Divinity Original Sin - The board game

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mídia Sem Máscara - Mensalão: o que poucos sabem, e o Brasil deveria saber

Mídia Sem Máscara - Mensalão: o que poucos sabem, e o Brasil deveria saber

Mídia Sem Máscara - O Salvador filósofo

Mídia Sem Máscara - O Salvador filósofo

Juiz manda Estado de Pernambuco pagar por cirurgia de mudança de sexo

Juiz manda Estado de Pernambuco pagar por cirurgia de mudança de sexo

notalatina: Chavez: entre o MERCOSUL e o Mausoléu

notalatina: Chavez: entre o MERCOSUL e o Mausoléu: O Notalatina ficou dois meses sem atualização, em decorrência de minha mudança e depois problemas em meu computador. Entretanto, tão logo...

Conde Loppeux de la Villanueva: Sobre a difamação

Conde Loppeux de la Villanueva: Sobre a difamação: Publiquei um artigo comentando as declarações da psicóloga e professora Tatiana Lionço sobre a sexualidade das crianças, num trecho do víd...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Somente a Verdade, Mídia s Máscara, Júlio Severo - Censurados pelo Google Pró-Homossexual.: "Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte d...

Somente a Verdade, Mídia s Máscara, Júlio Severo - Censurados pelo Google Pró-Homossexual.: "Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte d...: Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família Entrevista com Jorge Scala Por Thácio Siqueira BRASILIA, terça-feira, 31 de j...

A Ordem Natural: A Nova Ordem Mundial e o Brasil

A Ordem Natural: A Nova Ordem Mundial e o Brasil: O Brasil perante os conflitos da Nova Ordem Mundial Olavo de Carvalho  OAB São Paulo - 2004 Qual o papel do Brasil na Nova Orde...

BlogdoJSilva: Cursos do MIT e Harvard com legendas em português

BlogdoJSilva: Cursos do MIT e Harvard com legendas em português

Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?

Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Caça as Bruxas

http://blogdomrx.blogspot.com.br/2012/08/caca-as-bruxas.html


Caça às Bruxas
via Blog do Mr X de Mr X em 22/08/12

Uma menina cristã de 11 anos, com problemas mentais ainda por cima, está sendo acusada de "blasfêmia" no Paquistão. De acordo com a lei paquistanesa, acusados de blasfêmia podem ser condenados à morte. Apesar da pouca idade, está numa prisão para adultos. Sua família fugiu, com medo de represálias.
A acusação é baseada no "fato" de que alguém aparentemente viu a menina jogando no lixo páginas queimadas do Corão, que teria usado para cozinhar... Os rumores se espalharam e juntou-se uma multidão enraivecida querendo o linchamento ou a prisão da garota.
Além da probabilidade da própria acusação ser falsa, baseada em meros rumores, há o hediondo detalhe de se tratar de uma criança de onze anos com síndrome de Down. Mesmo que tivesse realmente queimado páginas do Corão, teria culpa? E afinal, o que há de tão grave em queimar as páginas de um mero livro? Esses muçulmanos estão loucos: idolatram um livro, mesmo sendo em sua grande maioria analfabetos...
(Quer saber como eles "lêem" o Corão, escrito ainda por cima em árabe antigo, indescifrável para a maioria da população? É simples, passando o dedo pelas linhas do livro e esperando uma iluminação de Alá. Bizarro, mas real!)
É bem mais provável que a menina esteja sendo atacada pelo mero fato de ser cristã. A minoria cristã do Paquistão (apenas 4%) come o pão que o Diabo amassou no país, e nem sei como é que existe ainda. Recentemente, o único deputado cristão do país foi assassinado.
Embora esse fanatismo burro seja típico dos muçulmanos, não é verdade que não exista de todo em outras culturas. Há meros 350 anos atrás, europeus e até americanos estavam queimando bruxas. As acusações eram, em geral, igualmente sórdidas e sem fundamento.
Vamos combinar? As multidões são burras. Uma menina de onze anos com síndrome de Down é mais inteligente do que uma multidão.
Porém, é verdade que o Islã tem um "plus a mais" de fanatismo. Afinal os hindus são, geneticamente, o mesmo povo que o paquistanês, mas não se explodem por aí com tanta freqüência, nem ficam matando os outros por blasfêmia. Certamente deve ter a ver com características da religião islâmica que incitam ao ódio contra os infiéis.
Outras religiões são menos agressivas. Ninguém ouviu falar de terrorismo budista. No máximo, há os monges do Tibet que incendeiam a si mesmos para protestar. E os cristãos, hoje em dia, quando se dão à histeria coletiva, é mais de forma inofensiva, como acreditando em estátuas de santos que choram ou em milagres da Virgem.

Se há alguma caça às bruxas e aos heresiarcas no Ocidente, hoje, esta é feita pelos progressistas ateus, que exibem quase que as mesmas características fanáticas dos muçulmanos mais ignorantes. Se alguém no mundo comete a heresia de criticar o homossexualismo, o igualitarismo racial ou o aborto, será impiedosamente linchado, se não literalmente, ao menos midiáticamente... 
Nesse fanatismo cego e burro, que se recusa a ouvir o outro lado ou mesmo à voz da razão, esquerdistas e muçulmanos se parecem. Talvez por isso se dêem tão bem, colaborando para destruir o pouco que resta do Ocidente!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mídia Sem Máscara - Debatedores brasileiros

Mídia Sem Máscara - Debatedores brasileiros

Já notaram?

Já notaram?


