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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Isso que é não ter o que fazer mesmo

10/09/2009 - 16h25
Senado tem 36 projetos criando datas comemorativas
Lúcio Lambranho

Não é só na Câmara que projetos de criação de novas datas comemorativas estão sendo aprovados. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou 36 projetos de criação de datas em 2008. Desses, 13 foram propostos pelos senadores e o restante saiu da Câmara.
Outros 39 projetos na mesma linha foram aprovados em 2009. Outros 30 estão na fila de votação, nas mãos de relatores. As propostas em tramitação no Senado incorporam ao calendário oficial datas como o Dia Nacional da Bossa Nova, do Rock, do Auditor-fiscal, do Advogado e do Pescador, entre outras.
Clique aqui para ver a lista das datas aprovadas pelos senadores

Câmara

Conforme mostrou ontem (9) o Congresso em Foco, a CCJ da Câmara aprovou 60 proposições que incluem datas comemorativas. Há data para quase tudo. Do Dia Nacional do Quilo ao Dia do Motorista de Ambulância, passando pelo Dia Nacional do Macarrão (PL 3738/04) e do Milho (PL 2959/08).

Clique aqui para ver a lista das datas aprovadas pelos deputados

http://ow.ly/oS97

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Câmara aprova aumento salarial para ministros do STF

09/09 - 21:45 - Agência Estado

A Câmara aprovou hoje o aumento salarial para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) dos atuais R$ 24.500 para R$ 26.000.
723. Os deputados aprovaram também projeto semelhante fixando o salário do procurador-geral da República no mesmo valor. O reajuste é aplicado em cadeia para todos os procuradores e integrantes do Judiciário e vai aumentar os gastos da União em R$ 189 milhões com os magistrados e R$ 94 milhões com o Ministério Público, segundo cálculos de consultores da Câmara.
O salário do ministro do Supremo é considerado o teto salarial para todo o funcionalismo público dos três poderes, provocando uma pressão por aumentos assim que é reajustado. O reajuste de cerca de 9% foi menor do que o índice de 14,09%, pretendido pelo presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, e pelo procurador-geral, Roberto Monteiro Gurgel Santos, nos projetos encaminhados à Câmara.
A votação foi simbólica, sem o registro dos votos no painel eletrônico, em uma sessão sem muitos discursos. O deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) foi um dos poucos a se declarar contra o aumento - pensando em seu próprio salário. "Só serei favorável quando essa Casa tiver coragem de aumentar o salário dos deputados", disse. O salário dos parlamentares é de R$ 16.512. Os partidos, exceto o PSOL, encaminharam a favor. O PSDB deixou os deputados livre para votar como quisessem.
O projeto aprovado prevê o reajuste em duas parcelas. A primeira de cerca de 5% é retroativa ao dia 1º deste mês e a segunda, de 3,88%, será paga a partir de 1º de fevereiro do próximo ano. No projeto do Supremo e no da Procuradoria Geral, havia uma parcela intermediária de 4,60%, para valer em novembro, que somaria os 14,09%. Com esse índice maior, os salários subiriam para R$ 27.952. Essa segunda parcela foi derrubada na votação.
Os deputados compararam o aumento solicitado pelos magistrados com o índice de reajuste das aposentadorias em negociação e avaliaram que o desgaste político seria grande em aprovar o pedido do Supremo. O governo vem buscando um acordo com as entidades representativas dos aposentados para reajustar em 6,5% os valores dos benefícios acima de um salário mínimo pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um porcentual muito menor do que o solicitado pelos ministros do Supremo.
Houve resistência também no governo ao aumento maior. O reajuste em cadeia para os magistrados e para o Ministério Público significaria um aumento no gasto público de cerca de R$ 516,35 milhões por ano. O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mattos, que acompanhou a votação, disse que os magistrados esperavam, pelo menos, a reposição integral da inflação do período, o que significaria 14%. O último reajuste foi em janeiro de 2006. "Foi um porcentual aquém do que os magistrados esperavam. Vamos lutar pela diferença. Qualquer categoria tem direito pelo menos à reposição da inflação", disse Mattos.


http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/09/camara+aprova+aumento+salarial+para+ministros+do+stf+8356939.html

