quinta-feira, 30 de maio de 2013

(IN)constitucionalidade da marcha das vadias

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Bíblia a fundo: O que é um "desviado"?

Bíblia a fundo: O que é um "desviado"?:     

     Esse termo (ou ainda a palavra "afastado") é quase sempre usado no meio cristão para se referir àquele indivíduo que frequentava uma igreja evangélica e em dado momento, por várias razões que não cabem aqui, deixa de frequentar. Mas será que "desviar/afastar do caminho do Senhor" é sinônimo de "desviar/afastar da denominação ou da religião"? Vejamos o que o Evangelho nos ensina:
"E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." (Mateus 7:14).
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6).
     Para que possamos ter como sinônimas as duas expressões (do primeiro parágrafo), a palavra "igreja" (no sentido de instituição religiosa) devem ser sinônimo de "Jesus". Será que é? Quem nos trouxe a graça? Quem derramou o Seu sangue na Cruz, para nos perdoar de todo o pecado? Quem nos trouxe salvação? Quem é o Caminho? Pois bem... Não preciso nem dizer que a resposta "igreja" não serve em nenhuma dessas perguntas, certo? Logo, "desviado" não necessariamente é aquele que deixou de frequentar uma denominação religiosa e sim, aquele que não vive conforme ensina o Evangelho. "Desviado" é justamente o oposto de "convertido". E convertido a que? A uma religião ou denominação? Não! Convertido a Jesus Cristo, ao Evangelho! Convertido é aquele que vive conforme Cristo ensinou, que é em amor. A pessoa reconhece que Jesus é o Caminho, que é o Filho de Deus encarnado, que deu Sua vida para que todos os que nEle cressem tivesse a vida eterna. Diante dessa fé, a pessoa passa a obedecer a Palavra de Deus, não por medo ou por interesse e sim, pois é constrangido diante desse amor incomparável de Deus pelo homem.
     Perceba então que estar no Caminho nada tem a ver com ser membro de uma instituição ou frequentar um templo. Uma denominação religiosa tem muitas pessoas, mas não significa que são convertidas. Podem ter sido convertidas àquela denominação, mas isso não guarda relação com "conversão genuína a Cristo". Religiões/denominações são criações humanas; o Evangelho é de Deus. As religiões é que precisam se enquadrar na Palavra de Deus, pois o compromisso do Eterno é com Sua Palavra e não com o que o homem cria para reunir pessoas. Lembram das cartas às igrejas (ajuntamentos humanos) em Apocalipse? Deus "elogiava" o que era correto e condenava as falhas. Se as chamadas "igrejas" estiverem vivendo o Evangelho, Deus ali estará; se não estiverem, Deus não tem nenhum prazer que elas continuem existindo.
     Um problema sério é que a maioria das denominações coloca a "igreja" como um deus, no mesmo nível de importância de Cristo. Ou seja, para ser salvo a pessoa deve levantar as mãos em um culto (esse é o sinal que pedem de que houve conversão), dizendo que aceitou a Jesus como salvador, e começar a frequentar todos os cultos e atividades que a liderança desenvolve. Os que ali não estão são chamados de "não-convertidos", de "incrédulos", de "mundo"... Sendo assim, as pessoas são ensinadas, mesmo que de forma implícita, que se elas estiverem ali (mesmo que a vida não seja nada condizente com o Evangelho), Deus está satisfeito; se não estiverem, estão "afastadas de Deus".
     Portanto, "desviar-se" ou "afastar-se" (como preferirem chamar) dos caminhos do Senhor nada tem a ver com estar ou não fazendo parte do rol de membros de uma instituição. Afastar-se de Deus é não fazer a Sua vontade, que foi revelada em Cristo. Muitos estão diariamente dentro de templos, podendo ser até líderes que arrastam multidões, mas estão "desviados" de Deus há muito tempo, mesmo que para os cristãos essas pessoas sejam homens ungidos. Outros, por inúmeros motivos não estão filiados a nenhuma denominação, mas estão cumprindo o "Ide" de Jesus, amando, pregando o Evangelho e vivendo relações de amor (congregando) com os irmãos. Ninguém pode acrescentar ou tirar uma ovelha do aprisco do Deus Eterno e Soberano. Deixe esse julgamento com Deus, pois é o que sempre digo: Muitas vezes chamamos "convertidos" de "desviados" e "desviados" de "convertidos".

