Divinity Original Sin - The board game

domingo, 30 de junho de 2013

Mídia Sem Máscara - "Cura gay": antes fosse manipulação...

Mídia Sem Máscara - "Cura gay": antes fosse manipulação...

Manipulação é algo sutil, inteligente, quase imperceptível. O que acontece nestas terras é diferente, está mais para uma submissão bovina a qualquer porcaria que se escreve na imprensa.

Quando se pensa em manipulação pela mídia, logo se imagina um trabalho sutil de inversão dos fatos, de propaganda quase subliminar, de alteração da verdade em favor dos interesses de grupos específicos. No entanto, o que ocorre no Brasil é aterrador. Aqui, a mídia não precisa ser manipuladora, basta ser mentirosa e todo mundo repete, frenética e velozmente, o que ela divulga.

O que ocorre aqui não é manipulação, mas verdadeiro monopólio da verdade. Manipulação é algo sutil, inteligente, quase imperceptível. O que acontece nestas terras é diferente, está mais para uma submissão bovina a qualquer porcaria que se escreve na imprensa. Qualquer coisa que saia nos maiores veículos de mídia brasileiros é tido, sem qualquer contestação, sem qualquer dúvida, como certo, absolutamente.
O caso da tão reclamada "cura gay" é mais que um símbolo, mas um exemplo perfeito de como, no Brasil, não há informação, mas apenas divulgação do que interessa para alguns grupos. E pior, um exemplo de como tudo o que aqui é veiculado pela mídia assume, imediatamente, ares de verdade eterna.
A começar pelo termo "cura gay". Todos (isso mesmo, todos!) os jornais, revistas e portais de internet conhecidos que falaram sobre o projeto de lei que tramita perante a Comissão de Direitos Humanos usaram essa expressão. Por ela, o que se entende, automaticamente, é que a proposta era a da permissão para os psicólogos praticarem uma espécie de curandeirismo, livrando homossexuais de sua patologia.
Ora, por que usar o termo "cura gay", se o projeto apenas retira algumas proibições que o Conselho de Psicologia havia imposto aos psicólogos que tratavam homossexuais que os procuravam com seus conflitos? A resposta é óbvia: causar repulsa no leitor em relação ao projeto.
Ao ler que a lei permitiria que os homossexuais fossem curados, imediatamente o leitor identificaria um preconceito, pois logo pensaria: um homossexual não é um doente.
E como o brasileiro não lê nada mesmo, não verifica nenhuma informação, o que vimos foi uma disseminação de "pensantes inconformados" por causa da suposta homofobia de um pastor, que além de não ser autor do projeto, não tinha direito a voto na comissão.
Se a burrice fosse algo restrito à massa, já estaríamos condenados como nação. Porém, quando burrice igual se encontra numa elite considerada intelectual, então podemos afirmar que essa nação já sofreu sua execução e já vive seu próprio inferno.
E foi isso que vimos por aqui, neste caso. Foram artistas, jornalistas, escritores, filósofos e palpiteiros profissionais que trataram o projeto, sem qualquer pudor, como algo que, pelo furor como se manifestavam, parecia que obrigaria a todos os homossexuais a dirigirem-se a algum campo de concentração evangélico para serem submetidos a alguma espécie de lobotomia “homofóbica”.
No entanto, para qualquer pessoa minimamente responsável, bastava, em 3 cliques no computador, acessar o site da Câmara dos Deputados e verificar que o projeto não tinha qualquer proposta positiva, mas, simplesmente, retirava uma proibição emitida pelo Conselho de Psicologia, que impedia que psicólogos tratassem homossexuais que estivessem em conflito com sua escolha.
E o alvo maior das reclamações, obviamente, foi o pastor Marco Feliciano. Tido como que por um Hitler protestante, a imagem que tentaram passar dele foi a de um líder maligno que comanda um grupo que tem como praticamente único objetivo curar todos os gays de suas enfermidades.
No entanto, não percebem o quanto essa afirmação é contraditória. Isso porque nenhum pastor ou padre pode entender o homossexualismo como uma doença, meramente. A Bíblia, e nisso se inclui a Igreja, tem, há uns 5 mil anos, a relação homossexual como pecado. Se é pecado, então não pode ser doença. Se um ministro cristão tratar o homossexualismo como doença estará impedido, consequentemente, de condenar o praticante do ato ao fogo do inferno.
Se fosse assim, Feliciano deveria ser louvado pelos gays. Seria o primeiro pastor protestante conhecido a livrar a homossexualidade da condenação eterna!
O irônico disso tudo é que, há não muito tempo, eram os próprios experts da saúde que tinham o homossexualismo como enfermidade reconhecida. Foi apenas em 17 de maio de 1990, ou seja, há meros 23 anos, que a OMS retirou o homossexualismo da lista internacional de doenças.
De repente, o jogo vira. Os que condenavam o homossexualismo à patologia, agora se colocam como os defensores de sua normalidade e aqueles que o tinham como algo absolutamente normal, corriqueiro e não mais do que pecaminoso são colocados como os que querem afirmar sua anormalidade.
Mas tudo isso poderia ser evitado com o mínimo de interesse, de bom senso e de estudo. Não, não era necessário que as pessoas fossem intelectuais ou profissionais da área. Bastava, além de alfabetização, uma lidinha rápida na Wikipedia e na Bíblia para saber que o que a imprensa estava divulgando tinha alguma coisa de errado.
Se você está lendo este artigo, que fique uma lição em sua mente: não confie jamais nos órgãos de imprensa brasileiros.

