instituição católica, que tratar delas sem sublinhar a diferença, antes reduzindo-as a exemplos de "pedofilia católica" como quaisquer outros, é falsificar por completo a visão dos fatos.
Uma coisa é a realidade da vida social, outra a sua imagem na mídia e nos debates públicos. A segunda pode estar muito deslocada da primeira, fazendo com que a atenção pública se aliene da realidade ao ponto de a população tornar-se incapaz de compreender o que está acontecendo. O deslocamento completo assinala um estado de psicose social.
Massimo Introvigne tem razão ao dizer que a campanha contra a Igreja Católica sob o pretexto de denúncias de pedofilia é um caso de "pânico moral". Mas a sociologia só lida com fatores gerais, impessoais, anônimos. Não lhe cabe rastrear origens históricas, nem sondar o coeficiente de premeditação e planejamento criminoso na produção desses fenômenos. Só a investigação histórica, judicial e, é claro, jornalística, pode elucidar esse ponto e identificar os culpados por uma das campanhas caluniosas mais vastas e pérfidas de todos os tempos. Hoje há documentação suficiente para isso. O que falta, inclusive na Igreja Católica, é vontade de comprar essa briga.

Publicado no Diário do Comércio de 12 de abril de 2010.

sábado, 24 de abril de 2010

Imprensa "conservadora"? Censura nela

por Redação Mídia@Mais em 26 de março de 2010 Opinião - Mídia em Foco

Folha de S. Paulo. Indo fundo no esquerdismo chapa-branca e politicamente correto
Qualquer pessoa com o mínimo de informação sabe que a grande imprensa no Brasil é pautada pelo esquerdismo: seus dirigentes adoram agradar a esquerda, seus jornalistas são esquerdistas por formação, o material que ela republica vem dos grandes jornais internacionais de inspiração esquerdista. Mas, mesmo assim, a esquerda não está satisfeita. Talvez seja por esse fato que a Folha de S.Paulo se supera, a cada domingo, produzindo edições ainda mais esquerdistas.
Na edição do dia 21 de março, havia expressões do esquerdismo para todos os gostos:

1-Quem vê no antiamericanismo a forma mais genérica de esquerdismo deve ter adorado ler, entre os editoriais da casa, o texto "Irã: Lula não deve ceder à pressão dos EUA", de um tal Mark Weisbrot, do Centro de Pesquisas Econômicas e Políticas (Washington, EUA). O autor defende Lula por contrapor os americanos na questão iraniana. Sobre o anti-semitismo convicto do líder iraniano e de boa parte da elite governante desse país, o articulista usa um argumento que serviria para defender uma aproximação do Brasil com a Alemanha nazista, por exemplo: Lula condenou as insinuações sobre o Holocausto, e isso bastaria - O Irã está livre em todo o resto. (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2103201009.htm)

2-O esquerdista mais clássico, mais afeito às tradições, deve ter adorado o texto do dublê de crítico de cinema e cronista esportivo José Geraldo Couto, no caderno cultural "Mais". Ele defende, no texto, os atletas do Flamengo em relações cada vez mais íntimas com traficantes no Rio de Janeiro. Para ele, o fato de um deles ser escoltado por traficantes armados até os dentes durante uma "festa no morro" só causa repulsa perante a sociedade por causa da "luta de classes". Para ele, é preciso relativizar esse fato: talvez nem sempre os traficantes armados sejam "bandidos", e as pessoas desarmadas que pagam seus impostos sejam "gente de bem". Condenar os jogadores e suas belas amizades seria mero preconceito burguês. Couto desconsidera o evidente fato de que as metralhadoras dos traficantes servem especialmente para oprimir os moradores pobres das favelas, ao mesmo tempo em que protegem as celebridades desmioladas que sobem o morro. (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2103201006.htm)

3-E finalmente àqueles que enxergam no esquerdismo a resposta a todas as angústias e que vêem na defesa das minorias uma reedição aprimorada da luta de classes, o texto da grande cantora Vange Leonel (Revista da Folha), "Ditadura Gay", dá risada dos que se opõem às leis que pretendem privilegiar alguns brasileiros em relação aos outros por causa de seus hábitos sexuais e ainda defende as "feministas comunistas" (obviamente...), para ela as grandes responsáveis pela melhoria das condições de trabalho dos operários e operárias de todo o mundo (a cantora evidentemente não explica por que os trabalhadores dos países capitalistas sempre tiveram condições de vida, de trabalho e de liberdades civis infinitamente melhores que as de seus colegas em países comunistas, mas deixa para lá).

Fica difícil compreender por que a Confecom propõe controle para a grande imprensa. Por que tanto trabalho? É só esperar mais alguns anos, e certamente a autocensura e a doce entrega da imprensa ao esquerdismo já terão tornado a censura completamente desnecessária.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cegueira Ética e Moral ou Militância é um câncer em qualquer dos lados

Fonte: http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/2010/04/cegueira-etica-e-moral-ou-militancia-e.html

 

Cegueira Ética e Moral ou Militância é um câncer em qualquer dos lados


Escrevi dois posts abaixo, sobre minha insatisfação com a polarização da campanha em torno dos dois embustes na foto acima.
São mais quatro anos perdidos para o Brasil.
Queime-se a democracia!
E pior, os que bradam por democracia dos 2 lados são igualmente fundamentalistas e ignorantes direta ou indiretamente.
Já cansamos de bater nos Petralhas e na Dilma, mas a "militância" em torno do PSDB não fica atrás.
Minha percepção à respeito se tornou perfeitamente clara, à partir do momento em que escrevia comentários não apoiando Serra, e dizendo que ele também não é a solução para este Brasil tão vilipendiado por pelo menos 16 anos desta esquerda podre.
Estes comentários nunca foram publicados, ou seja, rejeitados pelos blogueiros mais "top" do lado do "bem" (Serra), sejam Reinaldo Azevedo e Coronel do Coturno Noturno.
Nutri por muito tempo admiração pelos escritos deste blogueiros, mas na hora "H", não se diferenciaram dos PTralhas, no que se refere à verdadeira democracia. Essa militância é tão cega e burra que torna-se uma "paixão futebolística" comparável aos mais chatos e ignorantes torcedores fanáticos de times de futebol.
Cada vez mais me afasto disto tudo.
Este processo eleitoral de 2010 chega a ser nojento, vil, anti-democrático, baseado na luta entre "nós e eles". E onde estou eu, se não sou nem "nós" e nem "eles"?
Estou do lado do Brasil, do lado do Estado Democrático de Direito e dos brasileiros de bem. Trabalho com extrema honestidade, de forma simples, porque assim meu pai me ensinou, e não por que tem "alguém olhando".
Este sempre será meu caminho, e se necessário for, em outubro, cometerei uma coisa que jamais imaginava que pudesse fazer: Votar nulo!
Não por protesto, não por birra, não por qualquer outro motivo, que não a PURA FALTA DE OPÇÃO em quem depositar confiança de mais 4 anos para a República.
Fora PT!
Fora PSDB!