Ministro maconheiro

Minc: “Vamos defender o cerrado, a Amazônia e o reggae”
Vídeo no You Tube mostra o ministro Carlos Minc dançando, pedindo ao público para dar as mãos e defendendo a descriminalização da maconha durante show feito pela banda Tribo de Jah na Chapada dos Veadeiros
Sylvio Costa
O discurso certo, feito pela pessoa certa, na hora e no lugar certo. É o que se pode dizer da aparição feita pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante show realizado pela banda de reggae Tribo de Jah no último domingo, no município goiano de Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros.
Sempre dançando, Minc fez um discurso em que pediu aos presentes para fecharem os olhos e darem as mãos uns aos outros, celebrando a paz; entoou vivas ao reggae, Bob Marley, Tribo de Jah e Chico Mendes, e aproveitou para defender a descriminalização da maconha.
“Ontem a gente meteu 3 a 1 na Argentina”, disse o ministro antes de completar que, no terreno da descriminalização, os hermanos do Sul estão mais avançados do que nós. “Vamos acabar com a hipocrisia”, bradou, aplaudidíssimo. No vídeo, Minc deixa inscrita outra frase também recebida com palmas, embora menos intensas: “Vamos defender o cerrado, a caatinga, a Amazônia, a mata atlântica e o reggae!” Ele completou: “O reggae é a liberdade”.



http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=29662

terça-feira, 8 de setembro de 2009

FGTS: Quantificando o roubo


Muitas pessoas defendem o FGTS sob um raciocínio liminar de que a maior parte dos empregados acabaria por não poupar esta parcela do seu salário, e o gastaria todo em despesas cotidianas. Este raciocínio não merece uma defesa sob argumentos econômicos, mas psicológicos. Ainda assim, pergunto: só esta desculpinha furada seria suficiente para defender que o estado o esbulhe em mais da metade dos seus rendimentos ao longo de sua vida profissional?
No artigo anterior, "O FGTS é um empréstimo compulsório", foi demonstrado que este encargo é pago, de fato, pelo empregado, e não pelo empregador, e que funciona, na prática, como uma forma de empréstimo compulsório que o trabalhador presta ao governo, e mais, a uma taxinha de juros de pai pra filho...
Agora, convido o leitor a percorrer o caminho do prejuízo, de quanto ele é roubado pelo governo, considerada a comparação com a forma de investimento mais básica e segura que existe, qual seja, a poupança.
Para tanto, elaborei uma planilha em que são comparados os valores que um assalariado que recebesse um provento mensal de R$ 1000,00 (mil reais) perceberia a título de montante de FGTS e de sua respectiva multa rescisória ao longo dos anos, desde a idade em que ele poderia começar a trabalhar (21 anos) até a idade atualmente prevista para a aposentadoria dos homens (65 anos), confrontada com a planilha dos seus rendimentos caso aplicasse os mesmos valores na poupança.
A comparação entre os dois investimentos revelou que:
A) No 21º ano de investimento, a poupança geraria um montante que se igualaria ao saldo do FGTS adicionado da multa rescisória (respectivamente, R$ 42.672,24 X R$ 42.836,93);
B) No 35º de trabalho, ano em que é possível se aposentar, pelo menos para quem começou mais tarde, a poupança geraria um saldo cuja diferença com o saldo do FGTS resultaria no DOBRO da multa rescisória; (R$ 118.900,91 - 90.318,26 = R$ 54.387,87; multa: R$ 25.805,22).
C) No 44º ano de trabalho, ou seja, quando um homem que começou sua vida profissional aos 21 anos aposentar-se-á aos 65, a diferença entre o saldo da poupança e o saldo do FGTS seria suficiente para pagar TRÊS vezes a multa rescisória! (R$ 213.141,82 - 95.014,65 = R$ 118.127,17; multa: R$ 38.005,86).
As vantagens para o trabalhador que pudesse optar por aplicar na poupança ao invés de compulsoriamente ter seu dinheiro retido no FGTS não terminam aí. É importante considerar que o saldo da poupança é sua propriedade, que poderia ser usada a qualquer tempo, enquanto que a multa rescisória somente lhe seria devida em caso de dispensa sem justa causa.
Caso o trabalhador venha a se aposentar, não poderá receber a multa rescisória. Neste caso, o montante da poupança seria mais do que o DOBRO DO MONTANTE do FGTS.
No caso do trabalhador cujo salário fosse de mil reais mensais, ao fim de sua vida profissional, aos sessenta e cinco anos de idade, poderia comprar uma boa casa no valor aproximado de duzentos e treze mil reais, enquanto que, sob o regime do FGTS, sua moradia seria bem mais modesta, no valor de noventa e cinco mil reais. Vamos conferir?
Muitas pessoas defendem o FGTS sob um raciocínio liminar de que a maior parte dos empregados acabaria por não poupar esta parcela do seu salário, e o gastaria todo em despesas cotidianas. Este raciocínio não merece uma defesa sob argumentos econômicos, mas psicológicos. Ainda assim, pergunto: só esta desculpinha furada seria suficiente para defender que o estado o esbulhe em mais da metade dos seus rendimentos ao longo de sua vida profissional?
Pois, permaneço com o entendimento de que mesmo a atitude imediatista dos empregados que optassem por não poupar seria mais benéfica para a economia como um todo do que ao ser entregue à mãos do Conselho Curador do FGTS. Isto porque representaria milhões de vontades de alguma forma satisfeitas sob uma multiplicidade de formas, pari passu ao aumento das vendas pelo comércio e, portanto, ao aquecimento da economia. Resumindo: alguém, que não os próprios gastadores, seria capitalizado, pouparia estes recursos e munido de informações mais confiáveis, investiria em frentes mais urgentes e necessárias do que o tal conselho dos 16 sabichões.
Não obstante, também haveria os empregados que decidiriam investir, e talvez o fizessem de uma forma muito mais inteligente do que aplicar o suado dinheirinho na poupança. É possível que viessem a formar clubes de investimentos, cujos rendimentos, decerto, a ultrapassariam várias vezes. Oportunamente, para aqueles que desejem proteger-se de si próprios, determinadas formas de investimentos exigem depósitos fixos, que poderiam ser descontados de seus salários, com a devida permissão deles próprios. E mais: com o passar do tempo, os novos empregados, aprendendo com os exemplos dos mais velhos, certamente fariam desta expectativa pessimista de que gastar tudo em despesa mero folclore.
Para quem quiser conferir, basta verificar a tabela abaixo, construída com adições capitalizadas anualmente (a capitalização mensal traria uma pequena diferença) a favor do FGTS.
planilha_FGTSXPoupanca
Grafico_poupancaxFGTS2
GraficoPoupanaXFGTSMulta3