* * *

O Brasil acabou


Após dentistas queimados e agora esse menino de cinco anos assassinado nos braços de sua mãe, não tenho mais nenhuma dúvida: nossa sociedade brasileira chegou ao fim.

Podem dizer que não é bem assim, que ainda há esperanças. Mas não, não há.

Há algum tempo falo para meus amigos mais íntimos que o Brasil tinha afundado de vez, e agora muitos deles começam a me dar razão.

Sem nenhum exagero, apenas neste mês de junho, tive, entre amigos mais próximos e familiares, dez (isso mesmo, dez!) casos de assaltos e furtos. Num desses, minha esposa e minha sogra ficaram três horas reféns de um bandido (graças a Deus, sem qualquer violência física).

Isso tudo aconteceu em Santos (SP), cidade que sempre gabou-se de certa tranquilidade e segurança.

Não estou falando isso levado pela emoção. Já vinha ensaiando este comentário há algum tempo. Esse caso do menino boliviano, porém, me veio como um sinal derradeiro de que realmente não dá mais para ter esperanças.

Infelizmente, o brasileiro está cego por causa de sua própria burrice. Trevas, simbolicamente, significam ignorância. E é isso que se tornou o Brasil: um lugar tenebroso.

Perdoem-me o tom soturno, mas acreditem, não consegui expressar toda a indignação, revolta e desesperança que sinto em relação a este país, que não é mais meu, nem seu, mas de criminosos.



Fabio Blanco é advogado e teólogo.

O católico não pode ser um "inocente útil" dos baderneiros

Vagabundos e inúteis

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Manifestantes, estão usando vocês!

