Divinity Original Sin - The board game

terça-feira, 20 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

A pornificação da imagem da mulher na mídia de massa

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/outros/12416-a-pornificacao-da-imagem-da-mulher-na-midia-de-massa.html


“Tais imagens também demonstram aumentar os índices de descontentamento físico e/ou desordens nos hábitos de comer entre homens, mulheres e meninas; e eles também demonstram diminuir a satisfação sexual entre homens e mulheres”.
Um estudo feito por sociólogos da Universidade de Buffalo revelou um aumento em imagens “pornificadas” de mulheres nos meios de comunicação populares. Os pesquisadores estão alertando que essas descobertas são motivo para preocupação porque uma pesquisa anterior revelou que tais imagens de mulheres têm consequências negativas para homens e mulheres.
Erin Hatton e Mary Nell Trautner, professores assistentes no Departamento de Sociologia da Universidade de Buffalo (UB), são os autores do estudo “Equal Opportunity Objectification? The Sexualization of Men and Women on the Cover of Rolling Stone” (Objetificação de Oportunidade Igual? A Sexualização de Homens e Mulheres na Capa da Revista Rolling Stone), que será publicado na edição de setembro da revista “Sexuality & Culture” (Sexualidade e Cultura).
Hatton e Trautner examinaram mais de 1.000 imagens de homens e mulheres na revista “Rolling Stone” de 1967 a 2009. Eles escolheram “Rolling Stone”, de acordo com Hatton, porque “ela é um veículo de comunicação bem estabelecido da cultura popular. Não é explicitamente sobre sexo ou relacionamentos… e assim oferece uma janela útil para vermos como as mulheres e os homens são geralmente retratados na cultura popular”.
Os autores mediram a intensidade das representações sexualizadas desenvolvendo uma “escala de sexualização”. A escala dá pontos de imagens por sexualização se os lábios da pessoa focada estão abertos ou a língua estava aparecendo, se a pessoa focada está parcialmente vestida ou nua, ou se o texto que descreve a pessoa focada usou linguagem sexualmente explícita.
Hatton e Trautner revelaram que na década de 1960, 11% dos homens e 44% das mulheres na capa da “Rolling Stone” eram sexualizadas. Na década de 2000, a percentagem de homens que eram sexualizados havia aumentado para 17% e a percentagem de mulheres para 83%.
“Na década de 2000, havia 10 vezes mais imagens hipersexualizadas de mulheres do que de homens, e 11 vezes mais imagens não sexualizadas de homens do que de mulheres”, disse Hatton.
“Constatou-se que representações sexualizadas de mulheres legitimavam ou agravavam a violência contra as mulheres e meninas, bem como assédio sexual e atitudes anti-mulheres entre homens e meninos”, diz Hatton. “Tais imagens também demonstram aumentar os índices de descontentamento físico e/ou desordens nos hábitos de comer entre homens, mulheres e meninas; e eles também demonstram diminuir a satisfação sexual entre homens e mulheres”.
“Embora na superfície essas descobertas não sejam de surpreender, fiquei realmente surpreso com a intensidade da sexualização das mulheres relativa aos homens”, Hatton disse para LifeSiteNews (LSN).
“Tais imagens foram muito criticadas na década de 1970, mas desde então nós como cultura não pensamos que elas sejam particularmente problemáticas”, ela disse. “As pessoas dizem, ‘Pois bem, o que esperar? O sexo ajuda a vender!’ Ou, ‘Somos uma sociedade sexual’. Mas se esse fosse o caso, teríamos imagens hipersexualizadas de mulheres, mas não homens, ao longo do tempo”.
“Acho que é hora de abrirmos um novo e acalorado debate público sobre o uso generalizado de tais imagens e o problema que provocam, e penso que haveria acordo geral de ambos os lados do espectro político de que essas imagens são problemáticas”, disse Hatton.

