Divinity Original Sin - The board game

quarta-feira, 17 de março de 2010

Cubanos invadiram consulado do Brasil em Miami




Fábio Góis

As declarações do presidente Lula sobre os prisioneiros políticos de Cuba continuam a indignar muita gente. Em 26 de fevereiro, o consulado do Brasil em Miami (EUA) foi invadido por cubanos em protesto contra o que chamaram de “cumplicidade” do chefe de Estado brasileiro com o regime político da ilha caribenha – onde morreu, em decorrência de problemas causados por uma greve de fome, o operário negro Orlando Zapata.
A morte do dissidente não poderia ter ocorrido em pior ocasião para Lula: no dia 23 daquele mês, justamente quando o presidente desembarcava para diversas reuniões com Raul Castro, presidente de Cuba, seu irmão Fidel (eterno líder da revolução), e demais autoridades. Em discurso para veículos de imprensa internacionais, Lula disse, entre outras coisas, lamentar “que uma pessoa se deixe morrer por causa de uma greve de fome!”. As palavras do petista provocaram uma reprimenda internacional, com críticas ferrenhas na imprensa e em órgãos como a Unesco e a Human Rights Watch.    
“Estamos ocupando o consulado em protesto contra a cumplicidade do presidente Lula”, diz um homem não identificado, enquanto seus correligionários exibem a bandeira de Cuba diante de agentes do consulado. A manifestação, pacífica, foi promovida pela Asamblea de la Resistencia Cubana, coalização que reúne mais de 50 organizações dentro e fora de Cuba, em apoio à “Campaña de no Cooperación con la Dictadura”.
Um filme (veja abaixo) mostra cidadãos cubanos entoando palavras de protesto como “Lula cúmplice!” e “Vergonha para Lula”. “Ao invés de interceder em seu favor [de Zapata], [Lula] abraçou o tirano Fidel Castro”, diz um comunicado do grupo de insurgentes cubanos.

terça-feira, 16 de março de 2010

Olavo de Carvalho 03 dia 08 2010

Olavo inicia o programa falando sobre a carta recebida por Graça Salgueiro do presidente da Colômbia.
Dá um exemplo de manipulação da informação pela grande mídia, o que é comum hoje em dia.
Explica como os africanos escravizaram seu próprio povo e como os brancos também foram escravizados.
Ouça na íntegra em: http://www.blogtalkradio.com/olavo

Nigel Farage esculhamba o Presidente da UE (membro Bilderberg) - Quem é você?

segunda-feira, 15 de março de 2010

O caso das vacinas contra a gripe porcina - de novo!

sábado, 13 de março de 2010

Fonte:  http://notalatina.blogspot.com/2010/03/o-caso-das-vacinas-contra-gripe-porcina.html