La historia de Dilma Rousseff y su pasado como "guerrillera" en Brasil

Fonte: http://diario.latercera.com/2010/03/08/01/contenido/8_25938_9.html

 La ministra de Lula y candidata del oficialismo a la Presidencia formó parte de los grupos armados que lucharon contra el régimen militar a fines de los 60. Antes de ser apresada y torturada, estuvo en un campo de entrenamiento clandestino en Uruguay.

 

En 1964, cuando se produjo el golpe militar en Brasil, Dilma Rousseff -ministra y candidata presidencial del Partido de los Trabajadores (PT) de Luiz Inácio Lula da Silva- tenía 17 años y acababa de comenzar a estudiar Ciencias Sociales en el Colegio Estadual Central de Belo Horizonte. Y poco después comenzó a militar en un grupo marxista que se alzó en armas contra la dictadura, acción que le costó tres años de cárcel y ser torturada. "¡Nunca más viviremos en una jaula o una prisión!", dijo hace dos semanas Rousseff, en un acto masivo del PT. La frase generó cierta sorpresa, ya que la jefa de gabinete del gobierno brasileño no suele referirse con frecuencia a su pasado. Rousseff inició su militancia en la Organización Revolucionaria Marxista Política Operaria, conocida como Polop. En medio de esas actividades, Rousseff conoció a Claudio Galeno, quien había estado preso y que pronto se convirtió en su esposo.
Se ha afirmado que Galeno fabricaba bombas, lo que él ha matizado: "Fabriqué cajas con dispositivos electromagnéticos para guardar documentos secretos. La idea era que si la caja se abría, explotaba". La pareja se casó en 1967. Rousseff tenía 19 años y él 25. Se mudaron al departamento que ella heredó de su padre -un abogado búlgaro de pasado comunista-, inmueble que terminó convirtiéndose en una suerte de sede de actividades rebeldes. Ese mismo año el Polop pasó a llamarse Comando de Liberación Nacional (Colina) y el matrimonio pasó a la clandestinidad.
"Wanda"
Rousseff vivió en diversas ciudades, adoptó pseudónimos, como "Wanda", "Marina" o "Luiza", y puso fin a su relación con Galeno. En 1969 participó en reuniones secretas en Sao Paulo y Río de Janeiro, mientras que Colina se fusionó con otros bloques para formar la guerrilla urbana Vanguardia Armada Revolucionaria Palmares (Var-Palmares).
De acuerdo con el diario Folha de Sao Paulo, fue en esta época cuando Rousseff fue enviada a un campo de entrenamiento militar en Uruguay, algo que la ministra ha reconocido recientemente. También participó en operaciones para "recaudar fondos" y en un intento de secuestro del entonces titular de Hacienda Delfim Netto, algo que ella desmiente. Según la revista Veja, Rousseff coordinó en 1969 el asalto contra el gobernador paulista Adhemar de Barros, a quien la guerrilla le robó US$ 2,5 millones que tenía en la casa de su amante.
Sin embargo, el 16 de enero de 1970, en Sao Paulo, Rousseff fue apresada durante un encuentro con un "compañero", quien había sido detenido de manera previa y que había sido obligado a ir a la reunión con "Dilminha". Rousseff fue interrogada durante 45 días, período en el cual fue torturada. Posteriormente, pasó casi tres años tras las rejas luego de ser condenada por un tribunal militar.
Hasta ahora la ministra ha negado haber participado en acciones armadas y secuestros de manera directa, aunque la prensa brasileña mantiene sus dudas. Al ser liberada, a fines de 1972, un militar le advirtió: "Si haces algo vas a morir con la boca llena de hormigas".

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Uma visão ainda mais liberal

Revista Veja

 Edição 2161

Economia

Uma visão ainda mais liberal

Crise do excesso de liberalismo? Não para os seguidores da Escola Austríaca, que acusam o governo americano de ter inflado a bolha financeira


Igor Paulin, de Porto Alegre
Fotos Kevin Lamarque/Reuters e Divulgação
CONTRA A MARÉ
Os economistas da Escola Austríaca, reunidos em Porto Alegre (à dir.), atribuem a crise a falhas do governo, como os juros baixos demais de Alan Greenspan