Autor: Wésley de Sousa Câmara

A ciência depende de dados e provas, e não de consensos na comunidade científica

http://espectivas.wordpress.com/2013/05/27/a-ciencia-depende-de-dados-e-provas-e-nao-de-consensos-na-comunidade-cientifica/

Fernando Pessoa escreveu o seguinte, em meados da década de 1920:
“Em matéria de assuntos sobre que se possam ter opiniões, há assuntos sobre os quais há ciência, assuntos sobre os quais não há ciência mas há experiência, assuntos sobre os quais não nem há ciência nem experiência.
(…)
Nos assuntos em que não há ciência nem experiência, todas as opiniões são válidas, porque ninguém tem base para elas. Não vale mais, pois, nessa matéria a opinião de um homem culto que de um ignorante; o culto poderá expor melhor o que pensa, poderá dar em argumentos o que o ignorante dará por palpites ou por afirmações.” — (“Do Sufrágio Político e da Opinião Pública”)
Quando nos afastamos da ciência, por um lado, e/ou da experiência – histórica, por exemplo – por outro lado, todas as opiniões são igualmente válidas e algumas delas podem ser impostas mediante a força bruta do Estado. O problema surge quando o conceito de “ciência” é deturpado, e passa a ser um produto de consensos na comunidade científica e independentemente de provas, verificações e demonstrações científicas (= cientismo).
É o que se passa hoje, por exemplo, com a teoria do “aquecimento global” ou com a defesa da adopção de crianças por pares de homossexuais; na teoria do aquecimento global existe um consenso de cerca de 98% da comunidade científica acerca da sua existência, mas os dados científicos propriamente ditos não são suficientes para eliminar o cepticismo saudável.
No caso da adopção de crianças por pares de homossexuais, o caso é ainda mais grave: não existe ciência que defenda a bondade dessa tese, e a própria experiência humana com cerca de 5 mil anos de História (e mais de 75 mil anos de pré-história) demonstra a sua invalidade.
Parece que hoje nem a ciência nem a experiência contam para alguma coisa. O que parece contar é a força bruta de uma minoria para-totalitária ideologicamente organizada e entrincheirada no aparelho do Estado.

Amado Batista diz a Marília Gabriela que o Brasil poderia ter sido outra Cuba

sexta-feira, 24 de maio de 2013

LIBERTATUM: Por que todo o sistema bancário é uma fraude

LIBERTATUM: Por que todo o sistema bancário é uma fraude: Atenção:  Para ativar a legenda do vídeo em português: clique no primeiro ícone do canto inferior direito, e clique em "ativar legenda&...