Os limites do pânico

http://agfdag.wordpress.com/2013/06/26/os-limites-do-panico/

Muitas vezes ouvimos falar que o mundo, tal e como o conhecemos, um dia terminará, em geral como consequência de um colapso ecológico. De fato, mais de 40 anos depois que o Clube de Roma difundiu a mãe de todos os prognósticos apocalípticos, Os Limites do Crescimento, suas ideias básicas seguem vigentes. Mas o tempo não tem sido ameno.
Os Limites do Crescimento advertiam a humanidade em 1972 que um colapso devastador estava a ponto de ocorrer. Mas, se bem temos visto pânicos financeiros desde então, não foram registradas nem escassez nem colapsos produtivos reais. Mais bem, os recursos gerados pela engenhosidade humana seguem tirando muita vantagem do consumo humano.
No entanto, o legado fundamental do informe segue de pé: herdamos uma tendência a nos obcecarmos pelos remédios equivocados para os problemas essencialmente triviais, enquanto costumamos ignorar os grandes problemas e os remédios apropriados.
No começo dos anos 1970, a enxurrada de otimismo tecnológico se acabou, a guerra do Vietnam foi um desastre, as sociedades estavam em estado de agitação e as economias se estancavam. O livro de 1962 de Rachel Carson, Primavera Silenciosa, gerou temores sobre a contaminação e deu origem ao movimento ambientalista moderno; o título do livro de 1968 de Paul Ehrlich, A Bomba Demográfica, dizia tudo. O primeiro Dia da Terra, em 1970, foi profundamente pessimista.
A genialidade de Os Limites do Crescimento foi fundir esses temores com o medo de ficarmos sem recursos. Estávamos condenados, porque demasiadas pessoas consumiriam demais. Ainda se nossa engenhosidade nos servisse para ganhar tempo, com a contaminação terminaríamos matando o planeta e a nós mesmos. A única esperança era frear o crescimento econômico, reduzir o consumo, reciclar e obrigar as pessoas a terem menos filhos, estabilizando a sociedade em um nível significativamente mais pobre.
Hoje ainda segue ressoando esta mensagem, ainda que fosse espetacularmente errada. Por exemplo, os autores de Os Limites do Crescimento previram que antes de 2013, o mundo haveria ficado sem alumínio, cobre, ouro, chumbo, mercúrio, molibdênio, gás natural, petróleo, prata, folha de flandres, tungstênio e zinco.
Pelo contrário, e apesar dos incrementos recentes, os preços das matérias primas em termos gerais caíram a aproximadamente um terço de seu valor equivalente há 150 anos. As inovações tecnológicas substituíram o mercúrio nas baterias, nas obturações dentárias e nos termômetros: o consumo de mercúrio reduziu-se 98% e, no ano 2000, o preço havia caído 90%. Em termos mais amplos, desde 1946, a oferta de cobre, alumínio, ferro e zinco sobrepassou o consumo, devido à descoberta de reservas adicionais e novas tecnologias para extraí-los a menor custo.
Da mesma maneira, o petróleo e o gás natural iriam acabar em 1990 e 1992, respectivamente; hoje, as reservas de ambos são maiores que em 1970, ainda que se consuma muitíssimo mais. Nos últimos seis anos, só o gás de folhelho duplicou os recursos potenciais de gás natural nos Estados Unidos e reduziu o preço à metade.
No que se refere ao colapso econômico, o IPCC estima que o PIB global per capita aumente 14 vezes neste Século e 24 vezes nos países em desenvolvimento.
Os Limites do Crescimento se equivocou tanto porque seus autores passaram por cima e ignoraram o maior recurso de todos: a nossa própria iniciativa. O crescimento demográfico foi se desacelerando desde finais dos anos 1960. A oferta de alimentos não se colapsou (estamos utilizando 1.500 milhões de hectares de terras aráveis, mas há outros 2.700 milhões de hectares de reserva). A desnutrição caiu mais da metade, de 35% da população mundial a menos de 16%.
Tampouco estamos nos engasgando com contaminações. Embora o Clube de Roma imaginasse um passado idílico sem nenhuma contaminação particular do ar e agricultores felizes, e um futuro afogado por chaminés em erupção, a realidade é absolutamente oposta.
Em 1900, quando a população humana global era de 1,5 bilhões de habitantes, quase três milhões de pessoas – aproximadamente 1 de cada 500 – morria a cada ano por causa da contaminação ambiental, principalmente como consequência da péssima qualidade do ar em ambientes fechados. Hoje, o risco se reduziu a uma morte a cada 2.000 pessoas. Se bem que a contaminação segue matando a mais pessoas que a malária, a taxa de mortalidade está caindo, não subindo.
No entanto, a mentalidade alimentada por Os Limites do Crescimento segue dando forma ao pensamento popular e das elites.
Consideremos a reciclagem, que costuma ser apenas um gesto para sentir-se bem com escassos benefícios ambientais e um custo significativo. O papel, por exemplo, costuma vir de bosques sustentáveis, não de florestas tropicais. O processamento e os subsídios governamentais associados com a reciclagem geram um papel de menor qualidade para salvar um recurso que não está em perigo.
Da mesma maneira, os medos a uma população excessiva foram o marco de políticas autodestrutivas, como a política de um só filho da China e a esterilização compulsória na Índia. E, embora se tenha determinado que os pesticidas e outros agentes contaminantes possam ser a causa da morte de talvez a metade da população, os pesticidas bem regulados ocasionam ao redor de 20 mortes a cada ano nos Estados Unidos, enquanto que têm vantagens importantes na produção de alimentos mais econômicos e mais abundantes.
Por certo, a dependência exclusivamente da agricultura orgânica – um movimento inspirado pelo medo aos pesticidas – custaria mais de 100 bilhões de dólares anualmente nos Estados Unidos. Com uma eficiência inferior a 16%, a produção atual requereria outros 27 milhões de hectares de terras aráveis – uma superfície de mais da metade da Califórnia. Os preços mais elevados reduziriam o consumo de frutas e verduras, causando uma infinidade de efeitos adversos para a saúde (entre eles, dezenas de milhares de mortes adicionais por câncer a cada ano).
A obseção pelos cenários pessimistas nos distrai das verdadeiras ameaças globais. A pobreza é um dos maiores assassinos, e as enfermidades facilmente curáveis seguem cobrando 15 milhões de vidas todos os anos – 25% de todas as mortes.
A solução é o crescimento econômico. Quando saem da pobreza, a maioria das pessoas não sucumbe às enfermidades infecciosas. A China já tirou mais de 680 milhões de pessoas da pobreza nas últimas três décadas, liderando uma redução da pobreza a nível mundial de quase 1 bilhão de pessoas. Isso criou sólidas melhorias na saúde, na longevidade e na qualidade de vida.
As quatro décadas transcorridas desde Os Limites do Crescimento demonstraram que necessitamos mais, e não menos crescimento. Uma expansão do comércio, com benefícios estimados que poderiam super os 100 bilhões de dólares anuais até finais do Século, seria milhares de vezes mais benéfica que as tímidas políticas para fazer-nos sentir bem que resultam do alarmismo. Mas isso requer abandonar uma mentalidade anticrescimento e utilizar nosso enorme potencial para criar um futuro mais brilhante.
O texto acima é uma tradução livre de um artigo de Bjørn Lomborg publicado em Project Syndicate. Para ver o original, clique aqui



sexta-feira, 21 de junho de 2013

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fundações internacionais e as manifestações no Brasil