Tradução: Julio Severo

terça-feira, 13 de setembro de 2011

37 - Parresía: "Gigante Adormecido"

O burguês segundo Marx

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12403-o-burgues-segundo-marx.html


Toda a engenhoca explicativa do marxismo não foi concebida como pura filosofia, e sim como instrumento prático de destruição da sociedade burguesa.
Um dos mais queridos entretenimentos dos marxistas, desde há um século e meio, tem sido defender Karl Marx da acusação de economicismo. 
Longe de reduzir tudo às causas econômicas, dizem eles, o autor de O Capital enxergava no processo histórico a ação simultânea de um complexo de fatores, incluindo o cultural e o religioso, onde a economia só viria a predominar "em última instância", cedendo frequentemente o passo às demais forças. A imagem de um Karl Marx obsediado pela onipotência da economia é, alegam, uma redução pejorativa, criada para fins de propaganda pelos críticos burgueses. Há alguma verdade nisso. 
Marx não era nenhum simplório, sujeito a deixar-se embriagar pela obsessão da causa única, mágica, universalmente explicativa.
Acontece, no entanto, que toda a engenhoca explicativa do marxismo não foi concebida como pura filosofia, e sim como instrumento prático de destruição da sociedade burguesa, e há nela uma nítida defasagem entre a teoria geral da História e a sua aplicação ao capitalismo em especial. 
Ao descrever o funcionamento da sociedade burguesa, Karl Marx, alegando que assim procede por motivos de ordem metodológica, faz abstração dos demais fatores – culturais, políticos, éticos, religiosos, etc.  – e reduz tudo à operação da mais-valia: o truque sujo mediante o qual o "valor" da mercadoria, definido como a quantidade de trabalho necessário para produzi-la, é subtraído aos trabalhadores e embolsado pelo burguês. Não interessa, aqui e agora, contestar a teoria da mais-valia. Eugen von Böhm-Bawerk já fez isso melhor do que jamais alguém poderá fazê-lo de novo (V. A Teoria da Exploração do Comunismo-Socialismo, emhttp://www.olavodecarvalho.org/bbawerk/rosto_bohm.htm). O importante é notar que, de tudo aquilo que veio ao mundo como elemento constitutivo da sociedade burguesa – o humanismo, a ética protestante, a democracia parlamentar, os direitos civis, a liberdade de imprensa, as eleições, o sistema judiciário independente, a previdência social, as leis de proteção às mulheres e crianças, a escolarização das camadas pobres, a aplicação universal da ciência e da técnica ao melhoramento da vida humana – não sobra, na definição marxista do capitalismo, nada. Capitalismo é exploração da mais-valia: ponto final. Tudo o mais é elemento acidental e secundário, que a "força da abstração" (sic) deve desprezar para se concentrar no essencial.
Uma vez montado esse recorte metodológico e descrita na sua lógica interna a "essência do capitalismo", todos os elementos que foram inicialmente removidos para fora do foco são declarados retroativamente irrelevantes de fato e reduzidos a "superestruturas", aparências ou camuflagens ideológicas do mecanismo central que tudo absorve e explica.