Recebi hoje de manhã um e-mail de um amigo querendo confirmação a respeito de uma nota escrita por mim no ano passado sobre a gripe porcina (H1N1) e, embora não fosse minha intenção voltar a falar neste assunto, pelo menos não no Notalatina, vi-me forçada a fazê-lo considerando que começou a vacinação no Brasil desde o dia 10. Na nota que escrevi em 10 de outubro do ano passado, eu já alertava para o perigo de se tomar a tal vacina e da fraude monstruosa que fora criada para justificar uma vacinação em massa absolutamente desnecessária, e qualificar tal enfermidade como sendo uma “pandemia”.
Baseava-me, naquela ocasião, nos depoimentos de duas pessoas sérias: a monja beneditina catalã, Teresa Forcades, e a jornalista austríaco-irlandesa Jane Bürgermeister. Continuo acreditando na seriedade do trabalho dessas duas senhoras e confiando que ambas falam a verdade. E é por isso que retomo o tema, considerando que o tal “alarme pandêmico” vem sendo desacreditado desde janeiro deste ano pela União Européia, baseada nas denúncias feitas por essas duas estudiosas mas, mesmo assim, o Brasil fez vista grossa e continua, apesar de meses de atraso, a se acumpliciar com esta farsa criminosa.
Em 15 de janeiro de 2010, o informativo argentino Urgente24trazia uma matéria intitulada: Falsa pandemia: a União Européia investigará as farmacêuticas e a OMS por enganar a população”. Segue abaixo o texto traduzido, que prefiro reproduzi-lo na íntegra dada a sua gravidade:
“O Conselho dos Estados membros da Europa porá em marcha uma investigação em fevereiro de 2010 sobre a influência das empresas farmacêuticas na campanha mundial da gripe Porcina, centrando-se especialmente no grau de influência da indústria farmacêutica sobre a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A Comissão de Saúde do parlamento da União Européia aprovou por unanimidade uma Resolução instando tal investigação. O passo é um movimento de longo prazo com o objetivo de conseguir transparência pública do ‘Triangulo Dourado’ de corrupção da OMS, da Indústria Farmacêutica e dos cientistas acadêmicos que geraram danos à vida de milhões de pessoas.
O Parlamento Europeu ficará encarregado de investigar a OMS e o porquê do escândalo da ‘pandemia’.
A moção parlamentar foi apresentada pelo Dr. Wolfgang Wodarg (na foto), ex-deputado do SPD no Bundestag (Parlamento alemão) e agora presidente da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu.
Wodarg é um doutor em medicina e epidemiologista, especialista em enfermidades pulmonares e em medicina ambiental. Ele considerou que a campanha da OMS contra a ‘pandemia’ da gripe porcina foi ‘um dos maiores escândalos médicos do século’. O texto da resolução, que foi respaldado pelas Nações Unidas e um suficiente número de membros do Conselho do Parlamento Europeu, diz entre outras coisas:
‘A fim de promover seus medicamentos patenteados e suas vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas fizeram uso de sua influência sobre os cientistas e sobre os organismos oficiais, responsáveis por estabelecer as normas de saúde pública, para alarmar os governos de todo o mundo e fazê-los gastar mal os recursos sanitários em ineficientes estratégias de vacinação e expor desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de uma desconhecida quantidade de efeitos secundários das vacinas que foram insuficientemente provadas. A campanha da gripe aviária (2005-2006), combinada com a campanha da ‘gripe porcina’, parece ter carregado um alto nível de danos não só em alguns pacientes vacinados e aos orçamentos públicos sanitários, mas também à credibilidade e à prestação de contas de importantes organismos internacionais da saúde’.
A investigação parlamentar examinará a questão da ‘falsa pandemia’ porque foi declarada pela OMS em junho de 2009 assessorada por seu grupo de experts acadêmicos, SAGE, muitos dos quais provou-se que têm fortes vínculos financeiros com os próprios gigantes farmacêuticos como Glaxo, SmithKline, Roche, Novartis, que se beneficiaram com a produção de fármacos e das não testadas vacinas contra a gripe H1N1. Também se investigará a influência da indústria farmacêutica na criação de uma campanha mundial contra as denominadas gripes aviária e H5N1 da gripe porcina H1N1. Será dado um caráter de urgência e prioridade à investigação na assembléia geral do Parlamento.
Wodarg diz que o papel da OMS e sua declaração de emergência pandêmica em junho de 2009, devem ser o primeiro objetivo da investigação do Parlamento Europeu. Os critérios da OMS para a declaração de uma pandemia foram modificados pela primeira vez em abril de 2009, requeridos simultaneamente com a notificação dos primeiros casos de gripe porcina no México, sem sinalizar para o risco real de uma enfermidade, senão que modificou-se o número de casos para a declaração de uma pandemia. Ao classificar a gripe porcina como uma pandemia, os países viram-se obrigados à aplicação de planos de pandemia e à compra de vacinas contra a enfermidade, mesmo quando ainda não era necessário.
Como a OMS não se acha submetida a controle parlamentar algum, Wodarg argumenta que é necessário que os governos exijam uma prestação de contas. A investigação examinará também o papel dos organismos públicos alemães encarregados de emitir diretrizes sobre a pandemia: o Paul-Ehrlich e o Instituo Robert-Koch”.
Bem, como vocês puderam atestar, trata-se da mais aberrante empulhação criminosa, o que está custando vidas com lesões neurológicas permanentes, além de óbitos desnecessários pois, como diz na própria resolução, vacinou-se pessoas saudáveis para fazê-las adoecer.
Mas NADA disto foi noticiado no Brasil pelos jornalões e muito menos pelo Ministério da Saúde, que estabeleceu uma tabela de vacinação e já começou esta prática criminosa. Deus permita que não tenham inoculado o vírus letal em muitas pessoas. Eu tenho esta informação desde janeiro deste ano mas, conforme disse acima, como este não é o tema abordado pelo Notalatina li com preocupação e arquivei; por isso agradeço ao amigo que me “cutucou” sobre o assunto, pois senão nem eu mesma ia lembrar. Como agora o insensato e comunista governo brasileiro resolveu dar sua contribuição à patifaria criminosa, não posso me calar, sob pena de estar cometendo crime por omissão. Espero que vocês, leitores deste blog, divulguem a quantas pessoas puderem alertando-as a não se submeterem a este crime de lesa-humanidade como cordeiros que seguem calados ao abatedouro sem berrar. Fiquem com Deus e até a próxima!

Comentários e tradução: G. Salgueiro

 