O problema é moral e não econômico

O problema é moral e não econômico

Marxismo Cultural: Os efeitos sociais do uso da Pílula

Marxismo Cultural: Os efeitos sociais do uso da Pílula:

Os efeitos sociais do uso da Pílula

(...)
Durante o período em que eu preparava esta palestra fiquei seriamente frustrada por não ser capaz de encontrar um bom conjunto de evidencias que a suportasse. Todos nós já ouvimos pessoas a dizer que estes males sociais aumentaram com o aumento do uso da pílula, certo? Logicamente falando, todos nós nos apercebemos que isto está certo, mas eu tive muitos problemas em encontrar dados de modo a fazer bons gráficos que documentassem isso mesmo.

Devido a isso, para o caso de alguém mais querer aceder a estes números, decidi colocar online o que eu consegui finalmente encontrar.

Este artigo está cheio de ressalvas portanto, não copiem o texto e os gráficos sem primeiro ler e entender o que está escrito. E se por acaso vocês tiverem dados melhores, partilhem comigo.

O Uso de Contraceptivos

Estes foram os dados mais difíceis de encontrar. Todos os outros dados foram mais ou menos fáceis de encontrar a partir do CDC [Center for Desease Control] , mas isto era practicamente tudo o que eles tinham em torno dos contraceptivos. Para os anos 1982, 1995, 2002, e 2006-8, eles têm o número de mulheres que usaram qualquer método contraceptivo (ver documento página 18/pdf página 26), que aumentou de 94.8% para 99.1% durante esse período de tempo. (Note-se que estes números incluem a "abstinência periódica".) Estes números incluem também as mulheres que actualmente usam estes métodos pelo mesmo período de anos (documento página 21/pdf página 29), que vai dos 55.7% de todas as mulheres para 61.8%.

Isto foi pouco satisfatório por alguns motivos, mas acima de tudo porque eu não tinha nada relativo aos anos 60 e aos anos 70, que mostraria o crescimento inicial dramático do número de mulheres a usar os contraceptivos.
Eu finalmente encontrei alguns números da quantidade de mulheres que ingeriam o contraceptivo oral durante esses anos, via o site para o documentário da PBS "The Pill." Não\ sei bem onde encontrei estes números, o que os torna bem duvidosos, mas eles foram os melhores que pude encontrar. Com eles, fui capaz de construir um gráfico mostrando o uso do contraceptivo nos Estados Unidos entre 1958 a 2008.




Não é perfeito, visto que eu preferiria ter usado percentagens e não números absolutos e alguns pontos de dados. Certamente que não mostra todo o panorama do uso de contraceptivos no nosso país, onde se estimam que 34 milhões de mulheres usem alguma forma de contraceptivo mas o gráfico só mostra cerca de 11 milhões. Mas o gráfico é eficaz em passar a mensagem da tendência geral do uso dos contraceptivos no nosso país - um aumento dramático até se chegar a um ponto de estabilização (porque qualquer mulher que queira um contraceptivo, tem acesso a um).

Depois disto, peguei neste gráfico em torno do contraceptivo oral (CO) e coloquei lado a lado com os gráficos que mostravam as taxas de divórcio, mães solteiras, e de aborto. (....) É bastante claro que há algum tipo de relação entre estes factores.

Contracepção e divórcio

Temos dados bastante acessíveis em torno dos divórcios no nosso país (desde 1949 até hoje - CDC: 1940-1997 e 1998-2009.) Eles não só disponibilizam a taxa de divórcio como também a taxa de casamento. A taxa de divórcio vai de 2 por cada 1000 pessoas em 1940 até aos 5 por cada 1000 pessoas no final dos anos 70, princípio dos anos 80; actualmente ela está outra vez embaixo em redor dos 3 por cada 1000 pessoas. (Para uma versão mais extensa das taxas de divórcio, One More Soul tem um gráfico agradável que cobre o período entre 1880 a 2000.)

No entanto, não creio que aquele gráfico fale de um modo suficientemente poderoso. Devido a isso, peguei na taxa anual de divórcio e dividi-a pela taxa anual de casamento e obtive o gráfico que se vê a seguir. Mais uma vez, não posso deixar de fazer ressalvas; esta não é a forma ideal de obter este número - e nem indica a probabilidade de um dado casamento terminar num divórcio - mas acredito que esta foi a forma através da qual se obteve o número de que cerca de metade dos casamentos acabam em divórcio (uma taxa que tem-se mantido em torno dos 50% desde meados dos anos 70).
Agora façamos um cruzamento entre os dois gráficos.