PT decide dia 17 se expulsa deputados anti aborto

08/09/2009 - 06h57
PT decide dia 17 se expulsa deputados anti aborto
Diretório nacional fará reunião para julgar se Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) devem deixar o partido por defenderem princípios contrários a duas resoluções aprovadas pelos militantes. O julgamento vai confrontar convicções religiosas com bandeiras históricas das mulheres petistas
Eduardo Militão
O Partido dos Trabalhadores decide na próxima semana se expulsa, adverte, suspende ou mantém na legenda dois deputados que são abertamente contrários à legalização do aborto, uma das bandeiras assumidas pelo partido do presidente Lula durante encontro nacional de militantes. O relatório da Comissão de Ética sobre a situação dos petistas Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA) ainda não está pronto.
O documento deve ser concluído até  a manhã do dia 17 de setembro, quando os 81 membros do Diretório Nacional do PT se reúnem em Brasília para votarem as recomendações da Comissão de Ética do partido. A reportagem procurou o presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini (SP), mas ele não retornou os recados deixados.
Segundo a Secretaria de Mulheres do PT, Bassuma e Henrique Afonso descumprem uma resolução partidária, aprovada em 2007, que defende a "defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público, evitando assim a gravidez não desejada e a morte de centenas de mulheres, na sua maioria pobres e negras, em decorrência do aborto clandestino e da falta de responsabilidade do Estado no atendimento adequado às mulheres que assim optarem".
Outra resolução, do 10º Encontro Nacional de Mulheres do PT, realizado em 2008, defende que sejam expulsos os militantes "que não acatarem e não respeitarem as resoluções partidárias relativas aos direitos e à autonomia das mulheres". O texto determina a retirada de projetos de lei que “prejudiquem o direito das mulheres de autonomia sobre seu corpo e sua sexualidade”.
Liberdade de expressão
Bassuma e Henrique Afonso dizem que suas convicções pessoais têm que ser aceitas porque isso significa garantir a liberdade de expressão e o direito à vida, previsto na Constituição. No ano passado, o Congresso em Foco procurou petistas a favor e contra o direito ao aborto em qualquer situação. Todos disseram que não há motivo para expulsão dos que agem por convicções pessoais ou “de foro íntimo”.
Na Constituinte de 1988, o PT decidiu não tomar posições partidárias de caráter íntimo. "Lembro até que o Plínio de Arruda Sampaio, hoje no Psol, era contra o aborto. Não cabe fechamento de questão", afirma o senador Paulo Paim (PT-RS), defensor do direito ao aborto.