sexta-feira, 12 de março de 2010

Biblioteca Manuel Marulanda e carta de Cano parabenizando a iniciativa

 
Antes de começar a discorrer sobre o tema de hoje, quero agradecer, de coração, as inúmeras mensagens de felicitações que recebi, tanto aqui no blog como no Mídia Sem Máscara, no Facebook e em particular. Muito obrigada a todos pelo apoio!
O assunto de hoje, conforme prometi, é sobre as FARC. No programa True Outspeak desta segunda-feira, Olavo explicou um fato que tem ocorrido com freqüência na mídia brasileira que se chama “espiral do silêncio”. Este fato consiste em duas coisas: ocultar-se alguma notícia importantíssima que, ou exalta a direita ou denuncia os crimes da esquerda, ou então, repetir-se seguidas vezes uma desinformação, de preferência em notas destacadas, criando no inconsciente coletivo a idéia de que aquilo é que é a verdade verdadeira.
Há ainda desdobramentos. Muito esporadicamente a mídia informa em notinhas curtas e escondidas, uma informação que deveria ganhar as manchetes, dada sua gravidade. Só no espaço compreendido entre fevereiro deste ano e ontem, duas notícias deste tipo foram veiculadas nestas circunstâncias – notinhas curtas jogadas no meio de outras que ninguém lê – e que serão motivo de um artigo posterior e a edição de hoje. Penso que todos estão lembrados de quando a revista “Cambio”, da Colômbia, publicou um artigo de 4 páginas relatando as ligações das FARC com o governo brasileiro e o PT, em documentos encontrados nos computadores de Raúl Reyes. O que fez toda a mídia brasileira? Blindar o Sr. da Silva, desacreditando e até debochando (como fez a estúpida comunista Eliane Cantanhêde) dos documentos comprobatórios. Muito rapidamente passou-se a tratar de outra coisa, como se aquilo não fosse grave o bastante e motivo para uma investigação séria por parte dos órgãos competentes, como está fazendo a Espanha, que ficou durante todo este tempo analisando as provas que assinalavam os vínculos do ETA, com as FARC e Chávez. Demorou, mas agora é um juiz quem acusa e bem fundamentado.
E o que se tem feito no Brasil a esse respeito? Os órgãos de inteligência, que trabalham para o Governo e não para a Nação, engavetam, põem uma pedra em cima – se é que não destroem as provas – e miraculosamente a coisa deixa de existir. Foi assim que fez o general Jorge Armando Felix, Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no caso da denúncia de que Oliverio Medina, “embaixador” das FARC no Brasil, teria dado 5 milhões de dólares para a campanha presidencial de Lula em 2002. Num país decente, com instituições comprometidas com a Verdade e a Justiça, imprensa isenta e homens que honram as calças e/ou fardas que vestem, isto seria motivo para profundas investigações, denúncias em letras garrafais e apuração até as últimas conseqüências. Mas o resultado todo mundo conhece: “seu” Jorge negou a importância da denúncia e deu o caso por encerrado, a mídia logo mudou de assunto, Lula foi eleito e Oliverio Medina ganhou status de refugiado político e vive hoje às nossas custas, seguindo com seu “trabalho” de “embaixador” das FARC impunemente.
Fiz este retrospecto para dar melhor compreensão do tema que quero abordar. Ontem (9), foi publicado pela Folha de São Paulo, no site do Terra e no portal G1 de O Globo, a informação de que foi inaugurada na Venezuela, no estado Aragua, uma biblioteca que leva o nome de Manuel Marulanda, vulgo “Tirofijo”, comandante geral do Secretariado do Estado-Maior Central das FARC. Não sei como classificar isto, mas apenas um desses grandes jornais faz a matéria (em geral é a Folha), absolutamente seca e fria, e os outros replicam sem mudar uma vírgula! Como eu havia recebido a informação pelo jornal El Tiempo, de Bogotá, resolvi pesquisar para ver se encontrava mais coisas, quando dei de cara com a informação nos jornais brasileiros.
Ocorre que esta biblioteca foi fundada em 9 de outubro de 2009, mas só agora o assunto transpirou. Então, prefiro me ater – como sempre faço – às informações das fontes primárias. A Folha, como sempre muito bem informada, afirma que a biblioteca foi fundada em “uma populosa comunidade do estado venezuelano de Aragua” (se quiserem leiam a matéria aqui, e depois busquem no Google com o mesmo título que vão encontra o mesmo texto nos jornais que citei); entretanto, não é o que afirma o jornal “El Tiempo”, justificando exatamente porque só agora tomou-se conhecimento de um fato ocorrido em outubro do ano passado. Diz “El Tiempo”: Talvez por ser pequena e ficar em um povoado não muito conhecido – Los Valles de Tucutunemo, a umas três horas de Caracas, no estado Aragua – a abertura da biblioteca comunal ‘Manuel Marulanda’ passou por baixo dos panos quando ocorreu na realidade em 9 de outubro de 2009.
E aí entra, novamente, o que citei acima sobre a “espiral do silêncio”; prestem bem atenção. Ainda segundo El Tiempo: “Embora sua criação, promovida pelo Conselho Comunal Los Bagres, que funciona no mencionado povoado, não tenha sido de maior conhecimento midiático, chegou justo a tempo aos ouvidos das FARC, pois seu comandante, Alfonso Cano, enviou em setembro do ano passado uma carta de agradecimento e felicitação pela iniciativa que, segundo suas palavras, ‘contribuirá para estreitar os laços de amizade e solidariedade entre nossos povos irmãos, a divulgar o pensamento, a obra e o exemplo deste herói insurgente (Marulanda) e patriota da América Latina e colocar merecidamente seu nome com letras de ouro no lugar mais alto do pódio da história...”.
Como vocês puderam atestar, a Folha deu a notícia da biblioteca mas OMITIU este dado importantíssimo que prova as alianças de Chávez com as FARC, considerando que este estado é governado por Rafael Isea do PSUV (partido de Chávez, conforme pode-se ver nos cartazes da biblioteca na foto) e que teve total apoio da Biblioteca Nacional, dependente direta do Ministério da Cultura da República Bolivariana da Venezuela, como também pode-se confirmar através do blog dos “Conselhos Comunais Zamoranos”. Neste blog eles agradecem o apoio do Sindicato de Empregados da Biblioteca Nacional e da Associação Nacional Bolivariana de Trabalhadores Bibliotecários (ASONATRABI). Esta associação faz descarada propaganda das FARC e exalta Marulanda e Raúl Reyes como “heróis” e “defensores do povo”.
A carta que Cano escreveu foi endereçada a José Prudencio España, identificado como “representante da missão Calarcá-Aragua”, que precisa ser melhor investigado mas “sugere” ser o elemento de contato entre “Marcos Calarcá”, que atuou como “relações internacionais” no México, e o governador Rafael Isea. Não afirmo por não ter provas; apenas sugiro a possibilidade. Segue então a carta, traduzida, que pode ser lida no original aqui:
“Cidadão
JOSÉ PRUDENCIO ESPAÑA
Representante da Missão Calarcá-Aragua
Venezuela
Estimado compatriota:
Recebemos com imensa satisfação e profundo sentimento de gratidão sua iniciativa de construir na Venezuela uma biblioteca que recolha a obra e o pensamento de nosso comandante Manuel Marulanda Vélez e ademais leve seu nome.
Manuel Marulanda, o herói insurgente da América representa exemplo heróico imperecível de máximo comprometimento, persistência e lealdade com a causa dos oprimidos e deserdados deste continente e do mundo em sua luta para alcançar a libertação nacional, preservar os valores pátrios e enfrentar com altivez e denodo a feroz repressão, a violência, a guerra suja e o genocídio, com que esta oligarquia ultramontana e fascista pretende defender seus odiosos privilégios, submeter o povo e entregar nossa soberania ao império.
Estamos seguros que sua importante iniciativa contribuirá para estreitar os laços de amizade e de solidariedade entre nossos dois povos irmãos, em divulgar o pensamento, a obra e o exemplo deste herói insurgente e patriota da América Latina e a colocar merecidamente seu nome com letras de ouro no lugar mais alto do pódio da história, ao lado dos grandes que lutaram pela liberdade, pela dignidade, pela igualdade e pelo socialismo em nosso continente: Bolívar, San Martín, Martí, Zapata, Sandino e o Che.
Com imensa gratidão e sentimentos de consideração e apreço,
Pelo Estado Maior das FARC-EP.
Alfonso Cano
Montanhas da Colômbia, 18 de setembro de 2009”.
E para confirmar tudo isto que Alfonso Cano diz, segue um vídeo muito educativo e inspirador de boas e caritativas obras. Eu assisti a esse vídeo ontem à noite e o reservei para ilustrar a edição de hoje. Entretanto, quando fui confirmar o link vi que o haviam tirado do ar. Aí entrou em ação o meu “assessor para assuntos tecnológicos”, o querido amigo e salva-vidas Alex, que o resgatou, permitindo que vocês possam deleitar-se com a obra “fariana”. Certamente estas cenas fazem Chávez, Lula, MAG, Celso Amorim e bando, revirar os olhos em perfeito êxtase...
Na próxima edição quero comentar o filme “FARC: Insurgência do século XXI”, que não recomendo a ninguém mas não posso deixar passar batido pela gravidade dos crimes que se cometem até mesmo na telona. Fiquem com Deus e até a próxima!
Traduções e comentários: G. Salgueiro