Gays tem 2.000% mais chances de contrairem HIV do que heterossexuais

http://www.deuslovult.org/2013/05/23/guerra-ideologica-e-grupos-de-risco/

Guerra ideológica e grupos de risco

Na esteira da recente decisão do Conselho Nacional de Justiça de obrigar os cartórios de todo o Brasil a realizarem casamentos gays, há duas notícias que merecem ser melhor divulgadas.
A primeira delas é esta do IPCO, que faz uma sóbria leitura do que está acontecendo no país a respeito desta onda de concessão de falsos direitos (cada vez mais exagerados) ao vício contra a natureza. Ainda, apresenta uma iniciativa (foi a primeira vez que eu a vi) que tem potencial para se tornar interessantíssima: uma página para “contato com a imprensa”, contendo os endereços de email de diversos veículos de comunicação a nível nacional e estadual, bem como um breve texto sobre «Como aumentar o efeito de sua carta à imprensa» que merece uma leitura.
O grande problema do Brasil contemporâneo é a enorme discrepância que existe entre as posições ideológicas dos Quatro Poderes e as dos demais cidadãos, meros mortais. Quanto mais estes puderem se fazer ouvir, melhor, e neste sentido é muitíssimo bem-vinda qualquer iniciativa que se proponha a tirar o tal “povo brasileiro” dos discursos demagógicos e trazê-lo para o protagonismo da vida social verdadeira. Há uma guerra ideológica em curso, e simplesmente não faz sentido nos omitirmos de lutá-la.
A segunda notícia é esta d’O Estado de São Paulo, replicada por Zero Hora: HIV ainda desafia saúde pública. Vem da imprensa laica, portanto. Os dados apresentados nela são os seguintes:
Nos dados mais recentes do Ministério da Saúde, de 2012, homens que fazem sexo com homens aparecem como de maior vulnerabilidade: 10,5% estão infectados [com o vírus da AIDS]. Na população em geral, a incidência é de menos de 0,5%.
A desproporção salta aos olhos: na população em geral, nós só encontramos um soropositivo a cada 200 pessoas. Entre os tais «homens que fazem sexo com homens»gays, portanto, por mais que os homossexuais “puros” aparentemente não queiram ser contados entre eles e vice-versa -, é um a cada dez! Por mais que o tempo passe, os grupos de risco continuam existindo, e mudar a forma como se lhes denomina («Não é mais uma questão de se falar em grupo de risco — como ocorreu no começo da epidemia e criou estigmas até hoje dolorosos —, mas entender quem está mais vulnerável», fala Alexandre Naime Barbosa, infectologista entrevistado na matéria) é somente uma tentativa cômoda de mascarar o problema. É óbvio que não o resolve, e nem muda o fato de que há proporcionalmente muito mais soropositivos entre os que vivem como em Sodoma do que entre os que vivem como a Igreja prega! Que aos olhos de muitos Ela seja culpada pela epidemia da AIDS no mundo ao mesmo tempo em que se exalta nas alturas o homossexualismo é somente outro sintoma das loucuras e contradições do mundo moderno.
Tem mais um detalhe. Essa notícia não é muito diferente de outra que eu comentei há quase cinco anos aqui no Deus lo Vult!; na verdade é praticamente igual. Em meados de 2008 eu disse aqui: «Os “[h]omens que fazem sexo com homens são 19 vezes mais propensos a contraírem o vírus HIV do que a população em geral”, como diz o GLOBO» – os dados eram a nível mundial. A matéria de então d’O GLOBO ainda está lá.
Cinco anos, toneladas de camisinhas e milhões gastos com campanhas anti-homofobia depois, os gays em questão ainda são 20 vezes mais propensos a contraírem o HIV do que a população em geral! A realidade não tem compromissos ideológicos. E, depois de fracassos acumulados sobre fracassos, é espantoso que aparentemente ninguém nunca se pergunte se estão de fato fazendo a coisa correta para combater a AIDS. Mas a ideologia fala sempre mais alto: questionar o establishment é pecado mortal, e é incompreensível que os nossos dados epidemiológicos ainda insistam em ser tão obscurantistas.

Juventude Conservadora da UnB: O jurista e o terrorista

Juventude Conservadora da UnB: O jurista e o terrorista: Hoje, 23 de maio, após mais de 6 meses, o posto de ministro do STF ocupado por Ayres Britto – cuja vacância se deu em virtude de sua aposen...

