Divinity Original Sin - The board game
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sábado, 27 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flutuante” era ficção ambientalista
http://ipco.org.br/ipco/noticias/expedicao-descobre-que-imensa-ilha-de-lixo-flotante-era-ficcao-ambientalista#.VIbLOsmHgUE
Era uma vez uma imensa ilha de lixo boiando no Pacífico. Apenas uma ilha? Um subcontinente! De acordo com o movimento ambientalista algo em torno de 700.000 até 15 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, uma ou duas vezes o tamanho dos EUA (cfr.: WIKIPEDIA Great Pacific garbage patch).
Mas só uma ilha? Por que não várias,ou até muitas, intoxicando o maior oceano do mundo?
A corrida ao exagero nas denúncias de “catástrofes ecológicas” vão daí para pior.
A incomensurável “massa plástica” gerada pelo consumismo capitalista – porque afinal só ele poderia ter produzido semelhante monstro – teria seus equivalentes em outros oceanos e mares.
Peixes de variadas espécies morriam intoxicados e beiravam a extinção, os oceanos se acidificavam e perdiam o oxigênio, virando desertos líquidos povoados pela morte lá onde outrora houve simpáticos seres vivos.
Algo tão imenso e grave deveria ter sido visto por alguém em alguma parte, em algum momento e de alguma forma.
Mas, de fato, nunca foi visto, excetuadas imprecisas observações de viajantes ou esportistas. Nem mesmo os satélites conseguiam fotografá-lo. Para nossos incorrigíveis verdes, as características deste lixo colossal e assassino impediam as fotos.
As “Grande Ilha de Lixo do Pacífico” ou “Grande Sopa de Lixo do Pacífico” foi imaginada pela primeira vez em fevereiro de 2008 no site da BBC e no jornal britânico The Independent.
O aterrador espantalho foi glosado pela mídia sensacionalista, empenhada em espalhar cenários ambientalistas apocalípticos.
Mas ninguém nunca o tinha analisado, mesurado, fornecido um parecer científico ponderado. E os “verdes” nunca fariam uma coisa que esfriaria a fervura anticapitalista.
A espantosa imaginação motivou o Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) da Espanha, a maior instituição pública do país, dedicada à investigação científica, e a terceira maior em importância da Europa.
O CSIC, então, arcou “o maior projeto interdisciplinar já feito sobre a mudança global”, de acordo com informação do jornal El País de Madri.
O orçamento total foi de seis milhões de euros, além das despesas com os navios oceanográficos da Marinha espanhola — o Hespérides e o Sarmiento de Gamboa.
O trabalho implicou a circunavegação do planeta entre 2010 e 2011 – 35.000 milhas náuticas – e foi batizado “projeto Malaspina”, lembrando a histórica expedição no século XVIII do cientista Alejandro Malaspina.
O oceanógrafo Carlos Duarte foi o principal responsável e apresentou os resultados da expedição a 80 cientistas reunidos especialmente em Barcelona no mês de setembro (2014)
“Essa famosa ilha de plásticos, supostamente entre a costa estadunidense de Oregon e o Havaí, não existe”, afirmou taxativamente Carlos Duarte.
Ele explicou que há cinco grandes acumulações de resíduos plásticos no oceano aberto, em zonas isoladas onde a circulação oceânica concentra a contaminação, mas que não é uma ilha, nem mesmo cinco ilhotas.
“Não é a tal ilha de que tanto se fala”, encerrou Duarte.

O oceanógrafo apresentou um diagnóstico da saúde dos mares de causar profundo desgosto aos apocalípticos verdes e de devolver o sono às pessoas sensatas.
Trata-se, somando e subtraindo, de boas notícias:
“O oceano global está melhor do que se achava, a capacidade de degradação dos contaminantes e plásticos é maior do que acreditávamos; as medusas não estão aumentando globalmente [como se temia em virtude do pânico da mudança climática]; a acidificação da água é menos severa em seus efeitos biológicos do que se pensava, e as reservas de peixes são entre 10 e 30 vezes superiores aos cálculos prévios, e não estão sendo pescadas”, disse.
O diagnóstico é francamente positivo, mas não quer dizer que não existam problemas. A ciência está ali para cuidar deles visualizando-os com objetividade e sem se deixar levar por “bichos-papões” verdes inventados em cômodos laboratórios de boatos políticos, ideológicos ou jornalísticos.
Outro dado positivo: a contaminação por resíduos plásticos é velha dos anos entre 50 e 80, e desde aquelas décadas não cresceu mais. Entrementes, o fabrico desses produtos aumentou muito, mas não a área prejudicada.