Incrivel, certo? A taxa de divórcio segue a taxa de uso de contraceptivos.

Obviamente que ninguém fará pouco da dor dum divórcio ou das muitas e complexas razões por trás de cada uma das situações dos casais. Certamente que ninguém dirá "Ah, sim, nós divorciamo-nos porque estávamos a usar um contraceptivo." No entanto, quando olhamos para o padrão geral, os dois factores (uso de contraceptivos e divórcios) certamente que estão relacionados. Particularmente falando, o economista e demógrafo Robert Michaels olhou atentamente para o salto que pode ser visto no gráfico - onde a taxa de divórcio duplicou em 10 anos - de 25% em 1965 para 50% em 1965 - e concluiu que 45% desse aumento deve-se ao uso do contraceptivo (1).

Contracepção e Mães Solteiras

Actualmente não só existem mais lares onde só há um adulto (normalmente a mãe), como tem havido um aumento louco no número de crianças nascidas de mães solteiras. (Eis os dados do CDC de 1940-1999, 2000-2009, e 2010.) Actualmente, 41% de todas as crianças nascidas nos EUA, nascem de mães solteiras. Não é isto chocante?  E para as crianças Afro-Americanas a situação é ainda pior - 73% delas nascem de mães solteiras.
Embora não tenha a mesma linha crescente que o uso dos contraceptivos tem, certamente que podemos ver que o aumento do uso dos contraceptivos não ajudou a situação.


Contracepção e o Aborto 

E, finalmente, temos este ponto. Antes de mais, olhemos para a taxa de aborto nos EUA (dados provenientes do CDC de 1970-1999 e 1999-2008).

Duas coisas em relação a este gráfico. 
Primeiro: podemos ver claramente que pouco antes e certamente depois que o aborto foi legalizado em 1973, houve um aumento dramático. A taxa duplicou em menos de 10 anos.

Segundo: vocês podem ficar encorajados com o facto de ter ocorrido um decréscimo desde os anos 90, mas é importante reparar que isto prende-se com o facto dos dados estarem incompletos. Por volta de 1998, existiam 52 estados a reportar ao CDC - valor esse que desceu para 47. O declínio real para esses 47 áreas foi só de 2%. Particularmente falando, a Califórnia parou de reportar os seus dados. 
No último ano em que foram feitas estimativas para a Califórnia, 23% de todos os abortos ocorreram por lá. Devido a isto, podem que simplesmente ao não incluir este estado ficamos com a impressão de que tem havido uma quebra. Se eu pudesse adivinhar, eu diria que as taxas de aborto estabilizaram a partir dos anos 80, seguindo assim as taxas de consumo de contraceptivos.
Para se ver como um aumento do uso de contraceptivos é acompanhado com um aumento dos abortos (e não um decréscimo, como muitas pessoas esperariam), deixem-me indicar o 1flesh, porque eles têm gráficos de melhor qualidade e inúmeras referências.

(...)

(1) Michael, Robert T. 1988. Why did the U.S. Divorce Rate Double within a Decade. Research in Population Economics Vol. 6, p 367-399.

* * * * * * *
Este site tem uma teoria que pode (também) demonstrar como a pílula tem destruído o casamento (tal como era suposto).
Porque é que a Pílula contribuiria para o aumento das taxas de divórcios? Para responder a isso, temos primeiro que olhar para as mulheres e saber como a Pílula altera a sua percepção dos homens. E o que a Pílula faz aos cérebros das mulheres é muito interessante. 
As mulheres que se encontram a tomar a Pílula passam por uma mudança no seu critério de selecção de homens, e começam a preferir os homens que emitem mais sinais "paternos" no lugar daqueles que têm a aparência de ser menos voltados para a vida familiar (os chamados machos alfa). Na verdade, elas não preferem os machos beta aborrecidos; elas evitam os atraentes machos alfa. 
Fazer uma extrapolação desta premissa é muito interessante: o que é que as mulheres que se encontram a tomar a pílula fazem quando se casam, ou pouco depois de se casarem? Exactamente. Elas param de tomar a Pílula de modo a que possam construir uma família. E o que é que acontece quando elas param de tomar a pílula? A parte anterior dos seus cérebros remove o nevoeiro de se sentir satisfeita com os abraços do macho beta, e ela volta a ter uma preferência pelos excitantes machos alfa, e essa adoração atinge o seu impacto cervical máximo uma semana por mês quando ela ainda é fértil.
Portanto, a relação entre a Pílula e o divórcio talvez não seja assim tanto na destruição das conexão emocional, mas sim na reconstrução da conexão sexual. A esposa cuja volúpia é libertada da falsa prisão criada pela Pílula irá, subitamente (e, segundo a sua avaliação consciente, inexplicavelmente) descobrir que o seu marido beta — o homem  que lhe satisfazia em quase toda a linha quando ela estava a tomar a Pílula — é sexualmente repulsivo.