Há dois anos, uma crise inaudita eclodiu nos Estados Unidos e arruinou as finanças de países inteiros. Críticos de esquerda regozijaram-se pelo abalo de um dos pilares do capitalismo, o livre mercado, e culparam a cobiça desenfreada de banqueiros pelo crash. Já os economistas do mainstream, representantes do consenso capitalista que administra os países mais maduros do planeta, reconheceram que houve falhas, como a ausência de um sistema regulatório mais eficiente para controlar fraudes e a especulação predatória. Apesar da vala mental que separa essas duas visões de interpretar o mesmo fenômeno, ambas convergiram na prescrição do remédio destinado a combater a recessão mundial. Recomendaram, em doses distintas, a ampliação da presença do governo, pelas vias do aumento dos gastos públicos, e também o acirramento da regulação financeira. Entretanto, há quem pense de forma diferente. Trata-se dos economistas da Escola Austríaca, uma corrente coesa de ultraliberais que exonera os propagandeados vícios do capitalismo dessa história. Segundo eles, foram na verdade as intervenções do governo que proporcionaram a crise. Mais do que isso, acreditam que o remédio que tem sido usado pelos governos mundiais, sobretudo o despejo de somas maciças de recursos estatais, é inadequado e trará mais problemas no futuro.
Na semana passada, o Instituto Ludwig von Mises, que congrega adeptos dessa corrente, realizou em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o I Seminário de Economia Austríaca do Brasil. Em dois dias, foram debatidos os acontecimentos recentes da economia mundial, assim como o receituário heterodoxo e radical desses pensadores. Embora centenária e influente no passado, essa escola esteve, nos últimos anos, à margem do pensamento dominante. No século XX, os seus dois teóricos mais proeminentes foram Ludwig von Mises (1881-1973) e o ganhador do Nobel Friedrich von Hayek (1899-1992). Ambos tiveram papel notável na exposição das fragilidades intrínsecas do planejamento econômico e na condenação do socialismo, num momento em que boa parte da intelligentsia mundial via com fascínio o avanço soviético. Os escritos de Mises e Hayek acabaram por inspirar as reformas liberais que começaram nos anos 80. Agora seus seguidores propõem uma recuperação dessas ideias para oferecer uma alternativa em relação ao novo consenso que se forma no mundo pós-crise.
"A crise que vivemos hoje teve início com políticas do governo que levaram à formação de uma bolha especulativa no mercado imobiliário", sentencia o historiador Thomas Woods, autor do best-seller Meltdown, sobre o recente crash. Para Woods e seus colegas, isso pode ser comprovado por causa do papel que tiveram as empresas de hipotecas Fannie Mae e Freddie Mac. Embora privadas, elas tinham um status privilegiado, porque dispunham de uma linha de crédito especial do governo para estimular a venda de casas a pessoas de baixa renda. Juntas, detinham 75% das hipotecas dos americanos. A política de estimular a venda de casas para quem não possuía a menor condição de assumir os compromissos de um financiamento imobiliário foi potencializada pelos juros extremamente baixos. Quando Alan Greenspan, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), estava no comando, a taxa básica permaneceu abaixo da inflação por mais de dois anos. A facilidade de adquirir um imóvel incendiou a demanda e os preços subiram rapidamente. Entre 1998 e 2006, as casas americanas ficaram 150% mais caras. Mais tarde veio a onda de calotes, e os preços desabaram. Para os austríacos, tanto os subsídios como os juros baixos demais foram erros que só podem ser atribuídos ao governo. "Os preços estavam fora da realidade. Criou-se uma prosperidade artificial e insustentável", diz o economista americano Mark Thornton, especialista em bolhas financeiras. O setor imobiliário foi ao chão e arrastou consigo o mercado financeiro. "Não fossem as investidas do governo, nada disso teria tomado as atuais proporções. Por isso dizemos que essa crise é do intervencionismo, e não do liberalismo", conclui Woods.
Contrariados com o avanço da mão estatal, os austríacos veem riscos adiante para a economia mundial. Para eles, os pacotes de auxílio do governo para recuperar a economia repetirão os erros do passado. Avaliam que a nacionalização de empresas quebradas (como ocorreu com a Fannie Mae e a Freddie Mac), o socorro aos bancos e o aumento do endividamento prolongarão a agonia, apesar do efeito de alívio momentâneo. "De onde sairá o dinheiro para arcar com tudo isso? Não existem muitos caminhos além do aumento de impostos e da impressão de mais moeda", diz Lew Rockwell, fundador do Instituto Mises. "Não se pode aceitar um liberalismo pela metade. É inadmissível entregar ao estado o controle da economia. Os interesses de um governo são sempre políticos. Quando esses interesses interferem nos caminhos do mercado, desencadeiam crises", afirma Rockwell. Durante os dois dias de seminários em Porto Alegre, tradicional sede de encontros de esquerda, como o Fórum Social Mundial (cujo lema é "Um outro mundo é possível"), os ultraliberais austríacos alardearam a ideia de que um novo mercado é possível.
Fotos Team/Alinari/Other Images e divulgaçã
RELEGADOS
Mises (acima) e Hayek: influentes na condenação do socialismo,
agora no ostracismo

 

Entrevista Sérgio Besserman Por um Rio sem favelas

Fonte: Revista Veja

Edição 2161

 

 

O economista diz que o inchaço dos morros cariocas
foi produzido pelo populismo e defende a remoção dos
barracos como um indutor do progresso para todos


Monica Weinberg e Ronaldo Soares
Oscar Cabral
"A favela virou um grande negócio para políticos populistas, que trocam dentadura por votos e se perpetuam no poder"