Historicamente, a esquerda teve relacionamento conflituoso com as religiões, embora em muitos momentos tenham caminhado juntas. Setores progressistas da igreja católica e de várias outras crenças tiveram papel decisivo, por exemplo, na luta contra a ditadura, na formação e no crescimento do PT.
Mas, para Karl Marx, a religião era o “ópio do povo”. Na prática, temas como aborto, relações homossexuais e uso de células-tronco opuseram crentes e esquerdistas.
Ameaçado de expulsão, o deputado Luiz Bassuma entende que os problemas entre a religião e a esquerda decorrem de visões de mundo antagônicas. “Predomina nos partidos de esquerda uma visão de mundo mais materialista. A minha é espiritualista”, diz o deputado, que é espírita kardecista.
O deputado Gilmar Machado (PT-MG) acredita que Marx confundiu religião e Deus. “Ele cometeu alguns equívocos porque não conheceu Jesus e a Bíblia”, disse o vice-líder do governo no Congresso, que é evangélico.
Explicações
O senador Flávio Arns (PR) –  que deixou o PT porque a legenda decidiu não apoiar as investigações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) –  já teve que prestar explicações aos eleitores sobre temas espinhosos que mostrariam incoerência entre suas convicções e o programa do partido.
Os eleitores queriam saber por que ele estava numa legenda que tinha decidido apoiar o aborto. “Me causou muito mal-estar. Eu tive de dizer que, quando ingressei no PT, isso não fazia parte do programa”, conta Arns, católico e sobrinho do bispo dom Paulo Evaristo Arns e da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.
Os deficientes físicos também reclamaram do senador quando ele votou contra o uso de células-tronco embrionárias nas pesquisas científicas. “Os eleitores acham que esse é o caminho para a cura. Mas eu expliquei que as células-tronco adultas apresentam resultados muito melhores que as embrionárias”, disse Arns.
O senador já recebeu um convite do Psol para engrossar a bancada do partido. Está analisando. O Psol é favorável ao direito ao aborto, apesar de sua presidente nacional, a vereadora Heloísa Helena, ser contra.

http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_publicacao=29640&cod_canal=1

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Lei seca absolve quem rejeita bafômetro

07/09/2009 - 09h12

FELIPE SELIGMAN
LUCAS FERRAZ
da Folha de S.Paulo, em Brasília
Ao tentar ser mais rigorosa com motoristas que bebem e dirigem, a lei seca aprovada pelo Congresso em 2008 abriu caminho para a impunidade.
Levantamento realizado na Justiça estadual do país inteiro mostra que 80% dos motoristas que se recusaram a se submeter ao teste do bafômetro ou a tirar sangue para a verificação do grau etílico acabaram absolvidos por falta de provas.
A avaliação que tem predominado no Judiciário é a de que a lei seca criou um limite numérico (de seis decigramas de álcool por litro de sangue, equivalente a dois chopes) que precisa ser obrigatoriamente comprovado para constatar a infração penal passível de detenção.
Antes, a redação do artigo 306 do Código de Trânsito se limitava a dizer que é crime "conduzir veículo automotor sob influência de álcool".
A nova legislação foi aprovada no Congresso após negociações no Ministério da Justiça -que, procurado pela reportagem, não quis se manifestar.
"A redação [da lei seca] é favorável aos acusados porque passou a exigir a constatação de uma concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a seis decigramas. Com isso, o teste de alcoolemia passou a ser imprescindível", afirma uma decisão do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
"Não basta que se constate clinicamente a embriaguez. É preciso, porque assim está na lei, que se comprove o grau de alcoolemia mínimo", relata uma outra decisão, do TJ-DF.
Prova contra si
E por que os motoristas não são punidos por se recusar a passar pelo teste do bafômetro ou a tirar sangue?
"Ninguém está obrigado a produzir prova contra si mesmo. É o principio da autoincriminação, consagrado pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Ninguém pode ser compelido, portanto, a se submeter a qualquer um dos testes existentes para informar o nível de alcoolemia", entenderam os desembargadores do Paraná.
O levantamento foi preparado pelo advogado Aldo de Campos Costa, doutorando pela Universidade de Barcelona --para onde os dados foram enviados na semana passada.
Ele foi realizado na segunda instância de todos os tribunais de Justiça do país entre os meses de junho de 2008 e maio de 2009. Foram encontradas 159 decisões em tribunais de todas as regiões do país --em 97% houve entendimento unânime.
A pesquisa se refere à infração penal, e não a punições administrativas que são aplicadas pela autoridade de trânsito.
A lei seca prevê pena de seis meses a três anos de detenção (ao motorista flagrado a partir de 6 dg/l de álcool no sangue), além de multa de R$ 955 e suspensão do direito de dirigir por um ano (nesse caso, inclusive para quem tiver de 2 dg/l a 5,99 dg/l de álcool no sangue).

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u620389.shtml

PLC 122: Suas ameaças e perigos

O FGTS é um empréstimo compulsório

Por primeiro, trata-se de um empréstimo compulsório porque, sendo a poupança a forma de investimento mais básica, mais, como diria... instintiva, e sendo que ela remunera com o dobro de juros que o FGTS ( a poupança rende 6% ao ano e o FGTS, 3% ao ano), então é óbvio que o trabalhador está emprestando dinheiro para o governo a uma taxa super camarada.Em seguida, o governo afirma que o pagador do FGTS é o patrão ou tomador do serviço, e que não deve descontar do salário do empregado. Esta é uma das mentiras mais bem solidificadas no imaginário nacional.