O "burguês" pode então ser desenhado como o usurpador por excelência, o sanguessuga, o vampiro que engorda extraindo as últimas gotas de energia da classe trabalhadora,  e que ainda tem o cinismo de adornar esse crime com as belezas enganosas da cultura moderna, da religião e da assistência social. 
A obsessão economicista que não se pode imputar a Marx na sua compreensão geral da História é assim restaurada com força total no desenho odiento, monstruosamente unilateral e caricatural, que ele traça do capitalismo e do burguês. Mas, como esse desenho e o rancor que ele despeja sobre a figura do burguês são declaradamente os objetivos finais da obra inteira de Karl Marx, toda a abertura que ele concede àultiplicidade dos demais fatores é apenas uma concessão provisória destinada a camuflar e preparar o economicismo brutal e cru com que ele fomenta a revolta contra a burguesia.    
Marx não faz o mínimo esforço para demonstrar que a exploração da mais-valia é a causa substancial por trás de todos os benefícios trazidos à humanidade pela cultura da época burguesa. Ao contrário, ele apela a um expediente que, pelo seu contágio, viria a se tornar endêmico entre hordas inteiras de praticantes das "ciências sociais": excluir do campo de enfoque pedaços enormes do objeto estudado e depois, sem a mais mínima razão, dar por demonstrado que são irrelevantes, ilusórios ou inexistentes. O que era pura restrição de método torna-se, por um passe de mágica, uma afirmação objetiva sobre a estrutura da realidade. O efeito persuasivo não se obtém por nenhum acúmulo de provas ou demonstrações, mas pela concentração hipnótica no fator escolhido como "essencial", cuja longa e exaustiva análise ocupa o horizonte inteiro das consciências, removendo tudo o mais para uma distância onde se torna invisível.
Que a presença histórica de alguns fatores extra-econômicos tenha precedido de séculos o advento do capitalismo industrial é, portanto, algo que não precisa ser levado em conta, nem explicado. Sem o protestantismo e o humanismo, que remontam ao século 16, nada de sociedade burguesa, mas para que remexer o passado? As provas não só ficam ausentes, mas são criteriosamente evitadas: qualquer tentativa de examinar os elementos excluídos terminaria por trazê-los de novo para o centro do quadro, desfazendo em fumaça o efeito da concentração hipnótica. 
Não espanta que isso tenha realmente sucedido a vários discípulos devotos, que, no empenho de provar a veracidade do marxismo, acabaram por dissolvê-lo numa variedade de enfoques causais que não têm de marxista senão o nome. Isso já começa com Lênin: a teoria da "vanguarda" partidária que se antecipa ao proletariado e o cria depois da revolução suprime desde logo a ideia dos proletários como forças primordiais da transformação histórica e, de um só golpe, torna inviável qualquer tentativa de definir em termos econômicos as classes antagônicas. 
Por essa via, o historiador marxista inglês E. P. Thompson chegou à conclusão de que é impossível, mediante critérios de pura economia, distinguir um proletário de um burguês. Herbert Marcuse demite ostensivamente o proletariado da função de classe revolucionária, colocando em lugar dele os estudantes pequeno-burgueses e o Lumpenproletariat que Marx desprezava: bandidos, prostitutas, cantores de boate, drogados, bêbados e malucos em geral. Antonio Gramsci prefere os intelectuais.

