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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Shatten: A delinquência sob o véu do heroísmo.
Shatten: A delinquência sob o véu do heroísmo.: Bruno Braga . O julgamento do mensalão desfiou parte do tecido que há décadas recobre a história do Brasil. Um véu artificiosamente...
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
O discurso pueril das cotas raciais
Fonte: http://cavaleiroconde.blogspot.com.br/2012/11/o-discurso-pueril-das-cotas-raciais.html
A ideologia das cotas raciais parte de
mentiras históricas, estatísticas e sociais para se estabelecer nas leis e no
judiciário. O ministro Joaquim Barbosa é um exemplo clássico do quanto vai de encontro com a própria realidade. Um
homem negro bem sucedido que não acredita na capacidade intelectual de seus
concidadãos. Que exemplo triste!
O discurso pueril das cotas raciais
“Lei não se discute, se cumpre”,
publica-se uma frase solta no facebook, junto com a imagem do Ministro Joaquim
Barbosa, a respeito da legislação das cotas raciais. Não sei se a frase é do atual Presidente
do STF. Acredito que não, porque o seu conteúdo é infeliz e estúpido, de estreito
raciocínio jurídico. Se a lei for injusta, ela deve ser cumprida? Ela também
não deve ser discutida? Será que o
suposto autor da frase conhece algo como “desobediência civil”? As piores e
mais injustas leis estão justificadas pela sacralidade da vontade estatal. Os regimes totalitários agradecem pela ajuda.
Aliás, se as leis não fossem
discutidas, não teríamos os Tribunais e o próprio STF, que no afã de agradar
sensibilidades politicamente corretas, não apenas discutem, como distorcem e
modificam dispositivos da legislação e da Constituição. A Carta Magna não apregoava que
todos são iguais perante a lei? A “discussão” do Supremo mudou o sentido do
art. 5 da CF. Alguns são racialmente mais iguais do que outros.
Quem diz que a lei deve ser
cegamente cumprida, sofre de um sério transtorno de positivismo
jurídico. De
fato, a escola positivista do direito acabou com a mentalidade de uma
boa parte dos juristas e
advogados do país. A idéia tacanha de confundir a norma como um fim em
si mesmo cria essa obediência cega às leis. Pouca gente parece
questionar o conteúdo das
leis. Se elas são um fim em si mesmo, cumpra-se. Elas podem ser
arbitrárias,
racistas, transgressoras da ordem social. Não importa. O acadêmico de
direito
brasileiro foi ensinado a crer que o Congresso Nacional e o STF são
oráculos
dos deuses. Virou um verdadeiro papagaio de pirata legal. Tal é o mal
que Hans
Kelsen fez às letras jurídicas do país.
Como o direito se confunde com a
própria norma, isso cria um verdadeiro vazio no espírito das leis. As pessoas
já esqueceram o direito natural e os princípios gerais do direito. A modinha
agora é o tal “direito alternativo”, escola seguida pelo STF e pelo ativismo
judicial. Se a lei não está conforme aos anseios das esquerdas militantes, o
negócio mesmo é modificar o seu sentido, a sua interpretação, para agradar aos
conchavos políticos dos ativistas.
Se o legalismo extremo leva à
esterilização do direito, o ativismo judicial cria uma completa instabilidade
jurídica. Quem fundamenta mais as leis não é o legislador, mediante o Congresso
Nacional, a Assembléia Legislativa ou as Câmaras Municipais e sim o juiz
ideológico, encharcado de Marx, Gramsci e Escola de Frankfurt na cabeça. Obviamente,
se os juízes mudarem o sentido da lei, os papagaios de piratas jurídicos não
vão fazer nada. Vão crer piamente que esse é o estado natural do direito, ainda
que as próprias leis sejam modificadas ilegalmente no seu conteúdo.
Apesar de não confirmar quem
expressou tais idéias do “cumpre-se a lei”, é possível confirmar o que o
ministro Joaquim Barbosa pensa sobre as cotas. Ele tem uma opinião que é, no
mínimo, espantosa e estarrecedora: ainda que seja bem sucedido, ele desconfia
da capacidade intelectual dos negros. Nunca houve um disparate tão curioso
entre a realidade e o discurso. Ele consegue tudo por conta de seu esforço e
ainda acredita que os seus “irmãos de raça” devam ser paparicados pelo Estado,
porque são incapazes?