Poucos especialistas falam com tanta autoridade sobre a favelização nas metrópoles brasileiras quanto o economista carioca Sérgio Besserman, 52 anos. As últimas estatísticas disponíveis sobre as favelas no país foram produzidas sob sua gestão (1999-2002) como presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Suas opiniões sobre o assunto dão aquele banho de racionalidade que costuma desconcertar o senso comum. Besserman sustenta que retirar os barracos dos morros no Rio de Janeiro é uma solução que, se implementada, vai trazer ganhos econômicos e sociais para toda a população. Diz ele: "A questão precisa ser discutida com rigor lógico, a salvo das influências de ideologias e do romantismo".
A prefeitura e o governo do estado do Rio de Janeiro começaram, na semana passada, a retirar barracos de áreas de risco. Por que nenhum governante fez isso a tempo de evitar tragédias?
Por um misto de incompetência e demagogia. No Rio de Janeiro, a remoção de favelas passou a ser um grande tabu, sustentado por um assistencialismo barato segundo o qual o estado deve prover tudo aos pobres dos morros - ainda que sua permanência ali possa pôr a própria vida em risco e acarretar prejuízos à cidade como um todo. A ideia absurda embutida nesse raciocínio é a de que quem vive em favela é um cidadão especial, que não precisa se submeter nem à Constituição e não tem os mesmos deveres dos outros brasileiros. Sob essa ótica obtusa, remover favelas é visto como uma afronta aos direitos dos mais necessitados. Essa bobagem demagógica tem suas raízes no populismo que há décadas contamina a política fluminense. O inchaço das favelas do Rio é resultado da combinação desses fatores.
Como o populismo contribuiu para a proliferação das favelas?
Historicamente, ele foi a mola propulsora das favelas fluminenses, tendo como seu principal expoente o governador Leonel Brizola, na década de 80, quando se chegou ao auge de proibir a entrada de policiais nas favelas. O resultado foi um surto de ocupações irregulares. Sem polícia, foi dado o sinal verde para o banditismo. Sob o pretexto absurdo de que havia uma dívida social a ser quitada, foram concedidos aos moradores das favelas direitos inacessíveis aos demais brasileiros pobres ou ricos. Enquanto isso, os populistas iam esparramando nos morros seus currais eleitorais, ganhando votos em troca de tijolos, cimento, dentaduras e bicas-d’água. Isso explica a perpetuação dessa classe de políticos em uma sociedade que se pretende moderna. Eles e as favelas estão aí como símbolos do atraso. Quando alguém fala em remoção de barracos, são justamente eles os primeiros a levantar a voz contra. Claro, não querem perder seus currais eleitorais.
A quem mais interessam a perpetuação e o crescimento das favelas no Rio?
Os políticos são apenas os tentáculos mais visíveis de uma enorme rede de ilegalidades que sustenta milhares de pessoas. Prospera no Rio de Janeiro uma indústria da favelização. No braço imobiliário há, de um lado, os grileiros, que invadem terrenos para vender depois, e, do outro, pessoas de fora das favelas que constroem barracos e os alugam. Os bandidos dominam a vida nas favelas. Eles controlam o comércio de botijões de gás e vendem acessos clandestinos às redes de TV a cabo. Os bandidos cobram até uma taxa a título de oferecer proteção aos moradores. É grande, portanto, o grupo dos que lucram com a existência das favelas. Infelizmente, aos poucos a sociedade foi deixando de se espantar com essa aberração urbana, a despeito das atrocidades cometidas a toda hora em plena luz do dia por um estado paralelo.
Por que a aberração foi assimilada?
Isso se deve, em boa medida, a uma visão romântica e evidentemente deturpada sobre as favelas, que começou a ser propagada por parte da esquerda ainda nos anos 70. Essa corrente passou a difundir a ideia de que a convivência entre a cidade formal e o mundo da ilegalidade não apenas era aceitável como deveria ser pacífica. Acabou resultando numa glamourização da bandidagem. Nessa ótica distorcida, criminosos são tratados como líderes populares e toda e qualquer favela ganha apelido de comunidade, ainda que as pessoas vivam ali sob o jugo dos bandidos e à margem da lei. Isso tudo fez do Rio de Janeiro um péssimo exemplo de tolerância e benevolência com o mundo do crime no Brasil. Também não ajudou a combater o surgimento das favelas. Ao contrário: do ponto de vista cultural, só lhes deu legitimidade.
Como reverter a situação em um cenário em que a população das favelas cresce até quatro vezes mais rapidamente do que a da cidade como um todo?
É preciso fazer primeiro o básico do básico: o estado deve recuperar o monopólio da força nos territórios hoje dominados pelos bandidos. As favelas são lugares em que milhões de pessoas vivem sob outras leis que não a do estado de direito democrático. Na prática, elas não estão sob a órbita da Constituição brasileira. Essa ausência de poder público é um padrão que se dissemina também por outras regiões metropolitanas do Brasil, como São Paulo e Brasília - mas em nenhum outro lugar do país o estado deixou tamanho vácuo. Não é viável almejar uma democracia digna e condizente com os avanços do século XXI sem equacionar essa grande anomalia. O estado moderno surgiu, afinal, para garantir a segurança e a paz social. É justamente o oposto da brutalidade que grassa nas favelas do Rio.
O senhor considera a experiência das Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas cariocas (em que os traficantes são expulsos e a polícia passa a ocupar permanentemente os morros) uma maneira eficaz de o estado retomar o controle dos territórios em questão?
Diria que o princípio não apenas é acertado como, daqui para a frente, o estado não tem mais o direito de retroceder dessa iniciativa. Finalmente, as autoridades entraram em algumas favelas e retomaram o poder, primeiro passo de um processo civilizatório que precisa continuar.
Por que a remoção de barracos é uma solução?
Em contradição com a opinião dominante, acho que há muitos casos em que a remoção se justifica. Antes de tudo, é preciso começar a tratar essa questão com a objetividade que ela requer, longe da sombra da ideologia e dos interesses escusos. Não há como discordar da ideia de que alguém que tenha seu barraco fincado sobre os restos de um antigo lixão, como é o caso de dezoito favelas no Rio, deve ser retirado imediatamente de lá. O mesmo vale para quem tem a casa espetada à beira de um precipício, em flagrante situação de risco. Até aí, prevalece um relativo consenso. No entanto é preciso ir além, encarando uma questão de fundo econômico que é central mas foi posta de lado no debate: as áreas favelizadas provocam uma acentuada degradação da paisagem da cidade, um ativo cujo valor é incalculável. Portanto, quando uma análise de custo-benefício revelar que a realocação de uma favela trará retorno financeiro e social elevado, por que razões não cogitar sua remoção?
Como exatamente a economia da cidade se beneficia de uma remoção?
A Lagoa Rodrigo de Freitas, cartão-postal da Zona Sul carioca, é um caso emblemático dos aspectos positivos que podem se seguir a uma remoção. Quando uma favela foi retirada dali, em 1970, os imóveis da região, cujos valores vinham sendo depreciados, inverteram a curva e passaram a se valorizar, aumentando a riqueza do bairro e da cidade, em benefício de todos. A riqueza é destruída no mesmo ritmo em que a favelização se alastra. Os mais pobres também perdem quando a riqueza deixa de ser criada ou é destruída. Os mais pobres são sempre os mais vulneráveis economicamente. Não tenho dúvida de que a política de remoção de favelas, que muitos ideólogos por aí definem como elitista, pode ser inclusiva, proporcionando mais benefícios do que prejuízos à maioria. O discurso da não remoção é um discurso antipobre.
Por que o estado chegou tão perto de remover certas favelas do Rio, mas acabou voltando atrás?
Além de toda aquela gente que se beneficia da indústria da favelização e faz pressão contra, a ação de pessoas bem-intencionadas também atrapalhou. Veja o que aconteceu no Morro Dona Marta, em Botafogo, outro endereço valorizado da Zona Sul. Na década de 60, quando ali havia uns poucos barracos, o governo anunciou que faria a remoção. Mas setores ligados à Igreja, sob a liderança do então bispo auxiliar do Rio, Dom Helder Câmara, se insurgiram. O resultado foi previsível. A resistência incentivou a vinda de mais e mais moradores, e o Rio perdeu mais uma vez.
O que fazer no caso daqueles morros que já atingiram dezenas de milhares de habitantes, como a Rocinha?
Feitas as contas, existe um consenso de que é muito mais simples e barato urbanizar essas favelas do que removê-las. A ideia central não é apenas prover os serviços nos moldes do velho assistencialismo, mas cobrar por eles, o que é natural com a inclusão dessas pessoas na economia formal da cidade. É preciso ter em mente que 1,3 milhão de habitantes do Rio pertencem ao mundo informal dos morros - o que representa um de cada cinco moradores. A entrada desse contingente na economia formal teria efeito muito positivo para a cidade. Isso depende da implantação de uma política habitacional séria, área em que os governos brasileiros em todos os níveis são tradicionalmente omissos.
Há algum sinal de melhora nesse cenário?
Do ponto de vista das políticas públicas, não houve nenhuma novidade relevante nos últimos anos. Mas é preciso reconhecer que o atual ambiente macroeconômico aumenta as chances de avanço. A começar pelo fato de que não existe mais aquele cenário de inflação galopante, que inviabilizava o acesso ao crédito imobiliário para todos os estratos de renda. Habitação é o tipo de demanda que não pode ficar insatisfeita: se o governo não tem uma boa política, as pessoas dão o seu jeito, como tem ocorrido nas favelas brasileiras desde a década de 50. Instalar-se nelas pode até ter sido uma solução boa individualmente para quem não tinha um teto sob o qual morar - mas para as grandes cidades em todo o país significou um verdadeiro desastre.
Como mensurar isso?
A experiência internacional mostra - e o caso brasileiro confirma - que a presença maciça de favelas afeta o ambiente de negócios e faz reduzir as chances de uma cidade competir globalmente. Está comprovado que um cartão-postal degradado e grandes áreas tomadas pela informalidade e pela violência são fatores decisivos para prejudicar a dinâmica econômica e afugentar investidores. Olhe o que está acontecendo no México, onde os cartéis da droga passaram a controlar grandes territórios e se tornaram um dos principais obstáculos ao aumento da competitividade do país. O Brasil ainda não chegou a esse ponto, mas caminhará para isso se não der fim ao controle territorial exercido por bandidos nas regiões metropolitanas.
Há perspectivas de que as favelas deixem de existir a longo prazo?
Para mim, a melhor de todas as definições de favela é a que a descreve como um território à margem das leis que regem o restante da cidade. Elas começarão a deixar de ser favelas quando o estado se livrar de seus vícios populistas paralisantes e derrotar a bandidagem que exerce poder efetivo sobre o cotidiano de milhões de brasileiros.