E Ernesto Laclau proclama que nem  é preciso uma classe revolucionária existente: a mera força da propaganda cria a classe revolucionária do nada.
Uma teoria que, para conservar seu prestígio, tem de ser levada a dizer o contrário do que dizia não é, com efeito, teoria nenhuma: é apenas o símbolo unificador de um grupo de interesses heterogêneos, que se define, se indefine e se redefine conforme bem lhe interessa no momento, com a inventividade insana dos oportunistas, dos mitômanos e dos criminosos pegos em flagrante.



Julio Severo: O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo ev...

Julio Severo: O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo ev...: O Kinsey gospel do Brasil e o marketing do sexo evangélico Vigarice gospel exposta: site Observador Cristão é irmão gêmeo do Genizah Julio S...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O princípio da ordem como prova da existência de Deus

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12394-o-principio-da-ordem-como-prova-da-existencia-de-deus.html


Como atribuir a existência do princípio de ordem, que é justamente a essência do método científico, ao mero acaso, antes do que - como seria apenas lógico pensar – a um Ser Inteligente?
Como é amplamente sabido, o pensamento predominante nos meios científico e acadêmico busca invalidar a existência de Deus ao submetê-lo ao crivo do método científico. Em síntese, o argumento é este: se não podemos tocá-lO, vê-lO, nem reconhecê-lO por nenhum dos conhecidos métodos de observação empírica, logo, podemos negá-lo.
Em seus ensinamentos, Thomas E. Woods Jr. nos descortina uma completa desmistificação da alegada e tão propalada incompatibilidade entre a ciência e a religião. Com efeito, sob o patrocínio da Igreja Católica, inúmeras descobertas científicas valiosas vieram ao mundo e dentre elas, talvez a mãe de todas, a do próprio método científico.
Em uma de suas apresentações gravadas em vídeo, o sábio professor toca no ponto crucial: nenhum dos povos não-cristãos do mundo foi capaz de levar adiante um projeto científico continuado e consistente simplesmente por falta da compreensão de um fator de origem divina: o princípio de ordem. O princípio de ordem é aquele segundo o qual Deus criou leis imutáveis e eternas para o funcionamento de sua criação e sobre as quais Ele próprio, por questão de coerência, dispõe-se a cumprir.
Ao exemplificar o caso de outros povos não-cristãos, Woods demonstra como a crença em um deus caprichoso, capaz de dar ordens e de em seguida revogá-las ao seu bel-prazer inviabilizou-lhes completamente a compreensão do sentido de ordem e por conseguinte, de implementar um progresso científico continuado. Ora, se eu puder visualizar uma entidade qualquer que diz algo aqui e a desmente ali logo em seguida, ou que faz algo e depois nega que o fez ou o desfaz, etão eu diria estar na frente de Lula, e não de algo que se chame dignamente de Deus.
Quando invocamos a observação e a experimentação como meios válidos para a obtenção do conhecimento, o que tentamos, em fundamento, é buscar na repetição dos fenômenos o princípio da ordem. Tivéssemos um universo caótico, absolutamente nenhum experimento científico teria sentido, vez que os resultados sempre restariam aleatórios, por desconectados das causas que lhes dariam origem.
Como se vê, aí temos então um sério problema para os defensores do cientificismo materialista. Até que dá para empurrar goela abaixo de uma plateia crédula a ideia de átomos que atritando-se durante milhões ou bilhões de anos terminam ao acaso criando uma célula, isto é, um primeiro ser vivo. Entretanto, como atribuir a existência do princípio de ordem, que é justamente a essência do método científico, ao mero acaso, antes do que - como seria apenas lógico pensar – a um Ser Inteligente?
Assim, o que temos é que, reductio ad absurdum, os adeptos do cientificismo materialista, sem o saberem, ao fazerem uso do que se denomina de método científico, se utilizam de um princípio de origem divina para buscar desqualificar a existência de Deus. E agora?

Café Colombo – O indecifrável Maquiavel, por Olavo de Carvalho

Fonte: http://www.cafecolombo.com.br/2011/08/21/455-%E2%80%93-o-indecifravel-maquiavel-por-olavo-de-carvalho-%E2%80%93-2/

O Café Colombo conversou com o filósofo Olavo de Carvalho, que acaba de lançar o livro “Maquiavel ou a confusão demoníaca” pela Vide Editorial. Nesta obra, Olavo aborda as diferentes interpretações dadas aos trabalhos de Maquiavel e aponta que o próprio pensador escrevia com inúmeras contradições. Para ele, Maquiavel é estilisticamente claro quando lido num trecho específico, mas confuso quando analisado o seu pensamento como um todo. Olavo é ainda autor de “O imbecil coletivo”, “Aristóteles em Nova Perspectiva”, “O jardim das aflições” entre outros livros. Escute a entrevista!


http://200.147.22.243/jc/parceiros/cafecolombo/audios/110821_olavo_de_carvalho_2.mp3

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Julio Severo: PT: “Odeio censura! Por isso, vou censurar você!”

Julio Severo: PT: “Odeio censura! Por isso, vou censurar você!”: PT: “Odeio censura! Por isso, vou censurar você!” Em atitude totalmente hipócrita e em nome de um suposto princípio que repudia, repele e b...

Novo relatório sobre aquecimento global contradiz IPCC da ONU

Fonte: http://agfdag.wordpress.com/2011/09/02/novo-relatorio-sobre-aquecimento-global-contradiz-ipcc-da-onu/