O apocalipse terá de esperar

http://agfdag.wordpress.com/2013/05/07/o-apocalipse-tera-de-esperar/ 

Publicado 07 maio 2013

Aquecimento Global A verdade inconveniente: as mudanças climáticas estão ocorrendo em ritmo mais lento que o previsto pelos propagandistas dos desastres do aquecimento global

 Sempre se brincou que a climatologia é a ciência do achismo, pois não consegue prever com segurança se vai ou não chover no fim de semana. Agora, ela corre o risco de perder o direito de ser chamada de ciência. Na última década, o rigor científico esperado nos estudos climáticos viu-se suplantado por um debate que beira a irracionalidade. Cientistas e ambientalistas se deixaram levar por um tipo de fervor dogmático sobre a necessidade de medidas drásticas para frear a emissão de dióxido de carbono (CO2) decorrente da atividade humana. Na opinião deles, ou se faz isso, ou o aquecimento global causará desastre ambiental de proporções apocalípticas. A complicação é que não se encontrou o meio que permita conter a emissão de gases do efeito estufa sem reduzir a produtividade da economia e o bem-estar das populações. Na semana passada, discutindo com base no prognóstico de um aumento de 2 graus na temperatura média global neste século, os 27 países da União Europeia (UE) confirmaram planos de gastar 20% de seu orçamento anual (hoje daria 24 bilhões de euros) em medidas contra a emissão de CO2. O dinheiro poderia ter melhor destino, pois a visão cataclísmica que a UE se dispõe a enfrentar é, em grande parte, o resultado de estudos manipulados para sustentar a tese de seus autores.

As falhas desses estudos foram claramente expostas por um extenso levantamento publicado pela Universidade de Reading, na Inglaterra. Depois de examinar prognósticos feitos desde 1960, o climatologista Ed Hawkins concluiu que a maioria deles errou vergonhosamente. A principal falha foi a previsão de uma elevação crescente e rápida da temperatura média do planeta. Ocorreu o contrário. A temperatura aumentou abaixo do esperado pelos cenários elaborados pelos climatologistas para as últimas décadas e se mantém estável desde 2008. Como a quantidade de carbono jogada pelo homem na atmosfera duplicou em vinte anos, a verdade inconveniente é que é possível que o CO2 nem sequer seja o vilão. O aumento da descrença no alarmismo do aquecimento global, por sinal, já fez desabar o mercado de carbono, mecanismo que permite a compra e a venda do direito de emitir CO2. O valor negociado caiu de 126 bilhões de dólares, em 2011, para 81 bilhões, no ano passado.

 A ala pessimista da climatologia estimou que a temperatura média do planeta subiria em torno de 1 grau nos últimos quarenta anos. Nada menos que 95% desses cientistas estavam errados. A elevação no período foi de apenas meio grau. À primeira vista pode não parecer um erro tão grande, mas, usado em modelos de previsão climáticos, o dado inexato se multiplica e pode assumir dimensões absurdas. Uma das conclusões baseadas em dados equivocados é que, se nada de drástico for feito nos próximos dez anos, a temperatura global vai disparar 4,5 graus até o fim do século. Os prognósticos extremados serviram de base para um relatório preparado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU, divulgado com enorme repercussão em 2007. O IPCC deu seu aval à associação do aumento da temperatura às emissões de carbono e pintou um cenário de fim do mundo, do qual se destacam a elevação do nível dos oceanos causada pelo derretimento das geleiras e a inundação de cidades costeiras, como Nova York e Rio de Janeiro. “Não sei se foi incompetência ou loucura. Os cálculos são tão absurdos que mesmo considerando as variáveis que eles utilizam é impossível chegar a iguais resultados”, disse a Veja o climatologista inglês Nicholas Lewis, crítico feroz dos prognósticos do IPCC.

Lewis refez os cálculos matemáticos com os mesmos números utilizados como base pelo IPCC. O resultado – como consta no estudo publicado no mês passado – foi a previsão de que o aumento da temperatura ultrapassará 1,6 grau até 2100. Isso é menos da metade do previsto no relatório do IPCC. As consequências de uma elevação dessa magnitude são de pequeno impacto: maior incidência de tempestades e a redução no tamanho das geleiras localizadas em pontos extremos do planeta. Não há risco de nenhuma cidade à beira-mar ser submersa. Secas severas são possíveis, mas só em regiões já atormentadas pela falta de água, como as limítrofes do Deserto do Saara. “Os erros nos cálculos que encontrei são para cientistas o equivalente a dizer que um mais um não são dois”, concluiu Lewis.