Conclusão:

Casar com uma mulher que se encontra a tomar a pílula pode ter consequências matrimoniais (futuras) graves. Mas, claro, com a proliferação da promiscuidade feminina nos dias de hoje  (obrigado, feminismo!), muito poucas mulheres se arriscam a ter uma vida sexual activa sem tomar a Pílula.

Portanto, o homem que queira aumentar as probabilidades de ter um casamento bem sucedido, deve dar preferência às mulheres que vivem uma vida onde a Pílula não é necessária (isto é, aquelas que, sendo solteiras, não têm uma vida sexual).

Boa sorte.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Mídia Sem Máscara - Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil

Mídia Sem Máscara - Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil

sorosO que há de mais barulhento no ativismo esquerdista atualmente - da defesa do aborto às badernas urbanas do MPL, passando pelo ambientalismo à caçada aos opositores da agenda gay - é fomentado e financiado por uma elite globalista multimilionária que, contando com o engajamento de milhões de ‘idiotas úteis’ ao redor do planeta, acaba por obter ainda mais influência e poder.


Provavelmente o leitor ou a leitora – a linguagem politicamente correta obriga a usar os dois sexos, digo, gêneros, com mil perdões pelo conceito antiquado, pois como todos sabem não existem mais sexos. Pois como eu dizia: você aí que está lendo este texto provavelmente já recebeu um ou mais e-mails da AVAAZ para apoiar alguma iniciativa e respondeu clicando no link enviado. Saiba que isto o registrou como membro da AVAAZ sem que você nem saiba do que se trata. Pois então saiba.

A AVAAZ é mais uma da miríade de organizações fundadas e financiadas por George Soros (ver aqui e aqui), o judeu antissemita e antissionista húngaro que, dizem as más línguas, começou sua brilhante carreira de multibilionário denunciando aos nazistas pessoas da comunidade judaica de Budapest. Seu verdadeiro nome é György Schwartz. Seu pai, Tvadar Schwartz, judeu não religioso, trocou o sobrenome por Soros quando o nazismo começou a crescer na Hungria em 1930. Em 1944 quando Adolf Eichman chegou à Hungria para levar a cabo a “Solução Final”, os filhos de Tvadar foram distribuídos por famílias cristãs. György acabou na casa de um homem cujo ‘trabalho’ era confiscar propriedade dos judeus. Soros o acompanhou e também lucrou. Mais tarde, declarou que 1944 foi o melhor ano de sua vida. (ver em Soros: Republic Enemy #1).
Este dossiê acima pode ser adquirido em http://www.aim.org/soros/. Para conhecer melhor Soros leiam, no mínimo, The Hidden Soros Agenda: Drugs, Money, the Media, and Political Power, e The Dangerous Soros Agenda, ambos de Cliff Kincaid.
A AVAAZ é um apêndice globalista da MoveOn.org, um dos principais tentáculos da Open Society Foundations, dirigida diretamente por Soros, e sua função é publicar propaganda anti-israelense, exigir de Israel a negociação com a organização terrorista Hamas, que sequer aceita a existência do estado judeu. No Canadá fez campanha para tirar das eleições todos os candidatos do Partido Conservador.
Outra organização afiliada é a Change.org, que está apoiando os baderneiros de São Paulo (Movimento Passe Livre) e Rio, além de organizar o movimento com coordenação mundial de manifestações já acertadas em vários países. O que tem o preço das passagens de ônibus com isto? É só o estopim.
avaazEsta é exatamente a ‘missão’ da AVAAZ, uma organização ‘e-advocacy’ registrada no Estado de Delaware, para promover agendas políticas esquerdistas e promover campanhas através de movimento pela Internet, organizando cidadãos de todas as nações para ‘transformar o mundo que temos no mundo que queremos’ (lembram do slogan ‘um outro mundo é possível’?). Seus métodos principais de ativismo são e-mails massivos, organizar petições on-line, vídeos, organizar cidadãos em torno de campanhas do tipo ‘escreva para seu representante’ e de apoio ou repúdio a indivíduos ou organizações partidárias ou de outra espécie. A AVAAZ também tenta influenciar eleições diretamente, seguindo a orientação de Soros. AVAAZ significa ‘voz’ em vários idiomas europeus, do Oriente Médio e Ásia. A organização foi fundada por Res Publica e MoveOn e conta com o apoio do Service Employees International Union (SEIU). Entre as principais pessoas que dirigem a AVAAZ encontra-se Ben Brandzel,ex-advogado da MoveOn, que foi diretor e levantador de fundos da campanha de Barack Obama através das ‘novas mídias’ (web, redes sociais, e-mails, etc.). Já havia trabalhado para as campanhas de Howard Dean e John Edwards.
AVAAZ opera em 14 idiomas e em julho de 2011 dizia contar com 9.650.000 membros. No mapa interativo do site hoje (16/06/2013), conta com 22.919.209. Passe o mouse por cima dos países e verá quantos em cada país. O país com o maior volume de idiotas úteis, o Brasil, tem obviamente a maioria com 3.936.758, quase 1/5 do total. Nos EUA são 1.212.207 e a Índia, com seis vezes a população do Brasil, são 793.170. Como já disse acima, uma pessoa se torna membro simplesmente se votar em alguma petição ou consultar o site ou simplesmente responder aos e-mails.
Desde janeiro de 2007 são 133.845.917 ações de vários tipos em 178 países. Em 2008 gastou US$ 1.067.848 em campanhas sobre aquecimento global, contra a ‘tortura’ em Guantánamo (no lado leste é claro, na área cubana, todos sabemos como o povo vive bem e é respeitado), eleições canadenses, vídeos ‘de paz’ para o Oriente Médio advogando a idéia dos ‘dois Estado’, mas nitidamente pró-palestinos, inclusive uma campanha ativa denominada “Welcome Palestine” pela aprovação da Palestina como estado membro da ONU.
São as principais ligações da AVAAZ: Human Rights Watch, Inter-American Dialogue, Gorbachëv Foundation-USA, Amnesty International, MoveOn, Union of Concerned Scientists, US Climate Action Network, Obama, Oxfam International, Greenpeace, Res Publica, National Council of Churches, J Street, Organizing for America, Global Campaign for Climate Action Organizing for America, Rain Forest Acton Network, National Abortion Federation, Sierra Club e muitas outras. (Ver o mapa interativo do Discover the Networks).
Soros e Avaaz no Brasil
Os interesses de Soros no Brasil, assim como em todo mundo, são vastos. Investiu em terras no Brasil, Argentina e Uruguai através de sua empresa ADECOAGRO, cujas propriedades atingem 300 mil hectares e vende terras com 36% de desconto. Mais informações sobre a empresa podem ser lidas aqui. A especulação corre solta. Um exemplo é a Fazenda San Jose comprada por US$ 85,00 o ha. e vendida por US$ 1,212.00, 14 vezes mais caro. Suspeita-se que muitos índios invasores de terra são falsos índios financiados por Soros, que teria interesses na madeira, produção de etanol e minerais.