domingo, 18 de abril de 2010

Índia tem 100 milhões a mais vivendo abaixo da linha de pobreza

Quem diria, cada ano a Índia "cresce" mais economicamente e a população, ao contrário, se lasca mais.
Esses BRICs não estão com nada mesmo. Não adianta apenas ter dólares de monte na conta do governo se o Estado é um porcaria.
Por Bappa Majumdar e Abhijit Neogy
NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia tem atualmente mais 100 milhões de indianos vivendo abaixo da linha na pobreza do que em 2004, de acordo com estimativas oficiais anunciadas neste domingo.
O país conta agora com 410 milhões de pessoas vivendo abaixo dessa linha determinada pela ONU --gente que vive com uma renda de 1,25 dólar por dia.
A taxa de pobreza cresceu e atinge 37,2 por cento da população, contra 27,5 por cento de 2004, uma mudança que vai exigir que o governo gaste mais dinheiro com os pobres.
A nova avaliação chega semanas depois que Sonia Ghandi, líder do partido do Congresso, que governa o país, pediu ao governo para modificar uma Lei de Segurança Alimentar para incluir mais mulheres, crianças e pessoas necessitadas.
"A Comissão de Planejamento aceitou o relatório sobre a pobreza", disse Abhijit Sem, membro da Comissão de Planejamento, à Reuters, referindo-se ao novo relatório de dados da pobreza, apresentado por uma comissão do governo, em dezembro.
A Índia calcula a parcela da sua população que vive abaixo da linha da pobreza verificando se as famílias podem pagar uma refeição completa que inclui o mínimo das necessidades de nutrição por dia.
Não ficou totalmente claro quanto o governo federal precisará gastar na população pobre, já que isso vai depender da Lei de Segurança Alimentar, que será apresentada ao governo depois que as mudanças necessárias forem feitas, dizem as autoridades.
A Comissão de Planejamento da Índia vai se reunir com os secretários de alimentação e gastos, na próxima semana, para avaliar os aspectos financeiros do orçamento, dizem os funcionários do governo.
Acredita-se que um terço dos pobres do mundo se encontram na Índia, vivendo com menos de 2 dólares por dia, menos do que em muitas partes da África Subsaariana, dizem os especialistas.
O governo indiano gasta apenas 1 por cento do seu PIB em instalações de saúde pública, forçando milhões de pessoas a lutar para conseguir remédios, segundo o relatório que a Oxfam e outras 62 agências publicaram no ano passado.
Enquanto a economia da Índia está se recuperando de uma recessão global, milhões de pobres na Índia rural têm dificuldades em sobreviver com uma inflação no preço da comida de 17 por cento.