 O IPCC existe desde 1988 e, no momento, prepara um novo relatório sobre o clima para ser divulgado em setembro. Seu conteúdo já vazou na internet, e o que vem aí é mais do mesmo. Os relatórios do IPCC são elaborados por 2000 cientistas de todo o mundo, o que lhes dá aparente credibilidade. Na realidade, predominam entre eles interesses políticos, ideológicos, pessoais e de instituições que nada têm a ver com ciência. O indiano Rajendra Pachauri, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz na condição de presidente do IPCC, insistiu em incluir no relatório de 2007 a duvidosa previsão do derretimento a curto prazo das geleiras do Himalaia. Três anos depois, uma investigação pedida pela própria ONU concluiu que se tratava de especulação. Entrou no relatório porque Pachauri dirige um instituto em Nova Déli e precisava justificar o meio milhão de dólares recebido de uma fundação americana para estudar precisamente as geleiras do Himalaia. A investigação apontou o uso indiscriminado de estudos, estatísticas e modelos sem base científica na elaboração do relatório do clima do IPCC.

 É fato que o comportamento do clima ainda está longe de ser inteiramente compreendido pelos estudiosos. Por que ocorreu uma elevação rápida na temperatura média do planeta no início dos anos 90 seguida por um período de estabilidade que se mantém até hoje? No mesmo ano em que a União Europeia se mobiliza para tentar impedir o previsto aumento de 2 graus na temperatura global, a Inglaterra enfrentou seu inverno mais gelado desde 1962, e ainda nevava em Londres um mês depois do início da primavera. Como o aquecimento global se encaixa nesse cenário gelado? Há suposições, mas não respostas decisivas. Apesar das incertezas, vozes influentes conseguiram inserir o aquecimento global no centro das preocupações mundiais. Não há mesmo como ignorar algo que é alardeado como o prenúncio do fim do mundo.

O mais famoso cruzado do carbono é Al Gore, que foi vice-presidente americano no governo de Bill Clinton. Ele ganhou um Oscar com um filme cuja mensagem era a seguinte: ou se interrompe já a emissão de carbono, ou o planeta vai fritar como ovo na frigideira. É interessante, do ponto de vista sociológico, como um movimento nascido praticamente dentro da Casa Branca foi se tomando mais e mais de repúdio ao capitalismo, à indústria e à civilização moderna. A mensagem de fundo parece ser que o homem violou leis sacrossantas da natureza e não lhe resta saída exceto voltar ao estilo de vida neolítico ou padecer num inferno de fogo. Não é sem razão que o cientista americano Robert Zubrin. Em livro recente, põe Gore entre os “líderes de um culto contra a humanidade”. A associação entre clima e punição divina está entre nós desde que um Cro-Magnon espiou pela entrada da caverna e se perguntou quem mandava no raio e no trovão. O conceito do fim do mundo pelo pecado ecológico é mais recente. Quarenta anos atrás, havia a firme convicção de que estávamos às vésperas de uma nova era glacial. Em 14 de agosto de 1976, The New York Times informou a seus leitores da existência de “muitos sinais de que a Terra pode estar a caminho de outra Idade do Gelo”. No ano seguinte, a revista Time publicou uma capa afirmativa: “Como sobreviver à Idade do Gelo que vem ai”. O tema ambientalista é o mesmo, mas mudou a polaridade: em lugar de sucumbir ao frio, a humanidade morrerá de calor.