FGTSOntem vi uma propaganda televisiva do governo sobre o FGTS. Quando o governo põe-se a fazer reclames assim, é porque algum escândalo estourou ou vai estourar. Eu já escrevi anteriormente um texto sobre o FGTS, de modo que este vem requentar o assunto. Antes, porém, vamos tratar um pouco sobre linguagem política. Isto é importante porque, em se tratando de um instituto criado a pretexto de proteger o trabalhador, faz-se necessário dar-lhe a compreender o mecanismo nocivo que lhe mete a mão no bolso e o empobrece. Aliás, todo aquele que quiser desmontar a rede de influência e drenagem de poder e recursos que a esquerda construiu ao longo dos anos não pode descuidar de mostrar justamente às classes trabalhadoras que são sempre elas quem mais sofrem.
Quando, em linguagem comum ou mesmo jurídica, dizemos que João deve algo a Pedro, apontamos que João tem uma obrigação para com Pedro. Se, por exemplo, João deve pagar a Pedro um valor de mil reais mensalmente até que ele se forme na faculdade, então João carrega uma obrigação a seu cargo.
Mui diferentemente, quando o governo, por meio da sua constituição ou das leis, estabelece para si próprio uma "obrigação", tal como, por exemplo, a de fornecer saúde e educação "gratuitas", aí ocorre uma obrigação apenas em sentido figurado, ou melhor seria dizer, ocorre uma obrigação em sentido "político", pois a verdadeira obrigação é a dos cidadãos, que deverão pagar para manter serviços de saúde e educação estatais. Trata-se de um jogo semântico.
A "obrigação" de prestar tais serviços, portanto, converte-se, na prática, a uma reserva de mercado, impedindo ou limitando os cidadãos de poderem escolher aqueles que consideraria como sendo os melhores prestadores destes serviços. Em tempo: onde está o CADE?
Agora, sim, vamos ao FGTS. Tenho dito que o FGTS é, na verdade, uma forma dissimulada de empréstimo compulsório. E aqui a manobra semântica carrega duplo alcance, como será apresentado. Por primeiro, trata-se de um empréstimo compulsório porque, sendo a poupança a forma de investimento mais básica, mais, como diria... instintiva, e sendo que ela remunera com o dobro de juros que o FGTS ( a poupança rende 6% ao ano e o FGTS, 3% ao ano), então é óbvio que o trabalhador está emprestando dinheiro para o governo a uma taxa super camarada.
Em seguida, o governo afirma que o pagador do FGTS é o patrão ou tomador do serviço, e que não deve descontar do salário do empregado. Esta é uma das mentiras mais bem solidificadas no imaginário nacional. Ora, desde quando um empregado é admitido, o empregador já conhece de antemão todos os custos que ele irá acarretar, e todos estes custos são, para o empregador, o salário do empregado, quer ele receba na mão...ou não. Jamais o empregador irá contratar alguém por um valor acima do retorno financeiro que este possa lhe proporcionar. Ninguém admite um empregado para depois começar a pensar em quanto irá pagar de FGTS. Um exemplo cabal: quando ocorrem licitações de serviços terceirizados, os concorrentes devem apresentar seus preços conforme uma planilha exaustiva em que se demonstram analiticamente todos os custos, insumos, salários e encargos, bem como a parcela de lucro - e olhe lá o FGTS - bonitinho, constando destas planilhas! Isto somente significa uma e uma só coisa: quem paga o FGTS não é o empregador: é o trabalhador! Simples assim. Se não existisse o FGTS, o funcionário receberia o valor correspondente em dinheiro, porque o seu salário é, e sempre será, a expressão de sua produtividade econômica.
Agora, não acaba aí a enganação do estado para com o cidadão. O FGTS também significa outra coisa: a substituição da decisão sobre o uso deste dinheiro, de dezenas de milhões de pessoas por 16 sabichões. É o Conselho Curador do FGTS, um grupo seleto e escolhido pelo governo, que irá decidir como ELES usarão o SEU dinheiro, e sob quais condições VOCÊ poderá sacá-lo um dia (formalmente, quatro destes são representantes dos empregados, e outros quatro, dos empregadores, mas no fundo, é o governo quem escolhe e põe as cartas).
Aqui, faz-se preciso apenas um raciocínio muito básico: se você entende que 16 sujeitos politicamente escolhidos são mais sábios para utilizarem o seu dinheiro; se você acredita piamente que eles vão utilizá-lo da melhor forma possível  - melhor inclusive que você - mesmo contando todas as despesas com os salários deles próprios e com todo o aparato de fiscalização e arrecadação mantido, respectivamente pelo Ministério do Trabalho e pela Caixa Econômica Federal; se você confia plenamente que todos estes recursos não estão sujeitos ao uso eleitoreiro ou de alguma forma propiciando a ocorrência de corrupção; então, o que você está esperando? Ofereça o restante do que você tem a eles.
Porém, caso, pense diferente, imagine quantas coisas você planeja fazer e para que fim, este dinheiro, que é seu, poderia servir! Pois então, não é hora de começar a ajudar a acabar com esta fonte potencial de corrupção e mau uso dos recursos?