True Outspeak Olavo de Carvalho dia 05 04









sexta-feira, 16 de abril de 2010

MST E CPT INVADEM ATÉ A PRIMEIRA PÁGINA DO ESTADÃO


O Estadão publica hoje uma reportagem, que lhe rendeu manchete, toda ela pautada pela Comissão Pastoral da Terra. Isso quer dizer que o MST, quem diria?, invadiu as páginas do Estadão. Espero que não consigam levar a sua lona preta para os editoriais, quase sempre excelentes.
A manchete informa: “Conflito agrário cresce no governo Lula”. Quem coletou os dados, com base em informações fornecidas pela “sem-terrista” Comissão Pastoral da Terra, é o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, pesquisador da Universidade Federal Fluminense, que trabalha para a pastoral. “CONFLITIVIDADE”? Carlos Walter invadiu o dicionário e passou o trator sobre as palavras, mais ou menos como o MST faz com laranjais. “Conflitividade” é um modo de evitar a palavra “invasão”, emprestando-lhe uma espécie de sotaque e abstração sociológicos que faz parecer que a bandidagem no campo é uma fatalidade da natureza ou das relações sociais. Mas vamos lá.
Entre 2003 e 2009, seis anos de governo Lula, a média anual de “conflitividades” chegou a 929, contra 800 nos seis primeiros anos do governo FHC. Em 2001, uma Medida Provisória que indispunha para reforma agrária terras invadidas e que criava uma cadastro de invasores fez com que essa média anual caísse para 536. A MP continua em vigor, mas o governo Lula se nega a aplicá-la — isto é, não cumpre uma lei. E é isso que fez a média quase dobrar entre 2003 e 2009: das 536 invasões para 929.
O “geógrafo da conflitividade” tem uma explicação — e, nesse caso, o Estadão não se preocupou em ouvir o “outro lado”. Segundo ele, “a eleição de Lula, um operário ligado ao Partido dos Trabalhadores, significou a afirmação do processo de redemocratização, criou enormes expectativas de mudanças e, ao mesmo tempo, açulou o medo das oligarquias rurais, que passaram a reagir com maior intensidade e mais violência”.
Essa sua explicação, acreditem, foi parar no texto da manchete do Estadão, indicando que o MST invadiu também a primeira página. Entende-se, segundo o que vai acima, que os oito anos de governo FHC e os dois anteriores, de Itamar Franco, não tinham, ainda, “afirmado o processo de democratização” o bastante. Só o governo Lula o fez. E, como se nota, os responsáveis pelos conflitos são “as oligarquias rurais”, que passaram a reagir “com violência” ao pacifismo do MST… É o fim da picada! Mais: a fala trata como um dado da realidade esta relação: “mais conflitos = mais democracia”.
Com a mesma sem-cerimônia com que assalta o vocabulário, Porto-Gonçalves assalta os fatos. Ele próprio informa ao repórter do Estadão que “a violência no campo atinge o maior volume de assassinatos já registrado na história recente” entre 1985 e 1990″, o que desmente a sua própria fala destacada em negrito. A reportagem não percebeu a contradição por uma razão óbvia: a matéria está sendo conduzida segundo a visão de mundo da CPT e, por conseqüência, do MST.
E o rapaz vai longe, vendendo a sua versão ao Estadão, que não se ocupou de ouvir mais ninguém. Como é que Porto-Gonçalves chega à conclusão de que aumentou a violência no campo? Assim: “Não foi só a violência do poder privado que aumentou. No período recente, houve um crescimento notável no número de famílias despejadas de áreas ocupadas, o que significa que a violência do poder público também aumentou.”
Entenderam? Ele está chamando as ações de reintegração de posse, determinadas pela Justiça, de “violência”. Vale dizer: se o proprietário defende a sua propriedade por conta própria — leitor, você tem ou não o direito de proteger a sua casa ou o seu apartamento?  —, é “violência das oligarquias”; se ele recorre à Justiça, aí é “violência do poder público”. Corolário: a única saída, para se aplicar a não-violência, é deixar o MST invadir à vontade.
Os números, ainda que fornecidos pela turma da invasão, provam o descalabro do governo Lula nessa área. Quanto ao Estadão, fazer o quê? Acho que o Movimento dos Sem-Jornal poderiam tentar invadir o mais que centenário defensor do republicanismo, não é mesmo? Ou, então, em nome do “outro lado”, a direção poderia contratar alguns ruralistas. Como se nota, o MST e a CPT já chegaram à reportagem e à primeira página. Já que não conseguimos mais garantir o princípio da lei no jornalismo, que se fique, ao menos, com o equilíbrio do outro-ladismo. É detestável, eu sei. Mas ainda é melhor do que ser editado pelo MST.
Às vezes, fico com a impressão de que a sala ou andar dos editoriais estão com o MST estacionado na porta, pronto para invadir as terras do bom senso.

SURREALISMO: DILMA NEGA QUE CONFLITOS NO CAMPO TENHAM AUMENTADO 

Por Elder Ogliari, da Agência Estado. Volto em seguida:
A pré-candidata do PT à presidência da república, Dilma Rousseff, disse há pouco que não concorda que os conflitos agrários tenham aumentado no país durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme os jornais de hoje divulgaram. “Os dados não apontam nesse sentido”, afirmou Dilma, passando a discorrer sobre os programas que o governo federal desenvolveu nos últimos anos.
“O governo Lula encaminhou as condições para a agência ter paz no campo”, ressaltou. A seguir Dilma, que disse que o governo assentou quase 600 mil famílias, elevou os financiamentos do Programa Nacional da Agricultura Familiar de R$2 bilhões, no início, para 15bilhões na safra de 2009. Também citou o Mais Alimentos que financiam tratores para a agricultura familiar e, ainda, Luz para Todos, que leva energia elétrica ao campo.
“Isso permite afirmar que nós construímos as condições para encaminhar a paz no campo”, reiterou. “Mas sabemos que os movimentos sociais funcionam pela cabeça deles; nós estamos criando as condições para os movimentos sociais como o dos Sem Terra tenham suas reivindicações históricas atendidas”. Dilma está em Caxias do Sul onde fala neste momento numa reunião-almoço promovida pela Câmara de Indústria e Comércio do município.
Comento
Dilma está negando dados levantados por seus próprios aliados. Dados que são, de resto, incontestáveis. A única diferença entre a candidata do PT e seus aliados do MST é que ela sabe que esse dado não é necessariamente bom para a sua campanha, e eles consideram que o aumento de invasões — que aquele senhor chama “conflitividade”  — é uma maravilha da democracia.
A fala de Dilma também revela um estranho modo de pensar. Segundo ela, não houve aumento de invasões porque 600 mil famílias foram assentadas no governo Lula. Ainda que o número seja real, o que uma coisa tem a ver com a outra? TEM,  MAS NÃO COMO ELA DIZ.
Os assentamentos feitos nos governos FHC e Lula deveriam, claro, ter feito diminuir o número de conflitos no campo. Mas eles aumentaram. O que é, aparentemente, uma contradição revela mais do que dados coordenados por adição: trata-se de uma relação de causa e efeito. Quanto mais se cede às chantagens do MST, mais o MST invade, depreda, aterroriza.
A razão é simples. O MST é um movimento de inspiração maoísta, com laivos da Escatologia da Libertação. Esses dois horrores ideológicos somados não podem dar em boa coisa. E não dão.
O MST não fará a pretendida revolução socialista, claro. Mas vai fazer de tudo para continuar a ser um aparelho financiado com o nosso dinheiro.