O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), já sob severas críticas por violar os requisitos acadêmicos de revisão e confiar em fontes secundárias, está sendo atacado novamente em um novo relatório co-produzido por três organizações de pesquisa sem fins lucrativos.
De acordo com o novo relatório, “causas naturais são muito provavelmente as principais” causas das mudanças climáticas que ocorreram no século XX e no início do século XXI. “Não estamos dizendo que gases de efeito estufa antropogênicos (GEEA) não podem produzir algum aquecimento, ou que não o fizeram no passado. Nossa conclusão é que as evidências mostram que eles não estão desempenhando um papel substancial”.
Os autores do novo relatório dizem que “o efeito resultante do aquecimento e do aumento nas concentrações de dióxido de carbono na atmosfera é mais provável que seja benéfico para os seres humanos, as plantas e os animais selvagens”.
Ambas as conclusões contradizem as conclusões dos relatórios amplamente citado do IPCC.
O relatório foi produzido pelo Instituto Heartland, pelo Centro para Estudos do Dióxido de Carbono e Mudanças Globais, e pelo Projeto Ciência e Políticas Ambientais (SEPP, em inglês), três organizações norte americanas sem fins lucrativos, com sedes em Chicago (Illinois), Tempe (Arizona) e Arlington (Virginia), respectivamente.
O relatório, de 430 páginas, tem como co-autores e foi editado por três pesquisadores das ciências do clima: Craig D. Idso, Ph.D., editor da revista on-line CO2 Science e autor de vários livros e artigos científicos sobre os efeitos do dióxido de carbono em plantas e na vida animal; Robert M. Carter, Ph.D., geólogo marinho e professor de pesquisa da Universidade James Cook em Queensland, Austrália; e S. Fred Singer, Ph.D., físico atmosférico eminente e primeiro diretor do Serviço Meteorológico por Satélites dos EUA. Outros sete cientistas e um especialista em políticas de crescimento sustentável efetuaram contribuições adicionais.
O relatório é intitulado “Mudanças Climáticas Reconsideradas: Relatório Parcial 2011” porque precede um volume global que se espera que seja lançado em 2013. Concentra-se nas pesquisas científicas lançadas desde a publicação de “Mudanças Climáticas Reconsideradas: O Relatório de 2009 do Painel Internacional Não-Governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC)”.
Conforme descrito no resumo executivo desse relatório, suas principais conclusões são:
• “Nós encontramos evidências de que os modelos superestimam o aquecimento que ocorreu durante o século XX e não conseguem incorporar processos químicos e biológicos que podem ser tão importantes quanto os processos físicos utilizados nos modelos”.
• “Mais CO2 promove o maior crescimento de plantas, tanto em terra quanto em todas as águas superficiais e oceanos do mundo, e este vasto conjunto de vida vegetal tem a capacidade de afetar o clima da Terra de diversas maneiras, quase todas elas tendendo a neutralizar os efeitos do aquecimento causado CO2 por forçamento térmico radiativo”.
• “As últimas pesquisas sobre paleoclimatologia e temperaturas recentes encontra novas evidências de que o Período Quente Medieval, há aproximadamente 1.000 anos atrás, quando havia cerca de 28% menos CO2 na atmosfera do que existe atualmente, foi tanto global quanto mais quente que o mundo de hoje”.
• “Novas pesquisas encontram menos derretimento do gelo no Ártico, na Antártida e no topo de montanhas que se pensava, e nenhum sinal de aceleração da subida do nível do mar nas últimas décadas, nenhuma tendência ao longo dos últimos 50 anos em mudanças para a Circulação do Atlântico Meridional, e nenhuma alteração nos padrões de precipitação ou de fluxos de rio que poderia ser atribuído ao aumento dos níveis de CO2″.
• “Os anfíbios, pássaros, borboletas e outros insetos, lagartos, mamíferos, e até mesmo os vermes, se beneficiam do aquecimento global e suas miríades de efeitos ecológicos”.
• “A elevação das temperaturas e das concentrações atmosféricas de CO2, pelo aumento da produtividade da agricultura, irá desempenhar um papel importante na prevenção da fome e da destruição ecológica no futuro”.
• “As últimas pesquisas sugerem que os corais e outras formas de vida aquática têm eficazes respostas adaptativas às mudanças climáticas, o que lhes permite prosperar, apesar ou mesmo por causa da mudança climática”.
• “O aquecimento global é mais provável que melhore ao invés de prejudicar a saúde humana, porque a elevação das temperaturas leva a uma maior redução de mortes no inverno do que o aumento de mortes causadas por essa elevação no verão”.
• “Mesmo nos piores cenários, a humanidade será muito melhor em 2100 do que é hoje e, portanto, capaz de se adaptar a quaisquer que sejam os desafios apresentados pelas mudanças climáticas”.
post acima é uma tradução livre do press release sobre o referido relatório. Para ver o original, clique aqui