No setor financeiro Paul Krugman lançou suspeitas de que Soros teria agido especulativamente através de inside informations de seu pupilo Armínio Fraga quando este foi Presidente do Banco Central. Processado por calúnia, reconheceu não ter provas. Mas há muitas manobras suspeitas naquela época: quem financiou deputados e senadores para aprovar a re-eleição? Por que FHC, dois meses (04/03/1999) depois de empossado pela segunda vez dispensou seu assessor e um dos principais elaboradores do Plano Real, Gustavo Franco, e nomeou Armínio Fraga para o BACEN? Por que o valor do dólar disparou depois do compromisso eleitoral de que isto não iria acontecer? São perguntas sem respostas adequadas.
Impossível de negar são as ligações de Fraga com o Inter-American Dialogue ao qual pertence FHC, como também o fato de que FHC estar envolvido na campanha maciça de Soros a favor da descriminação do uso de drogas. Além disto, Fraga é membro do Council on Foreign Relations,
Através do Soros Fund Management LLC, George Soros vendeu 22 milhões de dólares de ações ordinárias da Petrobrás e comprou 5.8 milhões em ações preferenciais, em 2010.
A AVAAZ é dirigida no Brasil pelo petista Pedro Abramovay (assistir seu vídeo aqui). As campanhas da AVAAZ no Brasil vão desde a tentativa de remoção do pastor Marco Feliciano da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, do fim do voto secreto no Congresso, da cassação do diploma de psicólogo do pastor Silas Malafaia e do impeachment de Renan Calheiros, até a oposição à Usina de Belo Monte e da campanha pela Lei da Ficha Limpa que atraiu tantos ingênuos brasileiros que acreditaram que acabaria com a corrupção no Brasil. Se você, leitor ou leitora, se entusiasmou e assinou alguma petição, além de se registrar como membro da AVAAZ, deu força a uma organização globalista que nem está interessada na corrupção, apenas em sua agenda esquerdista global.