Pior é Joaquim Barbosa dizer uma inverdade,
no seu parecer favorável às cotas. Poderia acrescentar que sua declaração é
intelectualmente desonesta. Ele diz que os críticos das cotas são “aqueles que se beneficiam ou se beneficiaram
da discriminação da qual são vítimas os grupos minoritários”. Vamos
analisar a seguinte lógica: se um
brasileiro médio branco, mestiço ou negro for contra as cotas, é sinal de que
ele foi beneficiado por um regime de discriminação? A argumentação é de um
maniqueísmo fajuto. E porque as cotas é que são racistas e
discriminatórias.
Por que será que os defensores das
cotas, ao justificarem um ato hediondo
de discriminação legalizada, projetam a discriminação nos outros? As pessoas
que criticam as cotas defendem justamente a igualdade de todos perante a lei,
sem distinções de qualquer natureza, como está na Constituição Federal (ou,
pelo menos, como ela está transcrita).
Há outra perversidade por trás da
opinião pró-cotas: a defesa de uma ideologia racial. Quando se fala de desigualdade
de brancos e negros, fala-se tão arbitrariamente de raças, ignorando a
existência de indivíduos. Desenvolve-se a loucura de criar médias proporcionais
equiparadas de negros e brancos nas universidades, quando na prática, se cria
uma desigualdade entre indivíduos pela cor da pele. Na prática, idolatra-se a abstração da raça
para ignorar o mérito, os engenhos e esforços pessoais de cada cidadão. Cria-se
a desigualdade racial para impor uma abstrata equiparação racial, como se as
raças fossem mais importantes do que as pessoas. Como se o mero fato de alguém
entrar na universidade dependesse da cor da pele, e não dos conhecimentos
demonstrados num vestibular. A visão é coletivista e totalitária, pra dizer o
mínimo.
A desigualdade no Brasil não
obedece a critérios raciais. Ou melhor, a desigualdade humana obedece a
critérios dos mais vastos, que vão da competência, do mérito individual, da
história, do caráter e da inteligência de cada um. É curioso que indivíduos com
formação jurídica como o Sr. Joaquim Barbosa não nos apresentem um único
exemplo concreto, racional ou visível de discriminação racial nos vestibulares
ou escolas. Ou pior, apresentem exemplos tão genéricos e ralos de racismo, quando na
verdade, ignorem outras variáveis muito mais importantes. Na crença do
Ministro e seus acólitos, parece que a ascensão social
no Brasil só se rege por um sistema de raças. As estatísticas que diferenciam
negros e brancos nos números são meras abstrações. Não existe o branco e o
negro das estatísticas, mas sim indivíduos, com históricos particulares de
vida, quando inúmeras escolhas e talentos podem explicar sua ascensão social,
sem a pecha da raça.
Cabe acrescentar que as
estatísticas podem perfeitamente ser induzidas a justificar um fato inexistente. Muitos
adoram alardear que a média dos brancos ganha mais do que a média de negros.
Mas na prática é uma média geral, que compara a relação de todos os negros e
todos os brancos, sem vincular outras diferenças, com o do lugar, das origens,
das regiões, de educação etc. Inclusive, dentro desta matemática, descobriu-se que os pardos ganham
menos do que os negros. Os negros são racistas por conta dessas diferenças?
Porém, se o branco pobre for comparado
nas mesmas condições sociais do negro, se perceberá que ambos experimentam as
mesmas dificuldades. Ou melhor, a proporção de brancos e negros pobres é
praticamente a mesma. Se a lógica da desigualdade social das “raças” fosse
aplicada literalmente como “prova” de uma sociedade racista, poderíamos afirmar
que seríamos um país de japoneses e judeus racistas, o que seria ridículo. Os brasileiros
judeus e os orientais experimentam um nível de vida e instrução maior do que a
média nacional.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
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sábado, 24 de novembro de 2012
O maior africano de todos os tempos
Fonte: http://cavaleiroconde.blogspot.com.br/2012/11/o-maior-africano-de-todos-os-tempos.html
De uma coisa posso encerrar este
artigo com orgulho: salvei a honra da África. Lembrar-se de Santo Agostinho é
uma compensação que nenhuma cota racial, nenhuma cultura da “negritude”,
nenhum batuque do “baile” funk pode nos dar.