Publicado em Quarta, 22 Agosto 2012 20:03
Escrito por Olavo de Carvalho

CAI/NYTS
Vocês já notaram que, de uns anos para cá, a simples opinião contrária ao casamento gay, ou à legalização do aborto, passou a ser condenada sob o rótulo de "extremismo", como se casamentos homossexuais ou abortos por encomenda não fossem novidades chocantes, revolucionárias, mas sim práticas consensuais milenares, firmemente ancoradas na História, na natureza humana e no senso comum, às quais realmente só um louco extremista poderia se opor?
Já notaram que o exibicionismo sexual em praça pública, as ofensas brutais à fé religiosa, a invasão acintosa dos templos, passaram a ser aceitos como meios normais de protesto democrático por aquela mesma mídia e por aquelas mesmas autoridades constituídas que, diante da mais pacífica e serena citação da Bíblia, logo alertam contra o abuso "fundamentalista" da liberdade de opinião?
Já notaram que o simples ato de rezar em público é tido como manifestação de "intolerância", e que, inversamente, a proibição de rezar é celebrada como expressão puríssima da "liberdade religiosa"? (Se não notaram, vejam em http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br/2012/08/15/brasil-e-ouro-em-intolerancia/.)
Já notaram que, após terem dado ao termo "fundamentalista" uma acepção sinistra por sua associação com o terrorismo islâmico, os meios de comunicação mais respeitáveis e elegantes passaram a usá-lo contra pastores e crentes, católicos e evangélicos, como se os cristãos fossem os autores e não as vítimas inermes da violência terrorista no mundo?
O que certamente não notaram é que a transição fácil dos epítetos do gênero "extremista" e "fundamentalista" para o de "terrorista" já ultrapassou até mesmo a fase das mutações semânticas para se tornar um instrumento real, prático, de intimidação estatal.
Não o notaram porque nunca foi noticiado no Brasil que, nos EUA, qualquer cristão que se oponha ao aborto ou contribua para campanhas de defesa de seus correligionários perseguidos é tido pelo Homeland Security, ao menos em teoria, como alvo preferencial para averiguações de "terrorismo" (é só ver http://touchstonemag.com/merecomments/2012/07/big-sibling-janet-napolitano-may-be-looking- for-you/), embora o número de ações terroristas cometidos até agora por esse tipo de pessoas seja, rigorosamente, zero.
Em contrapartida, qualquer sugestão de que as investigações deveriam tomar como foco principal os muçulmanos ou os esquerdistas – autores da maioria absoluta dos atentados no território americano – é condenada pelo governo e pela mídia como "hate speech".
Nenhum membro do Family Research Council tinha jamais atirado em ninguém, nem esmurrado, nem sequer xingado quem quer que fosse, quando a ONG esquerdista South Poverty Law Center colocou aquela organização conservadora na sua "Hate List". Quando um fanático gayzista entrou lá gritando slogans anticristãos e dando tiros em todo mundo, nem um só órgão de mídia chamou isso de "crime de ódio".
Em todos esses casos, e numa infinidade de outros, a estratégia é sempre a mesma: quebrar as cadeias normais de associação de ideias, inverter o senso das proporções, forçar a população a negar aquilo que seus olhos veem e a enxergar, em vez disso, aquilo que a elite iluminada manda enxergar.
Não, não se trata de persuasão. As crenças assim propagadas permanecem superficiais, saindo da boca para fora enquanto as impressões que as negam continuam entrando pelos olhos e ouvidos. O que se busca é o contrário da persuasão genuína: é instilar no público um estado de insegurança histérica, em que a contradição entre o que se percebe e o que se fala só pode ser aplacada mediante o expediente de falar cada vez mais alto, de gritar aquilo que, no fundo, não se crê nem se pode crer. É um efeito calculado, uma obra de tecnologia psicológica.
Algum militante gayzista pode sinceramente crer que, num país com cinquenta mil homicídios por ano, cento e poucos assassinatos de homossexuais provem a existência de uma epidemia de ódio anti-gay? É claro que não.
Justamente porque não pode crê-lo, tem de gritá-lo. Gritá-lo para não se dar conta da farsa existencial em que apostou sua vida, e da qual depende para conservar seus amigos, seu bem protegido lugar na militância, sua falsa identidade de perseguido e discriminado numa sociedade que não ousa dizer contra ele uma só palavra.
O militante ideal desses movimentos não é o crente sincero, mas o fingidor histérico. O primeiro consente em mentir em favor de suas crenças, mas conserva alguma capacidade de julgamento objetivo e pode, em situações de crise, transformar-se num perigoso dissidente interno. O histérico, em vez disso, não tem limites na sua compulsão de tudo falsificar. O militante sincero usa da mentira como um instrumento tático; para o histérico, ela é uma necessidade incontornável, uma tábua de salvação psicológica.
Ainversão, mecanismo básico do modus pensandi revolucionário, é acima de tudo um sintoma histérico. É por isso que há décadas os movimentos revolucionários já desistiram da persuasão racional, perderam todo escrúpulo de honorabilidade intelectual e não se vexam de agitar aos quatro ventos bandeiras ostensivamente, propositadamente absurdas e autocontraditórias.
Eles não precisam de "verdadeiros crentes", cuja integridade causa problemas. Precisam de massas de histéricos, cheios da "passionate intensity" de que falava W. B. Yeats, prontos a encenar sofrimentos que não têm, a lutar fanaticamente por aquilo em que não creem, precisamente porque não creem e porque só a teatralização histérica mantém vivos os seus laços de solidariedade militante com milhares de outros histéricos.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Cinco em cada 30 casos registrados são de mau uso ...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Cinco em cada 30 casos registrados são de mau uso ...:   O homem da Lei Maria da Penha Um casamento que durou seis anos teve um final triste para um homem. Ele alega que a ex-mulher usou a...