Vamos tocar fogo!

07/09/2009 - 07h30
Vamos tocar fogo!
De uma reportagem publicada na Folha de São Paulo, domingo, 30/8.

Em uma escola na periferia da zona sul de São Paulo, mais de 2.000 alunos gritam ao mesmo tempo que querem ser dispensados para assistir ao jogo de futebol. Não são atendidos e colocam fogo em carteiras 
Qual o espanto? Esses retardados, semi-analfabetos e ignorantes que chutam bolas, são, diuturnamente – a cada milésimo de segundo - tratados como deuses na terra , no ar e no mar. Há muitas, muitas décadas. Basta abrir uma página qualquer na Internet, ir até a banca de revistas, a qualquer hora do dia ou da noite, e eles estarão em todos os compartimentos, becos, esquinas, nas saunas finlandesas e nos grotões mais miseráveis: espetados nos televisores 24 horas ad infinitum, nas padarias e nos bares, nos pontos de táxi e nos shoppings, nos corações dos meus amigos fanáticos e nos intestinos dos meus dedicados inimigos, em todos os lugares, onipresentes, repercutindo imagens belíssimas, golaços, construções literárias geniais mas, sobretudo, repercutindo a idade média modorrenta que virou isso tudo, dando “exemplos de superação”e garantindo o salário de muito picareta de mesa redonda, cobrando escanteios, comendo as loiras e/ou ostentando suas cajafestices como troféus; sendo que, os mais sacanas e os mais bem
pagos, ainda cobram dízimos para suas Igrejas e ganham milhões não apenas nos gramados, mas faturam também com a “ boa imagem”, todos eles, os feios e os bonitos, trabalham pouco e se divertem muito;e a Fátima Bernardes, a grande mãezona do Brasil, os trata como se fossem seus filhos, só falta sacar as tetas e dar de mamar, e aí, o que acontece?

Vem um jornal que é obrigado(?) a colaborar ostensivamente com essa mazela (hoje é segunda-feira, ontem teve mais uma rodada do “brasileirão”, vejam quais são as manchetes desse mesmo jornal) e  veicula uma reportagem “indignada” dizendo que alunos de uma escola da periferia preferem o futebol às aulas.
Fogo em carteiras? Só isso? Me admiro que os alunos não tenham feito bolas com os escalpos do corpo docente.  Qual a queixa? Os alunos –  da próxima vez vai ser bem pior... anotem – nem extirparam as vísceras dos professores. Nem lhes quebraram os joelhos. Ora, não houve nenhuma empalação? O que é que esses meninos estão aprendendo na escola?

No colégio de classe média na zona norte, um aluno de 12 anos diz à professora que é ele quem paga o salário dela e que deve fazer tudo o que ele quer (FSP,30/8)
Ué? Não são esses os ensinamentos da Xuxa, a maior educadora do país?  Não entendo. Qual a reclamação? Todos sabemos que Sacha, filha da Xuxa – como os alunos desse colégio de classe média da zona norte -  foi alfabetizada em dois idiomas, logo tem o duplo direito de exigir o que bem quiser. Inclusive o direito de ser uma mini-analfabeta bilíngüe, arrogante e chiliquenta: igualzinho a santa mamãe. Igualzinho suas amiguinhas.
Onde já se viu não atender as patroazinhas, elas têm que gravar a próxima “sena”. Ora, essas crianças não têm tempo a perder. Será que essa gentalha (professores?) nunca ouviu falar em business? O “Xou” não pode parar!
Agora, pensando bem, o procedimento correto, caso essas professoras rebeldes insistam em não atender as estrelinhas que lhes pagam os salários – altíssimos salários, imagino ... – o ideal mesmo seria processá-las. Aí sim, essa corja entenderia, finalmente, qual é o seu lugar e com quem está se metendo.
      