Batalhadores chineses dos direitos humanos indicados para o Prêmio Nobel da Paz

Peter J. Smith
WASHINGTON, D.C., EUA, 8 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um grupo bipartidário de congressistas indicou para o Prêmio Nobel da Paz três corajosos ativistas chineses dos direitos humanos que têm sofrido enormemente por defenderem os direitos religiosos, políticos e naturais dos cidadãos chineses. Dois indicados foram perseguidos especificamente por lutarem contra a brutal política da China de esterilizações e abortos forçados sob a política de “um filho só”.
Em nome dos sete congressistas americanos, o deputado federal Chris Smith, do Partido Republicano de Nova Jérsei, enviou uma carta para Thorbjorn Jagland, presidente do Comitê do Prêmio Nobel da Paz na Noruega, indicando os ativistas de direitos humanos Chen Guangcheng, Gao Zhisheng e Liu Xiaobo para o Prêmio Nobel da Paz de 2010. Sob as normas do comitê, representantes do poder legislativo nacional podem indicar indivíduos para o prestigioso prêmio.
“Esses ativistas dos direitos humanos estão fazendo uma contribuição marcante para a paz”, escreveu o congressista. “Um dos fatores mais cruciais para se decidir se o século XXI será pacífico será o desenvolvimento interno da China — se a China reconhecer os direitos humanos de seus cidadãos e o desejo deles de viverem num estado democrático governado pela lei, ou persistir em governo não representativo e em repressões”.
“Ao premiar conjuntamente Chen, Gao e Liu com o Prêmio Nobel da Paz, vocês não só reconheceriam as contribuições deles para a paz, mas também inspirariam milhões de chineses cujos corações se identificam com os ideais que essas três personalidades têm heroicamente articulado”, declarou a carta.
Chen Guangcheng é um advogado cego que estudou por conta própria. Ele assumiu a responsabilidade de defender mulheres camponesas locais contra autoridades locais que queriam forçá-las à esterilização e ao aborto compulsório de seus bebês.
Embora Pequim tenha agora uma política oficial contra esterilizações e abortos forçados sob a política de “um filho só”, investigadores revelam que autoridades locais rotineiramente ignoram a ordem oficial a fim de cumprir as cotas populacionais de Pequim — e que Pequim, por sua vez, rotineiramente ignora essas violações e silencia os que as expõem.
A briga de Chen com o governo chinês começou depois que ele entrou com uma ação coletiva sem precedente contra autoridades de saúde da cidade de Linyi. A ação atacou as autoridades por seu tratamento desumano de mulheres e seus bebês em gestação na província de Shangdong — pelo que Chen viu como violações brutais ao forçar a “política de um filho só”.
Depois de sofrer um ano de prisão domiciliar, Chen foi sentenciado em agosto de 2006 a quatro anos e três meses de prisão pela acusação ridícula de danificar propriedade e atrapalhar o trânsito.
Além disso, a data do julgamento de Chen era alterada de forma regular e repentina, dificultando que seus advogados coordenassem uma defesa. A atitude traiçoeira mais óbvia ocorreu no dia antes de seu julgamento, quando os três advogados de sua equipe legal — um deles formado na Universidade de Yale — foram presos sob a acusação criativa de roubar uma carteira. Eles foram liberados só depois que a demora tornou o envolvimento deles no julgamento de Chen irrelevante.
Gao Zhisheng, um advogado de Pequim dedicado a defender os direitos humanos na China, foi um dos advogados de Chen. Em 4 de fevereiro de 2009, Gao desapareceu sob circunstâncias suspeitas e sua atual localização é desconhecida.
No passado, Gao fora torturado de forma horrenda por oficiais de prisão. Numa coluna para o jornal Washington Post, a esposa de Gao, Geng He, revelou que guardas o sujeitaram a choque elétrico, enfiaram cigarros acesos nos olhos dele e palitos de dente nos órgãos sexuais dele durante um encarceramento anterior de 50 dias. Autoridades jogaram o advogado de direitos humanos na cadeia por escrever ao Congresso expondo os contínuos abusos de direitos humanos da China.
A esposa e dois filhos de Gao escaparam da China e buscaram asilo nos Estados Unidos, logo antes do desaparecimento de Gao.
(Para se juntar à campanha online para libertar Gao Zhisheng, visite: FreeGao.com)
Geng expressou preocupação com o fato de que o modo brutal como o governo tratou Gao e outros advogados esteja impedindo “a próxima geração de advogados chineses” de defender os casos de direitos humanos. Ela disse que “os advogados da China são a única esperança de o país se tornar um estado de partido único em que o Estado de direito prevalece, sem mencionar uma democracia verdadeira”, mas ela tinha a esperança de que a China daria atenção aos Estados Unidos se houvesse pressão na questão.
Alguns têm menos esperança: Carl Moeller, diretor da Missão Portas Abertas nos EUA, disse que crê que a chance de os EUA influenciarem a China despareceu agora porque os EUA pegaram muito dinheiro emprestado e por causa de sua dívida enorme com a China.
“A economia americana está escravizada aos bancos chineses. Seria suicídio econômico fazer ameaças agora”, declarou Moeller no começo do ano.
Liu Xiaobo, o terceiro nome indicado para o Prêmio Nobel da Paz, é o arquiteto de um manifesto de direitos humanos pró-democracia chamado Carta de Direitos 08. A carta pede liberdades básicas tais como liberdade de religião, reunião, proteção da propriedade privada e a garantia de direitos delineados sob a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU.
As autoridades prenderam Liu dois dias antes da divulgação da Carta em 8 de dezembro de 2008 e o acusaram de “incitar a subversão do poder estatal”. Depois de declará-lo culpado das acusações, um tribunal chinês sentenciou Liu no Natal de 2009 a 11 anos de prisão.
Liu está recorrendo da sentença, e os Estados Unidos pediram sua libertação.
“Esses três heróis defenderam a causa da liberdade e dignidade humana, e sacrificaram e sofreram por suas posturas”, declarou o Dep. Smith. “Eles merecem ser considerados para o Prêmio Nobel da Paz”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020804.html