O maior africano de todos os tempos
Se alguém me perguntasse qual foi personalidade mais admirável da
África, contrariando todas as expectativas vigentes, eu diria na lata: Santo Agostinho! E seria diferente? Supor que uma cabeça
influencie desproporcionalmente todas as estruturas políticas, intelectuais,
filosóficas e literárias da civilização europeia e ocidental é algo para
poucos. Seu legado pesa não somente aos católicos, mas aos protestantes e ao
mundo como um todo. Só o Nosso Senhor conseguiu proeza maior, criando uma nova
era e dividindo os séculos. Porém, Jesus Cristo é Deus. E Agostinho, o seu mero
seguidor, inspirado nas palavras do Evangelho. O mundo seria bem pobre se não
houvesse obras como “A Cidade de Deus” ou “Confissões”, um das maiores obras literárias
e autobiográficas jamais escritas na história da literatura universal. A mais
fantástica inteligência da Patrística é o maior africano de todos os tempos. Quem
é que tem dúvida?
Pensemos no Mediterrâneo, não
como uma divisão entre África e Europa, mas justamente o contrário, como uma
interligação do Mare Nostrum romano entre dois grandes continentes. A África de
Agostinho era uma extensão do Império Romano. Nem poderíamos dizer uma “extensão
da Europa”, porque nem Europa existia tal como conhecemos. O Norte da África
tinha a identidade romana, por um lado, e greco-egípcia, por outro. Já fora
fenício e macedônio. Depois, tornou-se bizantino.
O Mar Mediterrâneo só separou a
Europa da África com o islamismo. Comunidades cristãs desapareceram, ora pela
força, ora pela assimilação. E a Europa cristã, acuada, atacada por todos os
lados, tornou-se uma verdadeira fortaleza, por conta da perda do antigo mar.
Para aqueles que criticam o “imperialismo” da Europa contemporânea,
será que alguém se lembrou da “opressiva” Roma que esmagou Cartago? Ou do Império
Egípcio? Alguns militantes afro-racistas americanos adoram reverberar o mito de que os
egípcios eram negros. Talvez tenham apagado a dinastia ptolomaica, descendente
de um general de Alexandre o Grande. Cleópatra tinha sangue grego. Ou
então a qualidade egípcia de ávidos escravistas malvados. O povo de Israel se
libertou deles com grandes sofrimentos. Deus subjugou o Faraó. Alguém da
militância afro sugestionou pagar alguma dívida histórica aos judeus?
A militância negra ficaria
escandalizada ao escutar que Santo Agostinho é o melhor de todos os africanos. Admirar
um cristão? Quer dizer que não admiro Mandela, Patrice Lumumba, Agostinho Neto,
Mengistu Mariam ou Mugabe? Respondo com uma santa paz de consciência: Nem de
longe! Essa gentalha comunista e tribal corrupta? Arruinaram a
África,
massacraram seus concidadãos em guerras civis fratricidas mataram
milhões de
pessoas. É espantoso que os maiores ídolos da esquerda na África
conseguiram
ser, sob muitos aspectos, bem mais destrutivos do que o imperialismo
europeu. A Europa, ao menos,
trouxe algum tipo de prosperidade e civilização no meio da selvageria
das
disputas imperiais. Todavia, dentro das hostes das esquerdas, negros
podem
matar brancos e também negros. Eles têm passe livre para o genocídio,
contanto que
levantem a bandeira vermelha o discurso clichê da "libertação nacional".
Sob os aplausos da intelligentsia. Resta saber quais "nações" existem
que foram "libertadas", já que a guerra civil africana se resume a
brigas de tribos que se odeiam. Quase todas viraram ditaduras
comunistas. E a nacionalidade parece uma fictícia e estranha formalidade
importada do mundo europeu.
Será que os militantes negros
brasileiros que idolatram essas criaturas bizarras já pensaram o quanto a
África sangra de miséria, atraso e morte por causa desses tiranetes demagogos e assassinos
em massa? Não é por acaso que Zumbi dos Palmares é idolatrado por essa gente.
Um arremedo de líder tribal africano nas Américas e um tiranete dono de
escravos é fonte de inspiração para eles. Quando algum individuo encharcado de ideologia afirmative action me diz que é “filho”
de Zumbi, a pergunta que me surge na cabeça é: de que cemitério ele saiu?
Alguém se recorda do dia 13 de
maio de 1888? Na minha época de adolescência era um feriado nacional.