 


terça-feira, 13 de abril de 2010

Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas

 Fonte: http://www.ecocidio.com.br/2010/04/12/cientistas-internacionais-alertam-para-doencas-e-efeitos-colaterais-danosos-advindos-das-vacinas/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Ecocidio+%28Ecocidio%29



Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas
5 de março de 2010 – José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, editor do STOP, e dr. Roberto Giraldo, médico infectologista e imunologista.

Óbitos e reações “graves e desconhecidas” à vacina da gripe suína foram
registrados na Suíça e em outros países; vacinas em geral são  questionadas  há décadas.


Este artigo é constituído dos seguintes pontos:

1) Por que este artigo agora?;
2) Doenças causadas pelas vacinas;
3) Por que continuam vacinando?;
4) Como evitar legalmente as vacinas;
5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico.


1) Por que este artigo agora?

Como é do conhecimento público, em março começa a campanha massiva do Ministério da Saúde, por meio da qual pretende vacinar 80 a 90 milhões de brasileiros com a vacina contra gripe suína; porém, desde várias décadas atrás, existem cientistas e múltiplas ONGS, em praticamente todos os países do mundo, que questionam a eficiência e a segurança das vacinas, sobretudo esta, contra a denominada gripe A.
O programa de vacinação em massa no Brasil  prevê iniciar  pelo pessoal da saúde, índios das aldeias, mulheres grávidas, doentes crônicos, crianças de 6 meses a dois anos,  adultos entre 20 e 39 anos e pessoas acima de 60 anos, com doenças crônicas graves ou com o sistema imunológico debilitado.
Na edição anterior do STOP (fevereiro 2010) publicamos que  a vacina contra gripe suína foi rejeitada pelos europeus,  e a própria OMS está sob suspeita em países do Velho Continente,  onde Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa critica abertamente a instituição, acusando-a de ter decretado uma falsa pandemia, que favorece os laboratórios multinacionais; neste artigo mostramos que tem havido casos de morte (até de fetos) e sintomas graves após aplicação dessa vacina, que pode causar ainda uma síndrome neurológica rara, capaz de levar à morte.

Para melhor conhecimento dos leitores, postamos no site www.stop.org.br (link STOP Denúncia) os seguintes artigos: “Farmacêuticas são acusadas de alarmar governos para vender vacinas e remédios contra a gripe suína”, “Cientistas  questionam validade da vacina contra gripe suína”, “Vacina contra gripe suína pode causar doença rara”, “Freira (médica) beneditina faz campanha contra a vacina da gripe H1N1”, “Por que somos obrigados por lei a sermos vacinados?”. Postamos ainda uma lista intitulada “Alguns sites e outros documentos com informações científicas contra o uso de vacinas”, contendo 64 websites em inglês, 9 em português, 14 em espanhol, 2 em francês, 7 em sueco, 11 em finlandês, 1 em italiano, 15 em alemão; contém ainda cinco sites que instruem “Como resolver o assunto da obrigatoriedade das vacinas para as crianças nas escolas” – isenção que pode ser conseguida por motivos religiosos, por exemplo; o endereço de 6 ONGS contrárias às vacinas, 74 livros que se opõem à vacinação, bem como uma lista de 8 recentes artigos científicos defendendo a vacinação.

2) Doenças causadas pelas vacinas
Desde muitos anos atrás está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a desenvolveu.
Além disso, não há prova convincente alguma que as vacinas tenham feito diminuir ou erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando naturalmente, havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo  na primeira metade do século XX.
Alterações Neuropsíquicas
Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações neuropsíquicas, que são as maiores consequências;  no caso das crianças, retardam seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo  (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice (coqueluche, tétano e difteria), problema  atribuído ao timerosal (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos portanto. Também pode haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.
Síndrome de Guillain-Barré
A  vacina da gripe suína pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte, alertou o Governo britânico,  através da Agência de Proteção da Saúde (Health Protection Agency) em carta confidencial aos neurologistas  do país (fato noticiado pelo Correio da Manhã (Portugal), dia 17 de setembro de 2009, com o título “Vacina da gripe A pode ser fatal”.[1]
O Ministério da Saúde do Brasil admitiu em nota  que “no Brasil, a possibilidade de ocorrência da síndrome em virtude da vacina, ainda que esta seja rara, será monitorada em parceria com as secretarias estaduais e municipais”; o médico Osvaldo Nascimento, professor de Neurologia da Universidade Fluminense, disse que a ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas; e que recebeu comunicado da Academia Americana de Neurologia alertando para o possível aumento dos casos da síndrome devido à vacinação contra a gripe suína”. [2]
Suíça: Mortes e Efeitos Graves
Na Suíça, cinco das sete pessoas mortas em decorrência da gripe suína, morreram depois de terem sido vacinadas; também foi registrada  a morte de dois fetos no útero após suas mães receberem a vacina;  em pouco mais de um mês de campanha de  vacinação, foram detectados 197 casos de efeitos secundários da vacina:  44  casos de “uma reação grave e conhecida”, prevista na bula do remédio;  28 casos de “efeitos secundários com reação grave e desconhecida”, entre elas cinco perdas de consciência após a vacinação e um caso de convulsões. A metade dos 197casos, segundo a Swissmedic, “não é atribuível à vacina” (o que significa que a outra metade…o é, ou pode ser…).[3]
França: Governo Recua
Na França, o governo francês cancelou em janeiro a encomenda de 50 milhões de doses de vacinas contra a gripe A,  no valor de 712 milhões de euros, anunciou  a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, à rede de televisão TF1, porque o  governo francês enfrentou uma onda de críticas relacionadas à compra de vacinas , o que motivou, inclusive, uma demanda de investigação parlamentar.[4]
Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica
Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo “O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves”[5] afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.
“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio”
Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas[6] afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (…) Cada inoculação representa  mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde, (…) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”
Corrupção no Ministério da Saúde
Mais adiante, Philipe Champagne afirma: “a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado 2 milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux” .
Morte súbita
O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral,  afirmou o seguinte: “Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças”. Mais à frente, disse o seguinte: “Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças”. As frases constam de seu artigo: “A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.).[7] Dr. Mendelsohn lecionou na Northwestern University Medical College e na University of Illinois College of Medicine e foi presidente da National Helth Federation (NHF); escreveu 3 livros: Confessions of a Medical Heretic (Confissões de um médico herético, 1980);Male Practice: How Doctors Manipulate Women (Má prática (do macho): como os médicos manipulam as mulheres, 1982); e How to Raise a Healthy Child in Spite of Your Doctor (Como criar uma criança saudável apesar do seu médico, 1987).
“Eu instaria você a rejeitar toda vacinação para suas crianças”
Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade”. E acrescenta:  “Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola”.
Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantil” e “a Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.”
Indaga o renomado pediatra: “Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.”
EUA: Processos contra laboratórios e médicos
A seguir, dr. Mendelsohn cita o exemplo do que estão fazendo nos Estados Unidos, sugerindo que o mesmo deveria ser feito em outros países: “Um número cada vez maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as consequências legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contraindicações ao seu uso”.
Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”
Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: “How to stop your doctor kiling you” (Como impedir seu médico de matá-lo). “Acredito firmemente que se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?”[8]