quarta-feira, 10 de março de 2010

Julio Severo prega “ódio” aos homossexuais?

Os enganos e abusos da propaganda difamatória anti-“homofobia”

Julio Severo
Desde que meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado pela Editora Betânia em 1998, os ativistas gays têm o consenso ideológico de que Julio Severo prega ódio aos homossexuais. E esse consenso é abundantemente disseminado por eles em comentários e artigos que inundam a internet — provavelmente como modo de afastar e proteger os homossexuais comuns de uma mensagem que mostra que o homossexualismo não é normal. O que é verdadeiro e falso no “consenso” deles? O que é verdadeiro e falso nas atitudes deles para com Julio Severo?
Verdadeiro: Regularmente, Julio Severo recebe mensagens enfurecidas de ativistas gays xingando-o e acusando de crimes e ódio contra homens que praticam atos homossexuais.
Falso: Regularmente, Julio Severo manda mensagens aos ativistas gays xingando-os.
Verdadeiro: Algumas das mensagens hostis que Julio Severo recebe vêm acompanhadas de ameaças de agressão.
Falso: Julio Severo envia mensagens a homossexuais ameaçando-os de agressão física.
Falso: Julio Severo é acusado de ódio porque ele matou homossexuais.
Verdadeiro: Julio Severo segue a norma bíblica de amar o pecador homossexual e concorda com a condenação bíblica e divina ao pecado homossexual.
Falso: O homossexualismo é um comportamento natural sem nenhuma ligação com doenças e abuso sexual de meninos.

Ódio na Bíblia? Ódio no Blog Julio Severo?

Eu e milhões de outros cristãos apenas repetimos e citamos a Bíblia, que condena explicitamente a homossexualidade, o homossexualismo, o sexo entre um homem e outro homem — seja lá como se queira chamar o comportamento de um homem enfiando o pênis no ânus de outro homem.
Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Se houvesse, os homossexuais não teriam chance alguma, pois há milhões de cristãos no Brasil que respeitam o que a Bíblia diz, inclusive sobre homossexualismo. Com milhões de cristãos movidos por “ódio”, todos os homossexuais seriam mortos, e com a ausência total de homossexuais na sociedade não teríamos mais problemas de enfadonhas acusações de “homofobia” e preocupações com doutrinação pró-homossexualismo forçada das crianças nas escolas. Ninguém precisaria mais se preocupar com nenhuma ameaça de ditadura gay.
Voltando à pergunta: Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Há incitação à violência contra homossexuais no Blog Julio Severo?
A expectativa de vida média dos homossexuais é baixa, mas não por culpa da Bíblia e de Julio Severo. Com seu estilo de vida comprovadamente prejudicial à saúde, eles adquirem tantas doenças que a própria homossexualidade é um risco sério para a vida deles.
Há os casos de alguns homossexuais que foram mortos por “carecas” e por neonazistas. Mas esses indivíduos não se interessam pelo que a Bíblia diz. Eles também não gostam do que Julio Severo escreve. Muitos prostitutos homossexuais são mortos por bandidos (traficantes e assaltantes), não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo, mas porque escolheram localidades propensas à criminalidade.
Muitos gays são mortos — e muitos mais são agredidos — por parceiros violentos, mas não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo. E, finalmente, muitíssimos homossexuais morrem por causa de uma vida de excessos, drogas, álcool e práticas insalubres e destrutivas. Nada disso por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo.
Tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo são uma fonte de orientação e informação, contendo recomendações contra as drogas, bebidas alcoólicas e comportamentos destrutivos, inclusive o homossexualismo. Mesmo assim, os militantes gays insistem em que tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo incitam ódio aos homossexuais.

O Blog Julio Severo “incita” seus leitores a odiar homossexuais?