Inclusive, negros e pardos do início da República eram monarquistas fervorosos,
por conta da Princesa Isabel de Bragança, a Redentora, que assinou a Lei Áurea
e elevou os africanos do Brasil a status de súditos livres. Inclusive, o preço da liberdade dos escravos
foi o golpe republicano e a perda da coroa. A princesa branca, loira, de
olhos azuis, filha das Casas de Bragança e dos Habsburgo, fez mais pelos negros
em um decreto do que Zumbi dos Palmares em toda sua vida. Um simples decreto de
dois únicos artigos fez justiça a uma gente oprimida. “É extinta a escravidão no
Brasil; revogam-se disposições em contrário”. Eis a pena dourada da liberdade.
Contudo, a militância negra tem
um saco de pancadas para soltar pauladas: a
presença européia na África. É como se o continente africano fosse lindo e
maravilhoso antes da chegada dos europeus. A escravidão em massa anteriormente
praticada pelos mercadores árabes foi totalmente esquecida, para não dizer
ignorada e ocultada. Também pudera. Em épocas de apoio fanatizado à Palestina, quando
comunistas sectários pregam a destruição do Estado de Israel, é claro
que vão ocultar a podridão dos islâmicos. Aliás, até a escravidão de negros por
negros também foi colocada debaixo do tapete. Negros sempre são bonzinhos; brancos
são sempre malvadinhos. Isso consola a cabecinha dos primitivos maniqueus
raciais.
Os negros nunca são responsáveis
pelos seus atos. Eles necessitam choramingar sobre um passado morto e
enterrado, para justificarem seus fracassos. Precisam culpar um país inteiro
por ações esquecidas e abandonadas. Necessitam culpar uma sociedade que lhes
deu liberdade, algo ignorado na própria África. E a inoperância se torna raiva,
ódio sistemático e organizado.
Ademais, a pobreza intelectual da
militância negra é assustadora. Eles não conseguem ver valor algum na cultura,
senão por esquemas mentais antropológicos e raciais. Na visão ideológica deles,
os negros não devem criar artes, literatura ou música elevadas para alumiar a humanidade, mas tão
somente para promover um sentimento tribal e ressentido de cor da pele. Por
isso que muitos militantes negros são cultores de Rap e funk.
Será que não conseguem criar algo mais além do
que esses lixos musicais? Nem um Lupicínio Rodrigues, nem um Pixinguinha
ou
Cartola? O problema é que estes grandes compositores da música popular
brasileira
não cantavam pra exaltar o culto de uma raça ou etnia. Não faziam
lamentos justificando sentimentos de inferioridade ou a vitimização da
pobreza ou da raça
negra. Falavam do amor, da paixão, da não-correspondência da relação
entre
homem e mulher. Talvez isso soe português demais, ibérico demais. No
entanto,
essa cantoria genuinamente africana de laços ibéricos vale bem mais do
que os
batuques dos delinquentes do rap ou do funk. Rap e funk é coisa de gente
da cadeia. Até um brilhante músico, o padre mulato José Maurício Nunes
Garcia,
compositor de Dom João VI, salvaria a honra da africanidade brasileira.
Da parte dos afro-militantes, só resta
silêncio.
O embusteiro deputado do PSOL,
Marcelo Freixo, criou uma lei ridícula sobre o funk, elevando-o a
patrimônio cultural no Rio de Janeiro. Um estilo musical medíocre,
tocado em festas
regadas à droga e prostituição, agora é reverenciado como cultura
superior de
favelado ou de negros. Coitado do negro e do favelado minimamente
instruído!
O pior de tudo é alguém crer que
Freixo seja algum exemplo de moralidade. Se o homenzinho nutre um gosto tão
grotesco pela música, pela política não deve ser diferente. O PSOL não é exemplo
de honestidade pra ninguém. Para um partido que faz apologia de dois
terroristas italianos, como Cesare Batistti ou Achille Lollo, não me espantaria
o porquê do funk ter sido reverenciado como cultura popular, através de uma lei
imbecil. Esquerdismo, crime organizado e delinquência têm tudo a ver. E se a cultura
negra pode ser rebaixada a este nível, é porque os pobres negros deste país
estão no fundo do poço. Alguém já viu algum funqueiro minimamente alfabetizado?
Ou que saiba cantar bem?
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
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