A atividade humana pode poluir o ar que respiramos e arruinar o ambiente em que vivemos. É bom lutar contra esses estragos ambientais. Mas mexer com o clima do planeta parece estar além da capacidade do homem. Os ciclos de variações climáticas são naturais. Mil anos atrás, a temperatura média da Terra era superior à atual. Há 300, passamos por uma mini Era do Gelo. Estudos geológicos indicam que faz 50 milhões de anos que o planeta passa por um resfriamento, com queda de 20 graus [?] em sua temperatura média desde então. É bem possível que neste momento a Terra possa estar no finzinho de uma era glacial. A verdade inconveniente que muitos não querem aceitar é que o planeta esquenta e esfria por motivos próprios – e que pouco se pode fazer a respeito.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, Revista Veja, 08/05/2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

LIBERTATUM: Dinheiro do povo, não é para o povo e nem pelo pov...

LIBERTATUM: Dinheiro do povo, não é para o povo e nem pelo pov...: Ernesto Caruso 3         A última propaganda do PT/Lula/Dilma/10 anos no poder, desrespeita o símbolo nacional de magno significado...

Químico presente em produtos plásticos reduz nível do hormônio sexual masculino

http://www.produtosperigosos.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3535 Químico presente em produtos plásticos reduz nível do hormônio sexual masculino Bisfenol A foi encontrado em 70% das amostras de sangue de homens que trabalhavam em uma fábrica de produtos químicos na China A exposição crônica ao químico bisfenol A (BPA) pode diminuir os níveis de testosterona em homens, de acordo com pesquisadores da Kaiser Permanente's Division of Research in Oakland, nos EUA. Os resultados mostram que homens expostos ao BPA no trabalho em uma fábrica de produtos químicos na China por pelo menos seis meses tinham níveis mais baixos de testosterona no sangue, em comparação com aqueles que trabalhavam em outras fábricas. "A pesquisa fornece mais evidências de que o BPA pode alterar os níveis de hormônios sexuais masculinos", afirma o pesquisador De-Kun Li. Estudos anteriores, também realizados em trabalhadores de fábricas chinesas, têm sugerido que o BPA pode reduzir a contagem de espermatozoides, bem como aumentar o risco de disfunção sexual em homens, efeitos sobre a saúde, que são controlados, em parte, por hormônios sexuais. BPA é semelhante ao hormônio feminino estrogênio, o que significa que ele pode ter efeitos sobre o organismo humano. O efeito do BPA nos homens pode ser mais rápido e mais fácil de detectar do que o efeito sobre as mulheres, porque os homens têm níveis muito baixos de estrogênio. BPA é encontrado em alguns plásticos, recipientes para alimentos enlatados e outras embalagens de alimentos, e a maioria das pessoas nos EUA têm o produto químico em sua urina. Segundo o pesquisador Heather Patisaul, da North Carolina State University, que estuda os efeitos do BPA, o estudo analisou o químico no sangue, ao invés da urina. "Níveis de BPA no sangue fornecem uma melhor medida da exposição crônica ao produto, mas são tipicamente muito baixos, e podem ser influenciados pela contaminação ambiental", afirma Patisaul. Os homens que não trabalham em uma fábrica de produtos químicos provavelmente teriam níveis de BPA no sangue que são muito baixos para serem detectados. No estudo, cerca de 70% dos homens que trabalhavam na fábrica de produtos químicos tinham níveis detectáveis de BPA no sangue, enquanto que o mesmo era verdade para 5% das pessoas que trabalhavam em outras fábricas. O estudo foi publicado na revista Fertility and Sterility. (Fonte: Sis Saúde – 15/05/2013)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

.: Lobão tem razão:

.: Lobão tem razão:: Lobão sempre falou em suas músicas sobre liberdade. Ele, assim como Raul, eram antes anarquistas que exatamente marxistas, ainda que o prime...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Blog do Pim: A conspiração dos fatos

Blog do Pim: A conspiração dos fatos: [Também publicado no Mídia Sem Máscara - aqui . Algumas notas foram publicadas originalmente no facebook e contêm uma pequena porção das ...