Alexandre, um leitor do Blog Julio Severo que sofre discriminação apenas por não ser a favor da criação de leis especiais e ‘casamentos para homossexuais’, conta que no domingo de 7 de março, lá por volta das 11h da noite, ele começou a ouvir palavrões que vinham do apartamento de cima. Em seguida vieram mais palavrões e gritos assustadores. “Seu *&%$#@ Venha aqui… Seu *&%$#@, você merece isso [seguido de um grito]… Agora seu *&%$#@, você vai ver [seguido de outro grito]”. 
Alexandre diz: “Logo as ameaças e gritos aumentaram, e era evidente que alguém queria fugir a todo custo de um agressor. Pulei do sofá e fui cautelosamente escada a cima para ver o que acontecia, e quando cheguei mais perto ficou claro que era uma briga violenta de um ‘casal’ homossexual. Quando ouvi novamente os gritos não tive dúvidas, bati na porta. Nesse momento aquela voz que gritava de desespero gritou mais alto ainda: ‘Socorro!!!! Por favor, socorro!!!’ Bati novamente na porta, que estava trancada. Quando continuei a bater, a porta se abriu parcialmente: era o agressor segurando a porta e dizendo que tudo estava bem, e que eu deveria de ir embora. Pela fresta eu consegui ver o rosto do outro homem, que tremia e estava visivelmente desesperado querendo sair do apartamento. Seminu e com um olhar de pânico, ele gritou: “Por favor, me ajuda! Me tira daqui! Ele tá me batendo!”
O agressor então mandou Alexandre embora. Imediatamente, Alex chama a polícia, e em 5 minutos chegaram 3 policiais que por longo tempo negociaram para entrar no apartamento para salvar um homossexual de outro homossexual…
Alexandre então me conta: “Enfim, Julio, esta foi a minha história de domingo à noite… a história de um ‘homofóbico’ que teve que salvar um gay que era vítima de agressão de outro gay”.

Só difamações

Entretanto, em vez de se preocuparem com o genuíno bem-estar dos homossexuais e atacar as causas reais do problema, o que os ativistas gays fazem costumeiramente é destratar, injuriar e caluniar as pessoas que não concordam com as opiniões deles. Eles empregam campanhas sistemáticas de difamação contra suas vítimas, acusando-as de ter exatamente o mesmo ódio que é tão predominante entre eles.
Eles escolheram viver uma vida de mentiras e difamações, e iram-se com qualquer cristão que lembre a eles de que eles precisam se arrepender, a fim de evitar o lugar de eterno castigo apontado pela Bíblia como lugar de destino para aqueles que escolhem rejeitar a salvação e permanecer no pecado: o inferno.
Eles têm muita sorte de os cristãos do Brasil não terem todo o ódio que eles tanto apregoam contra nós em suas difamações, porque se tivéssemos, já não existira no Brasil nenhum ativista gay para se queixar e para sugar nossos impostos para suas paradas da suruba gay.
As difamações deles são tão ridículas que eles chegam ao ponto de acusar o Brasil de ser campeão de assassinatos de homossexuais, como se o Irã fosse um paraíso onde nenhum homossexual é assassinado.

Mande os ativistas gays do Brasil para os paraísos islâmicos do Oriente Médio

Contudo, se eles quiserem combater ódio genuíno contra eles, dou uma sugestão: que eles enviem uma delegação homossexual ao Irã, chefiada por Luiz Mott, com a meta de convencer os muçulmanos do Irã a não matar homossexuais. Se essa delegação não voltar ao Brasil, sugiro mandar outra, chefiada por Toni Reis, para a Arábia Saudita. Se por algum motivo “misterioso” a segunda delegação também não retornar ao Brasil, sugiro mandar uma delegação por dia, com aviões fretados com centenas de ativistas gays, para outros países muçulmanos.
No final, Paulo Vanucchi, ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável pelo programa federal Brasil Sem Homofobia, desabafaria para Lula: “Majestade, o Brasil mandou tantos gays para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos que daria para fazer grandes paradas gays brasileiras nesses países. O grande problema é que não sobrou quase nenhum gay aqui para receber as enormes verbas que Vossa Majestade destinou para as entidades gays, que estão esvaziadas de suas diretorias e membros, que acompanharam essas delegações. O que é que vamos fazer agora com tanto dinheiro sobrando? Além disso, até agora não recebemos nenhum telefonema ou email do Luiz Mott e do Toni Reis. Nossos maiores aliados sumiram! O Brasil está agora enfrentando uma escassez de gays sem precedentes em toda a sua história. Isso é um estado de calamidade pública!”
É possível (mas não certo) que Lula poderia telefonar para seu amigo Mahmoud Ahmadinejad do Irã perguntando: “Compadre Ahmadinejad, nos meses passados centenas de delegações homossexuais partiram do Brasil para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos. Saiu tanto gay daqui que agora corremos perigo de que eles tenham virado uma espécie em extinção no Brasil”.
Com voz tímida e constrangida, ele prossegue: “Você ficaria ofendido ou incomodado se eu lhe fizesse uma pequena pergunta? Ainda não recebemos nenhuma notícia dessas delegações, e eu só queria saber se aconteceu alguma coisa…”
Ahmadinejad: “Amigo Lula, vou ser sincero. Aqui no Irã não há homossexuais”.
Lula, que é um beberrão notório, responderia sob o efeito de bebidas: “Companheiro Ahmadinejad — hic! —, se o Brasil não estivesse sob uma crise de reduzida população homossexual — hic! —, nós poderíamos dar alguns deles para você gratuitamente!”
Sem álcool, provavelmente a resposta de Lula seria: “Obrigado, companheiro Ahmadinejad. Eu sabia que você ia ser sincero. Seja como for, não vou deixar uma questão tão pequena assim interferir na nossa amizade ou na minha amizade com outros presidentes muçulmanos. Meu forte abraço a você”.
Vanucchi: “E agora, Majestade, como explicaremos ao público brasileiro esse ‘desaparecimento’ em massa de ativistas gays? A quem responsabilizaremos?”
Lula: “Você não ouviu o que o companheiro Ahmadinejad disse? Não há homossexuais no Irã. Desgraçados cristãos homofóbicos do Brasil: eles devem ter explodido os aviões das delegações gays antes de chegarem ao Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos!”
Lula prossegue: “Precisamos agir rápido, antes que alguém na mídia insinua que nossos aliados islâmicos podem ter alguma culpa nesses atos terroristas”.
Vanucchi: “Majestade, podemos criar uma Comissão da Verdade para apurar todo o terrorismo que os cristãos do Brasil empregam há anos contra os homossexuais. Há muito tempo eles dizem que homens que praticam atos homossexuais estão condenados ao inferno. Isso é terrorismo dos mais sérios! Podemos também criar leis anti-terrorismo e uma lista nacional de alerta anti-terroristas contendo os nomes de todos os líderes cristãos homofóbicos do Brasil. Isso nos possibilitará rastrear, monitorar e prender qualquer um deles a qualquer momento”.
Lula: “Excelente idéia, Vanucchi! E não se esqueça de colocar na lista também aqueles fanáticos que passaram meu governo inteiro infernizando todos os meus esforços para legalizar o aborto”.
Fonte: www.juliosevero.com