Duarte apresentou várias hipóteses: degradação intensiva por causa de microrganismos; fragmentação em partículas tão pequenas que fogem da medição, consumo animal, etc. “Não sabemos”, disse Duarte, enquanto explicava que “na realidade foi encontrado apenas 1% do que se dizia existir”.
Também as sondagens da biomassa de peixes em profundidades entre 400 e 700 metros, onde a luz solar não penetra, trouxeram surpresas positivas. “Trata-se de peixes de 5 a 20 centímetros de tamanho e muito mais abundantes do que se pensava, entre 10 e 30 vezes mais”.
“Acreditava-se que as águas nessas profundezas eram verdadeiros desertos e não é assim. A vida se esconde nas profundezas durante o dia e por volta de um terço desses peixes sobem à noite para se alimentar”, acrescentou.
A expedição Malaspina recolheu entre 4.000 e 5.000 amostras de material. Essas amostras estão agora armazenadas em quatro sedes principais: na Universidade de Cádiz, no Instituto de Ciencias del Mar (CSIC) de Barcelona; no Instituto de Investigaciones Marinas de Vigo e no Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua, também do CSIC.
Duarte apresentou razões para o pessimismo ligadas à falta de cientistas habilitados para aproveitar toda a informação obtida.
É claro que os autoproclamados salvadores “verdes” dos oceanos não vão se apresentar para trabalhar. Aliás, nem se sabe se estão capacitados para fazê-lo.
Suas habilidades estão na agitação dos congressos mundiais ambientalistas e nos folgados escritórios burocráticos de ONGs, partidos de esquerda ou da ONU, além dos facílimos exageros midiáticos.
Há trabalho para muitos anos e faltam cientistas sérios, pois esses não recebem verbas ou ordenados proporcionados para fazer um estudo metódico visando ao bem dos oceanos e ao progresso da atividade humana.
Além do mais cientista sério comete com frequência o pior dos crimes para a Inquisição da religião neocomunista verde: diz coisas objetivas!
http://sociedad.elpais.com/sociedad/2014/09/16/actualidad/1410888404_398492.html
Era uma vez uma imensa ilha de lixo boiando no Pacífico. Apenas uma ilha? Um subcontinente! De acordo com o movimento ambientalista algo em torno de 700.000 até 15 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, uma ou duas vezes o tamanho dos EUA (cfr.: WIKIPEDIA Great Pacific garbage patch).
Mas só uma ilha? Por que não várias,ou até muitas, intoxicando o maior oceano do mundo?
A corrida ao exagero nas denúncias de “catástrofes ecológicas” vão daí para pior.
A incomensurável “massa plástica” gerada pelo consumismo capitalista – porque afinal só ele poderia ter produzido semelhante monstro – teria seus equivalentes em outros oceanos e mares.
Peixes de variadas espécies morriam intoxicados e beiravam a extinção, os oceanos se acidificavam e perdiam o oxigênio, virando desertos líquidos povoados pela morte lá onde outrora houve simpáticos seres vivos.
Algo tão imenso e grave deveria ter sido visto por alguém em alguma parte, em algum momento e de alguma forma.
Mas, de fato, nunca foi visto, excetuadas imprecisas observações de viajantes ou esportistas. Nem mesmo os satélites conseguiam fotografá-lo. Para nossos incorrigíveis verdes, as características deste lixo colossal e assassino impediam as fotos.
As “Grande Ilha de Lixo do Pacífico” ou “Grande Sopa de Lixo do Pacífico” foi imaginada pela primeira vez em fevereiro de 2008 no site da BBC e no jornal britânico The Independent.
O aterrador espantalho foi glosado pela mídia sensacionalista, empenhada em espalhar cenários ambientalistas apocalípticos.
Mas ninguém nunca o tinha analisado, mesurado, fornecido um parecer científico ponderado. E os “verdes” nunca fariam uma coisa que esfriaria a fervura anticapitalista.
A espantosa imaginação motivou o Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) da Espanha, a maior instituição pública do país, dedicada à investigação científica, e a terceira maior em importância da Europa.
O CSIC, então, arcou “o maior projeto interdisciplinar já feito sobre a mudança global”, de acordo com informação do jornal El País de Madri.
O orçamento total foi de seis milhões de euros, além das despesas com os navios oceanográficos da Marinha espanhola — o Hespérides e o Sarmiento de Gamboa.