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Esvaziamento da “lei Muwaji”: triunfo da “religião verde” anti-humana

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/12362-esvaziamento-da-lei-muwaji-triunfo-da-religiao-verde-anti-humana.html


Infanticdio - Muwaji 03 cena de YoutubeNo dia em que uma “tribo urbana” de narcotraficantes ou de criminosos quiser defender sua impunidade alegando “autonomia” no morro e suas “tradições” culturais delitivas, já encontrará os sofismas registrados nas atas do Congresso Nacional.
Quando bem analisada, a religião “verde” não é tão contraditória quanto à primeira vista pode parecer

Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário que recebemos e publicamos em nosso blog defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”. 

A tese não é original. É até um chavão do ecologismo radical.
Nada mais natural que semelhante concepção sobre o homem redunde na aprovação da cruel prática de infanticídio existente em algumas tribos muito decaídas do Brasil.

Alegando respeitar as “tradições” indígenas, antropólogos estruturalistas e “verdes” defendem este ato contrário aos sentimentos humanos mais nobres.
O tema está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde 2007.

Naquela data o parlamentar Henrique Afonso (PV/AC) apresentou projeto chamado de “lei Muwaji” (PLC 1.057/07), visando punir funcionários da saúde e da FUNAI por crime de “omissão de socorro” diante dos homicídios de recém-nascidos deficientes, filhos de mães solteiras ou gêmeos, cometidos em aldeias da Amazônia.

O nome do projeto se refere à índia Muwaji Suruwahá, que fugiu de sua tribo para evitar que sua filha, portadora de paralisia cerebral, fosse sacrificada.

Contudo, o projeto de Henrique Afonso, que classificava de “prática nociva” a referida “tradição” indígena do infanticídio, sofreu forte oposição do governo através da FUNAI e de antropólogos.

Mais ainda, essa prática inumana e anticristã é defendida também pelo CIMI, órgão ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a qual, no presente ano, está muito ativa na área ecológica.
Em julho deste ano, a deputada petista Janete Pietá alterou a versão do projeto, de maneira a não conter mais as previstas punições aos servidores públicos.

Ao invés disso, os órgãos do governo limitar-se-ão a oferecer “oportunidades adequadas aos povos indígenas de adquirir conhecimento sobre a sociedade em seu conjunto”. Frase totalmente vaga que redunda em impunidade.

A deputada petista afirma defender a “autonomia dos povos indígenas”. Numa atitude que não faz jus ao seu sobrenome, a parlamentar procurou diminuir a gravidade desses cruéis assassinatos: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades”.

No dia em que uma “tribo urbana” de narcotraficantes ou de criminosos quiser defender sua impunidade alegando “autonomia” no morro e suas “tradições” culturais delitivas, já encontrará os sofismas registrados nas atas do Congresso Nacional.
Operando nos bastidores da Câmara, segundo a “Folha de S. Paulo”, a FUNAI fez o que pôde para “enfraquecer o texto com o argumento de que ele criaria uma interferência indevida e reforçaria o preconceito contra os índios”.

Todo ano, centenas de crianças são enterradas vivas ou abandonadas na floresta amazônica.

O “ritual” seria praticado em território brasileiro por cerca de 20 etnias.

Mas os apóstolos da “religião verde”, entre os quais se destacam os neo-missionários comuno-progressistas do CIMI, empurram o País para o precipício.

Aliás, tudo diametralmente oposto à venturosa trilha aberta por heróicos missionários como o Padre Manoel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta, que estabeleceram os fundamentos de um Brasil grande, civilizado e cristão. O da religião bem entendida, portanto.


Luis Dufaur edita o blog Verde: a cor nova do comunismo