Perto do parque Ibirapuera, a professora é avisada pela coordenadora de que um dos seus alunos foi mal na prova, mas não pode ser reprovado porque há um laudo atestando que sofre de déficit de atenção (FSP,30/8).
Também existem laudos que garantem que o fumante ativo é um câncer ambulante, o filho da puta atemporal, um amaldiçoado pela própria natureza - e ninguém há de ser louco de contestar os laudos do dr. Mengele, digo, dr.Drauzio. Né? Quem é que vai dizer o contrário?
E nós, que sofremos déficit de atenção e somos fumantes passivos e vigilantes do bem-estar e da auto-estima, juramos perante dr.Varella que renderemos incondicional obediência aos laudos e ao próximo  Führer que o politicamente correto cagar em nossas cabeças, não seremos reprovados em hipótese alguma, ainda que, para isso, tenhamos que – nem tão distraidamente... – fechar os bares e calar a boca daqueles que se atreverem a corrigir nossas provas bimestrais. Heil!  

            
A lousa está repleta depois da aula de português. O adolescente não copia uma sentença: basta pegar o celular e registrar tudo com a câmera. O episódio foi no colégio Santa Maria, zona sul. Não houve broncas.
"A tecnologia é matéria-prima, objeto de estudo. Não posso dizer que não presta ou proibir", explica Elizabeth Fantauzzi, 47, responsável por disciplinas como web design e fotografia digital (FSP, 30/8).
               
A mesmíssima tecnologia, aliás, que facilita a vida dos pedófilos. De todos os ângulos e chupando pirulitinho colorido, o design e a fotografia digital, afinal de contas, são instrumentos que existem para facilitar a vida das pessoas. Ora, ora. Trata-se de um avanço tecnológico. Seria a mesma coisa que proibir os celulares nos presídios. Quanta insensatez. Se não for fumante, vai proibir por quê? 

Depois de uma discussão com um aluno, a professora Silvia Bárbara, 49, coloca o estudante de 16 anos para fora da sala de aula. Ele sai, mas a xinga de "puta". A coordenadora da escola explica que o mau comportamento se deve a uma troca de medicamentos. A professora vive esbarrando em diagnósticos de déficit de atenção.
Segundo a psicóloga da Unicamp Cecília Collares, que estuda a "patologização da educação", o fenômeno causa reação em cadeia. Os pais reagem como se fosse uma fatalidade, a escola se isenta, e o professor se vê desvalorizado (FSP,30/8).
Se o professor se vê desvalorizado, imaginem os pais atenciosos, os médicos que receitam antidepressivos para essas crianças, o abnegado diretor da escola e – o pior -  imaginem como é que as apresentadoras de televisão e as putas se vêem nessa história. O que fazer?
Ora, vamos tocar fogo nessa porra de escola! Que merda,  o futebol vai começar!

*Considerado uma das grandes relevações da literatura brasileira dos anos 1990, formou-se em Direito, mas jamais exerceu a profissão. É conhecido pelo estilo inovador e pela ousadia, e em muitos casos virulência, com que se insurge contra o status quo e as panelinhas do mundo literário. É autor de Proibidão (Editora Demônio Negro), O herói devolvido, Bangalô e O azul do filho morto (os três pela Editora 34) e Joana a contragosto (Record), entre outros.

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Manchetes dos jornais: Câmara perdoa 85% das ausências