BBB 10 - O LADO EDUCATIVO DE UMA TV

Não tenho ideía sobre quem é o autor do texto.
Mas é pertinente.
Se um programa desse nível (baixo nível) tem o ibope relatado por seus organizadores. 
Podemos concluir qualitativamente o nível dos valores da maioria da população brasileira.
Pergunto, a culpa é de quem?
Da mídia que bombardeia a todos com suas idéias ou da população que absorve tudo alegremente?

BBB 10 - O LADO EDUCATIVO DE UMA TV.
BBB 10:  Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 10 é  a realidade em busca do IBOPE: é putaria ao vivo!!!
Veja como Pedro Bial  tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a nordestina sorridente, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. .
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou  ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! 
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores )
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um artigo de Jabor, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...,  estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar...,visitar um doente, brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

terça-feira, 9 de março de 2010

A FALA ESTRIDENTE DE LULA E O SILÊNCIO DOS INDECENTES

A FALA ESTRIDENTE DE LULA E O SILÊNCIO DOS INDECENTES 

Por: Reinaldo Azevedo

terça-feira, 9 de março de 2010 | 20:02 
 

“Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos de prender as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem a do Brasil”.
É a forma que a “autodeterminação dos povos” tomou no discurso de Lula. A questão nada irrelevante é que este “respeito” implica mais do que a convivência pacífica com uma tirania: implica mesmo a sua defesa. Eis o governo que anseia por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Resisto sempre a apelar aos extremos da ignomínia quando analiso a fala e a ação de políticos contemporâneos porque, diante daqueles, as barbaridades ora perpetradas acabam parecendo menores. Mas, nesse caso, acho pertinente porque Lula expressa o que parece ser um norte moral de seu governo. E isso explica o seu apoio incondicional ao Irã, por exemplo.
Imaginem Lula como o presidente do Brasil nas décadas de 30 e 40 do século passado. Quando lhe dissessem que na Alemanha — e, depois, nos países ocupados — judeus eram presos, confinados em guetos, assassinados, o valente diria: “Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo da Alemanha de prender as pessoas em função da legislação da Alemanha, como quero que respeitem a do Brasil”. Getúlio, outro grande herói das nossas desditas, chegou bem perto disso, é verdade.
E, se a fala poderia ter servido para justificar o totalitarismo nazista, então é útil para endossar qualquer horror, porque todos os outros tenderão a ser menores.
Da questão mais geral, uma consideração de lesa humanidade, para a questão específica:
“Eu acho que greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto dos [da luta por] Direitos Humanos para libertar pessoas. Imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade”.
Pois é… Penso na gritaria que vigaristas estão fazendo no Brasil, distorcendo de maneira miserável, pilantra, safada, a fala do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que se limitou a lembrar fatos históricos sobre o escravismo e o tráfico negreiro. A essa altura, as franjas do partido na USP — onde há mais comunistas do que em Pequim — já devem ter sido convocadas para a guerra. Preparem-se! Tentarão associar os que combatem as cotas ao fascismo, ao golpismo, à terrível “direita”. E não! Não virão com fatos. Tentarão jogar contra “os reacionários” a sua suposta superioridade moral, como fez um certo Marcos Nobre num artigo que esculhambei aqui. Uma superioridade assentada sobre milhões de cadáveres.
Penso na canalha que sai por aí defendendo o Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos, aquele que prevê censura à imprensa em nome da defesa do que essa gente vagabunda entende por humanismo. Penso na sua gritaria em favor da revisão da Lei de Anistia, tentando fazer a história voltar para trás, como se já não bastasse a santificação de notórios terroristas  — creio que a indenização para alguns deles tenha sido dada segundo o número de homicídios que carregam nas costas…
Todos eles são, sem dúvida, muito humanos, muito generosos, preocupadíssimos com as liberdades públicas. E, por isso mesmo, esses farsantes não emitirão um pio sobre as barbaridades ditas por Lula, que retratam a degradação da política externa brasileira, que atinge, assim, baixezas nunca antes alcançadas nestepaiz.
E sabem por que o silêncio? Porque essa gente acredita que o governo cubano faz muito bem em prender os dissidentes, em torturá-los, em matá-los. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE TERIAM FEITO NO BRASIL SE TIVESSEM VENCIDO. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE ESPERAM QUE SE FAÇA NO BRASIL SE CONSEGUIREM, COMO PRETENDEM, ANIQUILAR A OPOSIÇÃO.
A anistia e os indecentes
Ora, só foi possível aprovar uma Lei de Anistia no Brasil porque o regime, afinal de contas, não era de esquerda. Ou me digam qual é a tradição do comunismo nessa área. Regimes comunistas caíram de podre, ou seus dirigentes foram vitimados por golpes internos, substituídos por outros tarados. No máximo, gangues que caíram em desgraça foram reabilitadas, mas jamais se operou o perdão político. Porque a “racionalidade” do partido nunca permitiu que isso acontecesse.
Essa canalha tenta achincalhar e extinguir a Lei de Anistia justamente porque, no seu modelo, não cabe uma “anistia”. Para os seus bandidos, ela considera que o perdão político é uma obrigação; para os bandidos dos outros, um privilégio inaceitável. Não é que essa gente se oponha, por princípio, ao crime, à violência, à tortura, à eliminação física do adversário. Considera que essas são ações inaceitáveis só quando elas colhem os seus sequazes. Mas é a prática que ela admite e defende quando se trata de enfrentar seus inimigos.
Por isso os indecorosos vão silenciar diante da fala de Lula, que compara presos políticos a bandidos comuns. Cuba não teria mesmo por que indagar o Brasil sobre os seus encarcerados porque não há presos de consciência por aqui. Na ilha, há. E aos montes. Lula já tinha chegado ao esmero de acusar o dissidente Zapata pela própria morte. Agora, compara um preso político a um assassino ou traficante.
Eis “o cara” que assombra o mundo, o “estadista global” dos tontos de Davos, o homem do ano do “Le Monde” e do “El País”, o herói de certa “intelectualha” brasileira pela qual o meu desprezo, a cada dia, só faz aumentar. Silenciar diante da entrevista de Lula é ser conivente com os fanáticos homicidas do regime cubano e com a violência como princípio aceitável da política.