Nota:

[i] Para verem como funciona, bastou eu ter entrado no site destas organizações para escrever este texto, imediatamente recebi esta pérola da Change.org:

HEITOR,

O Brasil está vivendo um momento único, como não acontecia há décadas. Para nossa geração isso é um sinal de que estamos acordando politicamente, estamos voltando às ruas para exigir nossos direitos.
A imprensa e a polícia tentam nos classificar como vândalos, mas não é verdade. É uma desculpa para usar uma força policial violenta e brutal. A grande maioria de nós é contra a violência, só queremos um país livre para exercer a nossa cidadania.Por isso nós lançamos este abaixo-assinado, pedindo para a Presidenta Dilma vir à público garantindo o direito de nos manifestarmos.Não se trata mais somente do aumento das tarifas de ônibus, já é muito mais do que isso: por uma outra cidade, um outro Brasil. Mas estamos com medo! Vários amigos apanharam da Polícia Militar, presenciamos cenas absurdas de repressão e lemos notícias de que manifestantes serão tratados como terroristas, sobre gente presa por formação de quadrilha e por portar vinagre. Enquanto isso, só ouço evasivas e absurdos dos meus governantes diretos Fernando Haddad e Geraldo Alckmin.Talvez você não concorde especificamente com o protesto contra o aumento da passagem. Mas todos temos que defender o direito de nos manifestarmos. Por que se hoje é contra a passagem, amanhã poderá ser para defender um direito seu. Por favor, assine, é nos manifestando que este país vai mudar! Não podem tirar o nosso direito!

Obrigada,
Olívia de Castro e Marília Persoli.


Minha resposta não posso publicar aqui.


http://heitordepaola.com/

Blog do Pim: O manifestante ideal

Blog do Pim: O manifestante ideal: [Publicado originalmente no facebook .] - Você sabe como se calcula o preço da tarifa do ônibus? - Não! - Você sabe se o preço que você...

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A verdade sobre a copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016 no Rio - ...

Olavo de Carvalho e a revolta juvenil

Mídia Sem Máscara - Olavo, o sobrevivente

Mídia Sem Máscara - Olavo, o sobrevivente

olavoDaqui a 20 ou 30 anos, se a cultura brasileira conseguir sobreviver ao processo de esvaziamento espiritual que a vem degradando continuamente, o filósofo Olavo de Carvalho será lembrado como o grande líder intelectual das últimas gerações. Ainda que a mentalidade revolucionária espalhe o seu domínio absoluto sobre todos os campos do saber, sempre haverá alguém para afirmar – talvez não em voz alta, por causa da patrulha – que o célebre autor de O Imbecil Coletivo resistiu corajosamente à marcha do nosso país rumo ao brejo da barbárie ideológica.
Desde 1994/95, quando lançou os fundamentais A Nova Era e a Revolução Cultural e O Jardim das Aflições, Olavo de Carvalho tem sido uma referência para quem acredita na cultura como expressão dos mais altos valores espirituais de um povo. De 3 a 7 de junho, o professor Olavo reuniu, na sua casa-biblioteca em Richmond (EUA), cinco escritores para discutir a degradação cultural brasileira e os rumos da literatura em língua portuguesa.
Para descobrir se há luz no fim do túnel, ou mesmo se existe um túnel, estiveram em Richmond o crítico literário Rodrigo Gurgel, o cientista político e jornalista Bruno Garschagen, o poeta e ensaísta Ângelo Monteiro e o professor e filósofo português Miguel Bruno Duarte. Este cronista também teve a honra de ser convidado. Lá, ouvi muito mais do que falei; aprendi muito mais do que expressei; testemunhei muito mais do que contribuí. Meu melhor momento foi imitar a voz de Lula para o grupo. Modéstia à parte, fiz sucesso.

De certa forma, o encontro em Richmond foi o ápice de uma trajetória iniciada há 18 anos – no tempo em que eu lia escondido os artigos de Olavo, sem ter coragem de confessá-lo aos meus colegas de militância política. Graças a ele, e aos autores que ele indicava, abandonei todos os resquícios da minha mentalidade revolucionária – as escamas dos olhos e os tampões dos ouvidos.

No Evangelho de Mateus, temos a preciosa imagem do grão de mostarda. É a menor entre as sementes da terra, mas se torna a maior das hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se debaixo de sua generosa sombra. A vida de Olavo é plantar essa semente.

Vivemos tempos difíceis. Tempos profetizados por Gustavo Corção, nos quais “a atividade impera sobre a contemplação, o apetite domina o juízo, a opinião substitui a verdade”. Mas a existência de um pensador como Olavo de Carvalho nos faz ter a certeza de que as portas do inferno não prevalecerão. Não é por acaso que o nome Olavo quer dizer “o sobrevivente”. Já achamos o túnel; procuremos a luz. E que não seja a luz de um ônibus ou um dentista em chamas.


Publicado no Jornal de Londrina e na Gazeta do Povo.

Paulo Briguet é jornalista.