O trabalho implicou a circunavegação do planeta entre 2010 e 2011 – 35.000 milhas náuticas – e foi batizado “projeto Malaspina”, lembrando a histórica expedição no século XVIII do cientista Alejandro Malaspina.
O oceanógrafo Carlos Duarte foi o principal responsável e apresentou os resultados da expedição a 80 cientistas reunidos especialmente em Barcelona no mês de setembro (2014)
“Essa famosa ilha de plásticos, supostamente entre a costa estadunidense de Oregon e o Havaí, não existe”, afirmou taxativamente Carlos Duarte.
Ele explicou que há cinco grandes acumulações de resíduos plásticos no oceano aberto, em zonas isoladas onde a circulação oceânica concentra a contaminação, mas que não é uma ilha, nem mesmo cinco ilhotas.
“Não é a tal ilha de que tanto se fala”, encerrou Duarte.
O oceanógrafo apresentou um diagnóstico da saúde dos mares de causar profundo desgosto aos apocalípticos verdes e de devolver o sono às pessoas sensatas.
Trata-se, somando e subtraindo, de boas notícias:
“O oceano global está melhor do que se achava, a capacidade de degradação dos contaminantes e plásticos é maior do que acreditávamos; as medusas não estão aumentando globalmente [como se temia em virtude do pânico da mudança climática]; a acidificação da água é menos severa em seus efeitos biológicos do que se pensava, e as reservas de peixes são entre 10 e 30 vezes superiores aos cálculos prévios, e não estão sendo pescadas”, disse.
O diagnóstico é francamente positivo, mas não quer dizer que não existam problemas. A ciência está ali para cuidar deles visualizando-os com objetividade e sem se deixar levar por “bichos-papões” verdes inventados em cômodos laboratórios de boatos políticos, ideológicos ou jornalísticos.
Outro dado positivo: a contaminação por resíduos plásticos é velha dos anos entre 50 e 80, e desde aquelas décadas não cresceu mais. Entrementes, o fabrico desses produtos aumentou muito, mas não a área prejudicada.
Duarte apresentou várias hipóteses: degradação intensiva por causa de microrganismos; fragmentação em partículas tão pequenas que fogem da medição, consumo animal, etc. “Não sabemos”, disse Duarte, enquanto explicava que “na realidade foi encontrado apenas 1% do que se dizia existir”.
Também as sondagens da biomassa de peixes em profundidades entre 400 e 700 metros, onde a luz solar não penetra, trouxeram surpresas positivas. “Trata-se de peixes de 5 a 20 centímetros de tamanho e muito mais abundantes do que se pensava, entre 10 e 30 vezes mais”.
“Acreditava-se que as águas nessas profundezas eram verdadeiros desertos e não é assim. A vida se esconde nas profundezas durante o dia e por volta de um terço desses peixes sobem à noite para se alimentar”, acrescentou.
A expedição Malaspina recolheu entre 4.000 e 5.000 amostras de material. Essas amostras estão agora armazenadas em quatro sedes principais: na Universidade de Cádiz, no Instituto de Ciencias del Mar (CSIC) de Barcelona; no Instituto de Investigaciones Marinas de Vigo e no Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua, também do CSIC.
Duarte apresentou razões para o pessimismo ligadas à falta de cientistas habilitados para aproveitar toda a informação obtida.
É claro que os autoproclamados salvadores “verdes” dos oceanos não vão se apresentar para trabalhar. Aliás, nem se sabe se estão capacitados para fazê-lo.
Suas habilidades estão na agitação dos congressos mundiais ambientalistas e nos folgados escritórios burocráticos de ONGs, partidos de esquerda ou da ONU, além dos facílimos exageros midiáticos.
Há trabalho para muitos anos e faltam cientistas sérios, pois esses não recebem verbas ou ordenados proporcionados para fazer um estudo metódico visando ao bem dos oceanos e ao progresso da atividade humana.
Além do mais cientista sério comete com frequência o pior dos crimes para a Inquisição da religião neocomunista verde: diz coisas objetivas!
http://sociedad.elpais.com/sociedad/2014/09/16/actualidad/1410888404_398492.html
sábado, 29 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Sobre Amazônia e o Alarmismo “Fantástico” – Por Ricardo Felício
http://fakeclimate.wordpress.com/2014/09/27/sobre-amazonia-e-o-alarmismo-fantastico-por-ricardo-felicio/
Publicado: setembro 27, 2014 em Arquivo BFC!
Tags:climatologia, Fantástico, região Norte, Ricardo Felício, Seca, Sudeste

Publicado: setembro 27, 2014 em Arquivo BFC!