domingo, 7 de março de 2010

A candidatura de Mário de Oliveira

NIVALDO CORDEIRO | 05 MARÇO 2010
ENTREVISTAS
Fonte: Mídia Sem Máscara



Como eu, Mário de Oliveira entende que faltava um candidato do campo de centro-direita, que levante a bandeira em que liberais, conservadores, patriotas, pessoas incomodadas com o império do esquerdismo em nosso país, que se prolonga por décadas, possam se ver representadas.
Quando tive notícia da candidatura de Mário de Oliveira Filho, do obscuro PT do B, a minha primeira impressão foi a de que poderíamos estar diante de um aventureiro, nos mesmos termos em que Collor de Mello foi um aventureiro, um demagogo. O Brasil está diante de uma falsa escolha entre um esquerdista e outro, como tem sido a tônica dos últimos pleitos presidenciais, então seria natural o surgimento de nome oportunista para apelar ao eleitorado que não se sente representado por esses nomes. Um partido denominado PT do B provocou-me risos, pois chega a ser caricatural.
Eu faço parte de uma lista de discussão de tendência majoritariamente conservadora. Alguém trouxe o nome do candidato, que foi objeto de uma longa matéria na revista Isto É, que sublinhou frases de um discurso não esquerdista. Despertou o interesse imediato de todos. Como moro em São Paulo me dispus a fazer uma entrevista com o candidato (em vídeo, dividida em quatro partes, logo abaixo).

Mário de Oliveira é um homem mulato, com pele escura, sereno, gestos simples, modos refinados. Recebeu-me no seu escritório no Itaim Bibi, ocasião em que travamos uma longa e esclarecedora conversa, antes de eu ligar o gravador. É um homem de origem humilde que se fez sozinho, pelo mérito. Formou-se inicialmente em operário qualificado (torneiro mecânico), graduou-se em Engenharia e, depois dos quarenta anos, em Direito, atividade em que atualmente milita. Foi executivo principal (CEO) de grandes empresas, tendo nessa posição viajado o mundo. Morou no Quênia na condição de administrador de empresas. Morou na França, onde também estudou.
Quando ouvi esses fatos percebi que estava diante de um homem singular, que se propôs à candidatura movido por razões patrióticas elevadas e por saber que poderia ser bem sucedido. Tem plena consciência de suas limitações, mas sabe que tem chance, em face das oportunidades de comunicações que as novas mídias, especialmente a Internet, podem trazer. Esta entrevista é um exemplo desse poder, eficiente para quebrar o bloqueio dos grandes meios de comunicação.
Como eu, Mário de Oliveira entende que faltava um candidato do campo de centro-direita, que levante a bandeira em que liberais, conservadores, patriotas, pessoas incomodadas com o império do esquerdismo em nosso país, que se prolonga por décadas, possam se ver representadas.
A entrevista transcorreu sem qualquer pré-condição e o candidato não fugiu de nenhuma das minhas perguntas. Como você verá, meu caro leitor, foi direto nas respostas, sem titubeio. Mário de Oliveira Filho discorreu com tranqüilidade e sinceridade sobre todos os temas propostos. O que disse muito me agradou. Acho que, com isso, meus amigos conservadores e eu estamos prestando um serviço público relevante de mostrar um fato novidadeiro na nossa política. A candidatura de Mario de Oliveira Filho pode ser mais do que uma aventura quixotesca contra tudo que está aí; ela pode falar ao coração dos brasileiros e tornar-se viável.
Entrei naquela sala para entrevistá-lo com a decisão tomada de votar em branco nas próximas eleições. Mudei. Agora vou votar em "preto", vou votar em Mário de Oliveira Filho.