07/09/2009 - 05h44
Manchetes dos jornais: Câmara perdoa 85% das ausências
FOLHA DE S.PAULO
Câmara perdoa 85% das ausências
Desde fevereiro de 2007, data do início da atual legislatura, a Câmara perdoou 85% de todas as ausências dos deputados. O argumento de "missão oficial" fora do Congresso foi a justificativa mais usada, com picos de esvaziamento em dias próximos a feriados, fins de semana ou festas regionais.
É o que mostram dados oficiais da Câmara analisados pela Folha, que apontam também para a retomada de um lento crescimento do fenômeno da indústria das faltas, após um recuo ocorrido em 2007.
De um lado, vem caindo o índice de presença dos deputados nos dias de votação -em geral terças, quartas e quintas-feiras de manhã. Depois de ter atingido uma média de 86% de presença em 2007 (441 dos 513 deputados, em média), o mais alto dos últimos anos, o índice nos primeiros sete meses de 2009 caiu para 83% (426).
A presença do maior número de deputados no plenário, espaço nobre da Câmara, é importante, entre outros motivos, porque é comum votações serem decididas por uma estreita margem de votos.
Ao mesmo tempo em que cai a presença média, cresce o índice das faltas que são abonadas pela Mesa, a cúpula da Câmara formada por sete deputados. E esse abono não gera efeitos apenas estatísticos. Em um mês normal de votações, cada falta sem justificativa resulta em desconto de R$ 850 no contracheque do deputado, que recebe salário de R$ 16,5 mil.
Em 2007, primeiro ano da gestão de Arlindo Chinaglia (PT-SP) na Presidência da Câmara, 84% das faltas foram perdoadas. Em 2008 (segundo ano da gestão Chinaglia), também 84%. Neste ano, já sob o comando de Michel Temer (PMDB-SP), o índice de "perdão" está em 87%.
Discussão para comprar caças da França está avançada, diz Lula
As negociações para a compra pelo Brasil de 36 aviões caça franceses Rafale estão "muito avançadas", confirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à imprensa francesa veiculada ontem, pouco antes da chegada do presidente Nicolas Sarkozy ao país.
Sarkozy desembarcou em Brasília no começo da noite de ontem para assinar acordos de cooperação militar no valor de R$ 22,5 bilhões, que envolvem a compra de helicópteros, submarinos e a construção de uma base e um estaleiro. Durante a visita, o francês também acompanhará o desfile de Sete de Setembro na capital federal.
"O que posso dizer é que nossas discussões estão muito avançadas e penso que chegaremos a bom termo com a França", afirmou o presidente ao canal de televisão TV5, à Rádio Francia Internacional e ao jornal "Le Monde", em entrevista concedida na quarta-feira passada e divulgada ontem.
Aspirante ao STF ataca Ministério Público
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal), há duas semanas, um parecer sustentando que o Ministério Público não tem poderes para realizar investigações criminais.
A opinião, que reabriu antiga polêmica, foi dada numa ação em que a Adepol (Associação dos Delegados de Polícia no Brasil) questiona se promotores de Justiça, nos Estados, e procuradores da República, na área federal, violam a Constituição ao exercer atribuição que seria exclusiva da Polícia Federal e da Polícia Civil.
Toffoli também surpreendeu, porque contrariou pareceres da Presidência da República e do Ministério da Justiça -ao qual está vinculada a PF- que opinaram pelo não acolhimento da ação da entidade de policiais. O relator é o ministro Ricardo Lewandowski.
Guru de Marina, Cury diz que vai contribuir com programa de governo do PV
"Cada ser humano é único no teatro da existência". A asserção é do psicanalista Augusto Cury, 50, conselheiro da potencial candidata a presidente pelo Partido Verde, Marina Silva (AC).
Há seis anos, Marina é leitora fiel de seus livros. Recentemente, deu provas da admiração reforçando o convite para que ele se filiasse ao PV.
Cury - 20 livros publicados e 10 milhões vendidos- aceitou, apesar dos apelos de sua caçula. "Vertendo em lágrimas, ela pediu: "Não vai, não, papai"." Ao que ele respondeu: "Tô pensando no futuro dos seus filhos e netos."
Cury nega rumores de que quer ser deputado. Admite, porém, a intenção de ajudar a fazer o programa de governo, especialmente na educação.
Com "Jesus no coração", último pajé suruí troca pajelança pela Bíblia
Antes de dormir, o índio Marimop Suruí, 85, hoje frequentador da Igreja Batista, entoa palavras em tupi-monde que lembram uma cantoria. Mas ele faz uma oração que, traduzida pela neta Rebeca Suruí, 15, quer dizer: "Senhor Jesus, eu te agradeço que você veio morreu [sic.] nos nossos pecados, que nós somos pecadores e nós não somos nada. Amém". Ele ora ao lado de Weitan Suruí, 80, uma das cinco mulheres que teve.
Na aldeia Lapetanha está a Igreja Batista Suruí, onde o pastor prega em tupi-monde. O culto começa com uma cantoria, acompanhada de violão. Tropeçando nas palavras, um dos suruís anuncia a leitura de trecho do Evangelho. Os outros (muitos deles que não falam português), folheiam a Bíblia.

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Lula, você é o cara

Não sei quem é Caio Lucas nem por quais vias este seu escrito admirável veio parar na minha caixa postal. O que não posso é deixar de repassar aos leitores do Diário do Comércio a sua mensagem, na qual os devotos do nosso presidente encontrarão as respostas objetivas aos seus arrebatamentos retóricos de sicofantas compulsivos. Não há neste artigo, o qual aqui transcrevo com duas ou três correçõezinhas de português que em nada afetam o seu conteúdo, uma só linha que não traga uma verdade incontestável. Parabéns, Caio Lucas, seja lá você quem for. – O. de C.
Lula, você é o cara.
Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.
Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cuéca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.
Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.
Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.
Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.
Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.
Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente.
Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.
Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da “bolsa terrorismo”, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.
É, Lula! Você é o cara...
É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/090903dc.html

Há pensamento sério no Brasil?

http://www.youtube.com/watch?v=3SkhSmReC4Q&eurl=http%3A%2F%2Fwww.dicta.com.br%2Fespecial%2F&feature=player_embedded