Tags:climatologia, Fantástico, região Norte, Ricardo Felício, Seca, Sudeste
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Sr Gilvan Sampaio e o pessoalzinho do
INPE continua mostrando claramente que não conhecem absolutamente nada
de climatologia real, mas sim a climatologia imaginária ou surreal, e
assim, só poderiam mesmo ser mostradas em matéria de Fantástico! A
afirmação que diz que árvores bombeando umidade para a atmosfera na
região Norte formarão chuvas na região Sudeste mostra o total despreparo
sobre o assunto e já foi totalmente rechaçado pelos comentários do
Prof. Dr. José Bueno Conti. Deve-se ressaltar ainda que, em primeiro
lugar, por mais formidável que seja a evapotranspiração da floresta, ela
é de duas a três ordens de grandeza inferior à que vem dos oceanos,
através dos ventos Alíseos, com mudanças sazonais, e que transportam a
verdadeira umidade para o continente, ocasionando fabulosas chuvas.
No giro que acompanha o anticiclone
semi-permanente sobre o Sudeste do Brasil teremos o transporte de
umidade para Sul e Sudeste, que também pode mudar sazonalmente e de ano
para ano, ou se acoplarem com outros fluxos oriundos de Oeste da América
do Sul. Desta forma, não foram as árvores que “fizeram” a chuva, mas o
excesso de umidade presente na atmosfera que facilitou a formação de
gotas e nuvens. Vale lembrar que em 2014, tais circulações e conexões
foram muito intensas, ocasionando totais pluviométricos além da conta
nos estados do Norte, que carregaram, em excesso, as bacias
hidrográficas muito planas da região, as quais não conseguiram escoar e
nem infiltrar tanta água. O caso extremo ocorreu no estado de Rondônia,
quando nossos irmãos rondonianos (e rondonienses) ficaram totalmente
vulneráveis à tanta água. Vale ressaltar que as inundações nada tiveram
que ver com as novas barragens, como certo candidato à presidência
afirmou. As enchentes ocorreram tanto à jusante, quanto à montante das
mesmas, e o nível dos rios subiu até as marcas históricas, e em alguns
lugares, pouco acima destas. Vale consultar o que disseram os
meteorologistas do INMET, geógrafos e hidrólogos da região, como mostrou
o documentário de Leo Ladeira, da TV Candelária, filiada da Record e
que foram categóricos em suas explanações: o fenômeno pode ser raro, mas
foi natural!
Cabe ressaltar ainda que os “estudos
científicos” sobre estes “fatos” em que “árvore = chuva” já partem da
década de 1970, quando Stephen Schneider programou, em seus absurdos
modelos de computador, que exatamente “árvores = chuva”. O leitor deve
ficar pasmo, mas cerca de 40 anos depois, a idiotice ainda permanece, de
modo que os modelos climáticos desta gente ainda assumem que “árvores
fazem chuva” e tal artifício falacioso ainda é usado, inclusive por
certa candidata à presidência, como vi hoje em programa de entrevista.
Se os modelos partem desta premissa, então fica claro para o bom
entendedor que se não há árvore, não há chuva. Notem que a premissa está
errada. Isto é falso! A árvore está lá porque chove!!! Senão, não
teríamos secas sazonais na região da floresta amazônica!!! Estas secas
ocorrem justamente pela ausência da circulação úmida oriunda do oceano,
quando a Zona de Convergência Intertropical migra para o hemisfério
Norte. Aqui também cabe o exemplo da serra do Mar que continua com seus
mais de 2000mm de totais pluviométricos, mesmo com o pessoal
aquecimentista e catastrofista falando que as chuvas diminuíram por
causa de desmatamento na mata Atlântica. Absurdo! Lembro-me bem que, em
início de 1986, a Polícia Militar do Estado de São Paulo, através do
Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo realizou a hercúlea missão de
lançar sementes devidamente preparadas de seu helicóptero Esquilo,
designação Águia Uno, para ajudar no reflorestamento das encostas, dado
que as mesmas estavam “desabando” por causa das chuvas, que no local são
abundantes, com ou sem árvores. O reflorestamento foi realizado para
ajudar a fixar o solo destas encostas, evitando deslizamentos e a nada
“ecológica” pulverização de concreto.
Assim, o desserviço à Ciência
climática continua de vento em popa, com a mesma força dos ventos
Alíseos, os quais bombeiam toda esta umidade para dentro do nosso
continente!
Ricardo Augusto Felicio
Prof. Dr. Climatologia
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