3) Por que continuam vacinando?
Cinqüenta anos atrás, as crianças recebiam, no máximo, 2 ou 3 vacinas; em 1989, nos EUA cada criança recebia 11 vacinas até os 15 anos de idade; em 1999, passou a receber 22 vacinas, e em 2009, 35 vacinas! O que todas essas substâncias vão gerar nessas crianças e adolescentes, perguntam-se alarmados, alguns cientistas honestos por esse mundo afora.
Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que após a introdução da vacinação massiva em diversos países a decadência na saúde desse público infanto-juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem a velocidade alarmante, assim como distúrbios e comportamento. Antes as crianças tinham sarampo, catapora, cachumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas doenças – `{as vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo, retardo no desenvolvimento etc.
O sistema imune amadurece naturalmente nos 15 primeiros anos de vida , com o que a criança come, bebe, respira e, sobretudo, com as suas emoções; as doenças da infância auxiliam sobremaneira no amadurecimento da imunologia; portanto, constitui um evidente contrassenso estimular fortemente o sistema imunológico com vacinas.
Então, por que as vacinas continuam a ser aplicadas? Aqui, segundo vários pesquisadores e políticos, como Robert Kennedy Jr.,  entram os lobbies dos interesses econômicos dos grandes laboratórios, que têm lucros astronômicos com as vendas de milhões de doses de vacinas para pessoas saudáveis, feitas aos países de uma só vez.

4) Como evitar legalmente as vacinas
Como vimos neste artigo, muitos médicos escapam ilegalmente de ser vacinados fornecendo atestados falsos de vacinação a suas famílias e amigos próximos, embora vacinem a população; na Alemanha, outra irregularidade,  foram elaboradas duas vacinas diferentes: uma sem adjuvantes para os políticos e militares, e outra, normal, para a população (fato que gerou enorme escândalo em toda Europa ).
Para o cidadão comum, que deseja evitar consciente e legalmente a vacinação, em cada país existe uma lei do consentimento informado. As pessoas têm o direito de ser informadas detalhadamente dos riscos, dos efeitos colaterais, de ver a bula etc. e têm o direito de decidir sobre sua saúde, após saber os prós e os contras. Embora haja pressões, ninguém pode ser forçado a se vacinar por uma empresa (sob ameaça de ser mandado embora), ou por uma escola (sob ameaça de ser desligado do corpo docente ou discente); assim também, embora seja praxe não se poderia impedir de matricular uma criança na escola pública apenas porque seus pais decidiram, por motivo de convicção íntima,  não vaciná-la; especialistas recomendam que um advogado seja consultado nestes casos para impor o direito do cidadão.

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico
por Roberto Giraldo, extrato do livro “Como Prevenir e Curar a Gripe Suína e Qualquer Outra Doença, Usando o Nosso Médico Interior” www.editoraproton.com.br
As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto que esta é uma das leis fundamentais da infectologia. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular.
A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal são o melhor estimulante do sistema imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos, escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que com suas técnicas estimulem as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém precisaria de máscaras cirúrgicas nem antibióticos. Todo contágio poderia ser neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.
Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia, junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais, antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. Um pouco de exercício ao ar livre, desfrutando a beleza da criação, combinado com respiração profunda e meditação ajudaria bastante. Os professores de Ioga, Tai Chi, de Aeróbica e Pilates, poriam seu grão de areia.
Também deveriam organizar conferências, seminários e mesas redondas nos meios de comunicação, com diferentes profissionais da saúde, psicanalistas (trilógicos) e terapeutas naturais, para ensinar técnicas simples às pessoas, a fim de tornarem seus sistemas imunes mais fortes e equilibrados.
As autoridades têm a obrigação de apoiar estas atividades para benefício das pessoas e da sociedade.
A suposta epidemia de gripe suína não é outra coisa senão uma atuação dos poderosos das finanças com intenções macabras sobre as massas indefesas. A verdadeira epidemia atual é a de não aceitarmos a realidade, é uma epidemia de alienação, é uma epidemia de delírio…

[5] Fonte: Vous et votre témoignage santé nº 10 – junho de 2004    www.taps.org.br tag: vacinas
[6] Fonte: Des Clefs pour Vivre nº 49 – abril de 2004   www.taps.org.br
[7] Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001    www.taps.org.br
[8] Fonte: Vernon Coleman’s Health Letter, vol. 5, nº 3, outubro 2000